INAD remove mais de 400 engenhos explosivos em Mbanza Kongo

  • Exposição de minas (arquivo)
Mbanza Kongo - Quatrocentos e 15 engenhos explosivos não detonados foram removidos nos últimos 21 dias na cidade de Mbanza Kongo, província do Zaire, pelo Departamento Provincial do Instituto Nacional de Desminagem (INAD).

A informação foi avançada esta quarta-feira, à imprensa, pelo chefe de departamento provincial do INAD, David Sapalalo Ndué, sublinhando que a recolha desse material resulta de um trabalho de rotina realizado no centro e arredores da cidade de Mbanza Kongo.

Explicou que os referidos engenhos não detonados, entre projécteis e munições de diversos calibres, foram recolhidos nas imediações das instalações do Serviço de Investigação Criminal (SIC) e da Escola Superior de Mbanza Kongo.

“Essa zona foi, no tempo do conflito armado, uma unidade militar das extintas Forças Armadas Populares de Libertação de Angola (FAPLA). Daí a existência, ainda, de alguns artefactos de guerra”, explicou.  

Informou ter sido “limpa” uma área total de 10 mil e 751 metros quadrados, tendo apelado à população a colaborar com as autoridades, denunciando eventuais campos com suspeitas de engenhos explosivos.

Entretanto, David Ndué mostrou-se preocupado com os acidentes de minas que todos os anos ocorrem na província do Zaire, causando vítimas mortais.

Em Novembro do ano passado, um morteiro de B10 havia sido removido numa zona habitada do bairro Martins Kidito, periferia da cidade de Mbanza Kongo.

A cidade de Mbanza Kongo ainda inspira cuidados em termos de prevalência de engenhos explosivos não detonados, apesar de terem sido já feitos trabalhos de prospecção.

 

 

 

A informação foi avançada esta quarta-feira, à imprensa, pelo chefe de departamento provincial do INAD, David Sapalalo Ndué, sublinhando que a recolha desse material resulta de um trabalho de rotina realizado no centro e arredores da cidade de Mbanza Kongo.

Explicou que os referidos engenhos não detonados, entre projécteis e munições de diversos calibres, foram recolhidos nas imediações das instalações do Serviço de Investigação Criminal (SIC) e da Escola Superior de Mbanza Kongo.

“Essa zona foi, no tempo do conflito armado, uma unidade militar das extintas Forças Armadas Populares de Libertação de Angola (FAPLA). Daí a existência, ainda, de alguns artefactos de guerra”, explicou.  

Informou ter sido “limpa” uma área total de 10 mil e 751 metros quadrados, tendo apelado à população a colaborar com as autoridades, denunciando eventuais campos com suspeitas de engenhos explosivos.

Entretanto, David Ndué mostrou-se preocupado com os acidentes de minas que todos os anos ocorrem na província do Zaire, causando vítimas mortais.

Em Novembro do ano passado, um morteiro de B10 havia sido removido numa zona habitada do bairro Martins Kidito, periferia da cidade de Mbanza Kongo.

A cidade de Mbanza Kongo ainda inspira cuidados em termos de prevalência de engenhos explosivos não detonados, apesar de terem sido já feitos trabalhos de prospecção.