Vice-Presidente alerta para reflexão na luta contra a Sida

 
  
  • Vice-Presidente da República, Bornito de Sousa
Luanda - O Vice-Presidente da República, Bornito de Sousa, alertou hoje (segunda-feira) para a necessidade de uma reflexão profunda na luta contra o HIV/SIDA.

Em mensagem alusiva ao Dia Mundial de Luta contra a SIDA, a assinalar-se a 1 de Dezembro, Bornito de Sousa considera ser o momento ideal para que cada um se possa impor, dando melhor sentido à solidariedade e ao amor ao próximo.

"Sejamos capazes de dizer não ao estigma e à discriminação”, lê-se na mensagem.

Segundo a nota, esta é, também, uma oportunidade para se recordar todos os que perderam a vida devido à Sida.

Para o Vice-Presidente, se por si só o HIV já é um desafio duro para os Estados, famílias, empresas e para as economias, a sua combinação com a Covid-19 resulta num obstáculo, ainda, mais difícil e complexo, que apenas pode ser superado com solidariedade e responsabilidade compartilhada.

O mundo entrou, em 2020, na última década de acção para acabar com a SIDA, como ameaça à saúde pública.

De acordo com a nota, este objectivo é alcançável se houver mais financiamento para a saúde, se houver sistemas de saúde fortes, funcionais e eficientes, se o acesso aos cuidados primários de saúde estiver garantido e se os direitos humanos forem considerados e respeitados.

Reforça que esta é a oportunidade de ouro para se unirem as vozes, gerando sinergias e mostrando a Angola e ao mundo que quem vive com o HIV “é econtinuará a ser, como sempre, um de nós".

Estar infectado com o HIV não significa estar afastado, excluído, acabado ou esquecido."Há anos que, graças a novas formas de tratamento, é possível seguir em frente. Ter uma vida normal", sustenta o documento.

Apontou, para o efeito, o fim da estigmatização e discriminação, destacando a solidariedade como um catalisador de vontades, de progresso e de desenvolvimento económico e social.

"Façamos da solidariedade a nossa principal arma na luta contra a SIDA e todos os males que afectam e põem em perigo a nossa forma de ser e de estar em sociedade, em comunidade, em família", concluiu.

Angola regista, em média, por ano 26 mil novas infecções por HIV e 13 mil mortes relacionadas com a SIDA.

O número de mulheres vivendo com o HIV é de 210 mil, sendo 49 mil jovens entre os 15 e os 24 anos de idade e 31 crianças entre os zero e os 14 anos de idade.

Os dados indicam que Angola tem uma taxa de transmissão vertical de 19.36 por cento, com um total de 776 mil 991 órfãos de Sida.

O país controla 350 mil angolanos que vivem com HIV e apenas 93 mil fazem terapia antirretroviral.

 

Em mensagem alusiva ao Dia Mundial de Luta contra a SIDA, a assinalar-se a 1 de Dezembro, Bornito de Sousa considera ser o momento ideal para que cada um se possa impor, dando melhor sentido à solidariedade e ao amor ao próximo.

"Sejamos capazes de dizer não ao estigma e à discriminação”, lê-se na mensagem.

Segundo a nota, esta é, também, uma oportunidade para se recordar todos os que perderam a vida devido à Sida.

Para o Vice-Presidente, se por si só o HIV já é um desafio duro para os Estados, famílias, empresas e para as economias, a sua combinação com a Covid-19 resulta num obstáculo, ainda, mais difícil e complexo, que apenas pode ser superado com solidariedade e responsabilidade compartilhada.

O mundo entrou, em 2020, na última década de acção para acabar com a SIDA, como ameaça à saúde pública.

De acordo com a nota, este objectivo é alcançável se houver mais financiamento para a saúde, se houver sistemas de saúde fortes, funcionais e eficientes, se o acesso aos cuidados primários de saúde estiver garantido e se os direitos humanos forem considerados e respeitados.

Reforça que esta é a oportunidade de ouro para se unirem as vozes, gerando sinergias e mostrando a Angola e ao mundo que quem vive com o HIV “é econtinuará a ser, como sempre, um de nós".

Estar infectado com o HIV não significa estar afastado, excluído, acabado ou esquecido."Há anos que, graças a novas formas de tratamento, é possível seguir em frente. Ter uma vida normal", sustenta o documento.

Apontou, para o efeito, o fim da estigmatização e discriminação, destacando a solidariedade como um catalisador de vontades, de progresso e de desenvolvimento económico e social.

"Façamos da solidariedade a nossa principal arma na luta contra a SIDA e todos os males que afectam e põem em perigo a nossa forma de ser e de estar em sociedade, em comunidade, em família", concluiu.

Angola regista, em média, por ano 26 mil novas infecções por HIV e 13 mil mortes relacionadas com a SIDA.

O número de mulheres vivendo com o HIV é de 210 mil, sendo 49 mil jovens entre os 15 e os 24 anos de idade e 31 crianças entre os zero e os 14 anos de idade.

Os dados indicam que Angola tem uma taxa de transmissão vertical de 19.36 por cento, com um total de 776 mil 991 órfãos de Sida.

O país controla 350 mil angolanos que vivem com HIV e apenas 93 mil fazem terapia antirretroviral.