MPLA engaja militantes na protecção de bens públicos

Mbanza Kongo - O primeiro secretário do MPLA no Zaire, Pedro Makita Armando Júlia, pediu à sociedade e aos militantes do seu partido o reforço das acções para travar o vandalismo de bens públicos na região.

Na abertura da VIII reunião ordinária daquele partido no Zaire, o político pediu maior coesão e mobilização dos militantes em prol das conquistas que a província e o país alcançaram na edificação de um Estado democrático e de direito.

No encontro que decorreu sábado, na vila do Tomboco, o dirigente afirmou ser crucial que os militantes do MPLA se posicionem na linha de frente no combate a esse fenómeno, denunciando os actos de destruição de bens públicos e privados.

O também governador provincial disse que a pandemia Covid-19 comprometeu as acções sociais e económicas que deveriam ser executadas no ano transacto na região.

A crise sanitária, sublinhou, atrasou a reabilitação de vias secundárias e terciárias, inviabilizou a articulação dos recursos financeiros da linha de crédito do Reino da Espanha, destinada à requalificação das vias urbanas das seis sedes municipais da província.

A reunião da cúpula do MPLA no Zaire, na qual participaram 117 membros, analisou, entre outros assuntos, a vida interna desta força política ao nível da região.

Prestou, igualmente,  informação sobre o Programa de Investimentos Públicos PIP) de 2021 e o Plano Integrado de Intervenção nos Municípios (PIIM).

Entre as recomendações do encontro está a necessidade do reforço dos mecanismos de articulação do trabalho partidário na província. A ideia é fortalecer o trabalho das estruturas de base.

A implementação de um programa partidário específico, que deverá culminar com o recrutamento e ingresso massivo de novos militantes para as fileiras do MPLA, estabelecendo cifras por município foi também recomendado.

Estas e outras tarefas, segundo o comunicado final, visam fazer face aos próximos desafios políticos do partido que pretende, mais uma vez, disputar e vencer as próximas eleições gerais previstas para 2022, bem como as autárquicas, ainda sem data.

Na abertura da VIII reunião ordinária daquele partido no Zaire, o político pediu maior coesão e mobilização dos militantes em prol das conquistas que a província e o país alcançaram na edificação de um Estado democrático e de direito.

No encontro que decorreu sábado, na vila do Tomboco, o dirigente afirmou ser crucial que os militantes do MPLA se posicionem na linha de frente no combate a esse fenómeno, denunciando os actos de destruição de bens públicos e privados.

O também governador provincial disse que a pandemia Covid-19 comprometeu as acções sociais e económicas que deveriam ser executadas no ano transacto na região.

A crise sanitária, sublinhou, atrasou a reabilitação de vias secundárias e terciárias, inviabilizou a articulação dos recursos financeiros da linha de crédito do Reino da Espanha, destinada à requalificação das vias urbanas das seis sedes municipais da província.

A reunião da cúpula do MPLA no Zaire, na qual participaram 117 membros, analisou, entre outros assuntos, a vida interna desta força política ao nível da região.

Prestou, igualmente,  informação sobre o Programa de Investimentos Públicos PIP) de 2021 e o Plano Integrado de Intervenção nos Municípios (PIIM).

Entre as recomendações do encontro está a necessidade do reforço dos mecanismos de articulação do trabalho partidário na província. A ideia é fortalecer o trabalho das estruturas de base.

A implementação de um programa partidário específico, que deverá culminar com o recrutamento e ingresso massivo de novos militantes para as fileiras do MPLA, estabelecendo cifras por município foi também recomendado.

Estas e outras tarefas, segundo o comunicado final, visam fazer face aos próximos desafios políticos do partido que pretende, mais uma vez, disputar e vencer as próximas eleições gerais previstas para 2022, bem como as autárquicas, ainda sem data.