Vice-presidente da República no último adeus a Kaunda

  • Vice-Presidente da República, Bornito de Sousa
Luanda - O Vice-presidente da República, Bornito de Sousa, presta a última homenagem, em nome dos angolanos, ao primeiro Presidente da Zâmbia, Kenneth Kaunda, durante as cerimónias fúnebres que decorrem na capital daquele país, Lusaka.

Nas instalações do centro agrícola de Lusaka, familiares, entidades políticas, militares, religiosas e convidados de distintas partes do mundo ressaltam, nesta sexta-feira, a figura de Kenneth David Kaunda, não só pela sua acção política, como também pelo seu empenho em questões sociais.

A cerimónia fúnebre, que tive início no período da manhã desta sexta-feira, de acordo com o programa oficial, prolongar-se-á até ao meio da tarde.

Desde o seu falecimento, a 17 de Junho, por doença, poucos meses após ter completado 97 anos de idade, têm sido diversas as manifestações de pesar por aquele que foi um dos nacionalistas mais empenhados nas causas africanas.

Kaunda, uma das últimas figuras sobreviventes da luta anticolonial da África na década de 50, tornou-se o primeiro Presidente da Zâmbia em 1964, ano em que o país conquistou a independência do Reino Unido da Grã-Bretanha.

Durante o seu mandato, as suas acções estenderam-se também à região Austral de África, onde serviu de medianeiro para vários conflitos e integrou os Estados da Linha da Frente contra o regime do Apartheid, na África do Sul.

Durante a sua Presidência, os movimentos de libertação tiveram na Zãmbia uma rectaguarda segura ao longo do pocesso de descolonização, pois albergou as suas direcções políticas, centros de treinamento e bases logísticas.

Em 1991, sob pressão da oposição, Kenneth Kaunda restaurou a democracia multipartidária convocando eleições nas quais foi derrotado, após o que deixou o poder pacificamente.

Após a sua retirada da vida política activa, Kenneth Kaunda passou a dedicar-se à sua fundação, que luta contra a epidemia de SIDA em todo o continente africano.

Nas instalações do centro agrícola de Lusaka, familiares, entidades políticas, militares, religiosas e convidados de distintas partes do mundo ressaltam, nesta sexta-feira, a figura de Kenneth David Kaunda, não só pela sua acção política, como também pelo seu empenho em questões sociais.

A cerimónia fúnebre, que tive início no período da manhã desta sexta-feira, de acordo com o programa oficial, prolongar-se-á até ao meio da tarde.

Desde o seu falecimento, a 17 de Junho, por doença, poucos meses após ter completado 97 anos de idade, têm sido diversas as manifestações de pesar por aquele que foi um dos nacionalistas mais empenhados nas causas africanas.

Kaunda, uma das últimas figuras sobreviventes da luta anticolonial da África na década de 50, tornou-se o primeiro Presidente da Zâmbia em 1964, ano em que o país conquistou a independência do Reino Unido da Grã-Bretanha.

Durante o seu mandato, as suas acções estenderam-se também à região Austral de África, onde serviu de medianeiro para vários conflitos e integrou os Estados da Linha da Frente contra o regime do Apartheid, na África do Sul.

Durante a sua Presidência, os movimentos de libertação tiveram na Zãmbia uma rectaguarda segura ao longo do pocesso de descolonização, pois albergou as suas direcções políticas, centros de treinamento e bases logísticas.

Em 1991, sob pressão da oposição, Kenneth Kaunda restaurou a democracia multipartidária convocando eleições nas quais foi derrotado, após o que deixou o poder pacificamente.

Após a sua retirada da vida política activa, Kenneth Kaunda passou a dedicar-se à sua fundação, que luta contra a epidemia de SIDA em todo o continente africano.