Vice-Presidente visita fazenda agro-ecológica no Mungo

  • Vice-presidente, Bornito de Sousa, na província do Huambo
Mungo – O Vice-presidente da República, Bornito de Sousa, visitou, sexta-feira, uma fazenda agro-ecológica e reuniu-se com as autoridades locais do município do Mungo, província do Huambo.

Bornito de Sousa reconheceu que o município do Mungo tem um forte potencial turístico, económico e social, capaz de elevar o desenvolvimento integrado local.

Ao falar num encontro de ascultação das autoridades locais e de membros da comunidade, Bornito de Sousa afirmou que as potencialidades do Mungo, sobretudo do ponto de vista agrário e turístico, bem exploradas  podem elevar a capacidade económica da região.

“O Mungo tem grande potencial no turismo e agricultura, como acabei de constatar no projecto agro-ecológio que tem o nome do município, assim como as pinturas rupestres de Kaniñgili, que podem atrair turistas nacionais e estrangeiros”, salientou o Vice-Presidente.

Disse ser necessária a implementação de um instituto médio politécnico, a fim de permitir a formação técnico-profissional dos jovens e evitar a sua fuga, para assegurar a promoção e desenvolvimento do agro-turismo.

Na óptica de Bornito de Sousa, é importante que os concursos públicos de ingresso nos sectores da educação e da saúde priorizem os jovens do Mungos, por ser recorrente, em quase todo o país, queixas de abandono de professores e enfermeiros colocados em localidades distantes.

Bornito de Sousa mostrou-se igualmente preocupado com a falta de sinal da Televisão Pública de Angola (TPA) e a fraca cobertura da Rádio Nacional de Angola (RNA) na localidade, localizada a 130 quilómetros da cidade do Huambo.

Durante a visita a fazenda agro-ecológica, com 900 hectares de área, Bornito de Sousa constatou o projecto de ensaio da produção de abacate, com seis mil mudas, que deverão cruzar com as variedades sul-africanas "Hass", "Fuerte" e "Pinkertorn", por processo de enxertia, para obter a qualidade recomendável para exportação.

O proprietário da fazenda, Chris Masters, disse que foram investidos mais de um milhão de dólares, para responder ao apelo para a diversificação da economia nacional. 

Referiu que, além de abacate, a fazenda está, igualmente, empenhada na produção de maracujá, com uma plantação acima dos mil pés.

Na fazenda trabalham actualmente 400 jovens do município do Mungo, que também se dedicam a sensibilização da população sobre as consequências das queimadas anárquicas.

A província do Huambo, localizada no Planalto Central de Angola, conta com 398 fazendas, incluindo a agro-ecológica do Mungo, das quais 222 em actividade, com uma área total de 239 mil 743 hectares, distribuídas pelos seus 11 municípios.

Na época agrícola 2020/21, na província do Huambo, com uma extensão territorial de 35 mil 771 quilómetros quadrados e uma população estimada em dois milhões 557 mil habitantes, cultivou-se em mais de 700 mil hectares de terras aráveis, com envolvimento de 256 mil famílias camponesas.

O Vice-Prfesidente da República realiza, desde quinta-feira, uma visita de trabalho de 72 horas à província do Huambo, no quadro do acompanhamento e constatação das acções de execução das políticas de governação local e de combate às assimetrias regionais, bem como a implementação de projectos estratégicos desenvolvidos nos municípios do Mungo e da Chicala-Cholohanga.

Durante a visita Bornito de Sousa tem reuniões com as autoridades locais e representantes de organizações das comunidades dos dois municípios, além de visitas a empreendimentos económicos, produtivos, sociais e culturais.

No âmbito da sua agenda de acompanhamento as acções de governação local, Bornito de Sousa já esteve nos municípios do Curoca (Cunene), Baía Farta e Lobito (Benguela), Quiçama (Luanda), Ambriz, Dande e Nambuangongo (Bengo), Quibala (Cuanza Sul) e Cacongo (Cabinda).

Bornito de Sousa reconheceu que o município do Mungo tem um forte potencial turístico, económico e social, capaz de elevar o desenvolvimento integrado local.

Ao falar num encontro de ascultação das autoridades locais e de membros da comunidade, Bornito de Sousa afirmou que as potencialidades do Mungo, sobretudo do ponto de vista agrário e turístico, bem exploradas  podem elevar a capacidade económica da região.

“O Mungo tem grande potencial no turismo e agricultura, como acabei de constatar no projecto agro-ecológio que tem o nome do município, assim como as pinturas rupestres de Kaniñgili, que podem atrair turistas nacionais e estrangeiros”, salientou o Vice-Presidente.

Disse ser necessária a implementação de um instituto médio politécnico, a fim de permitir a formação técnico-profissional dos jovens e evitar a sua fuga, para assegurar a promoção e desenvolvimento do agro-turismo.

Na óptica de Bornito de Sousa, é importante que os concursos públicos de ingresso nos sectores da educação e da saúde priorizem os jovens do Mungos, por ser recorrente, em quase todo o país, queixas de abandono de professores e enfermeiros colocados em localidades distantes.

Bornito de Sousa mostrou-se igualmente preocupado com a falta de sinal da Televisão Pública de Angola (TPA) e a fraca cobertura da Rádio Nacional de Angola (RNA) na localidade, localizada a 130 quilómetros da cidade do Huambo.

Durante a visita a fazenda agro-ecológica, com 900 hectares de área, Bornito de Sousa constatou o projecto de ensaio da produção de abacate, com seis mil mudas, que deverão cruzar com as variedades sul-africanas "Hass", "Fuerte" e "Pinkertorn", por processo de enxertia, para obter a qualidade recomendável para exportação.

O proprietário da fazenda, Chris Masters, disse que foram investidos mais de um milhão de dólares, para responder ao apelo para a diversificação da economia nacional. 

Referiu que, além de abacate, a fazenda está, igualmente, empenhada na produção de maracujá, com uma plantação acima dos mil pés.

Na fazenda trabalham actualmente 400 jovens do município do Mungo, que também se dedicam a sensibilização da população sobre as consequências das queimadas anárquicas.

A província do Huambo, localizada no Planalto Central de Angola, conta com 398 fazendas, incluindo a agro-ecológica do Mungo, das quais 222 em actividade, com uma área total de 239 mil 743 hectares, distribuídas pelos seus 11 municípios.

Na época agrícola 2020/21, na província do Huambo, com uma extensão territorial de 35 mil 771 quilómetros quadrados e uma população estimada em dois milhões 557 mil habitantes, cultivou-se em mais de 700 mil hectares de terras aráveis, com envolvimento de 256 mil famílias camponesas.

O Vice-Prfesidente da República realiza, desde quinta-feira, uma visita de trabalho de 72 horas à província do Huambo, no quadro do acompanhamento e constatação das acções de execução das políticas de governação local e de combate às assimetrias regionais, bem como a implementação de projectos estratégicos desenvolvidos nos municípios do Mungo e da Chicala-Cholohanga.

Durante a visita Bornito de Sousa tem reuniões com as autoridades locais e representantes de organizações das comunidades dos dois municípios, além de visitas a empreendimentos económicos, produtivos, sociais e culturais.

No âmbito da sua agenda de acompanhamento as acções de governação local, Bornito de Sousa já esteve nos municípios do Curoca (Cunene), Baía Farta e Lobito (Benguela), Quiçama (Luanda), Ambriz, Dande e Nambuangongo (Bengo), Quibala (Cuanza Sul) e Cacongo (Cabinda).