Zona franca da Barra do Dande abre país às rotas globais

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Luanda - O ministro dos Transportes, Ricardo de Abreu, declarou que a futura zona franca de desenvolvimento integrada da Barra do Dande, cuja criação foi decidida nesta terça-feira, constituí a abertura do país às rotas comerciais globais.

Em declarações à imprensa no final da reunião da Comissão Económica do Conselho de Ministros, Ricardo de Abreu referiu que o projecto torna-se num “grande passo” rumo à diversificação económica e de integração de Angola no contexto global de rotas comerciais com capacidade de produção doméstica.  

Explicou que o projecto visa assegurar as reservas estratégicas de combustíveis, ao ser adjacente ao terminal oceânico da SONANGOL, e a criação de infra-estruturas de armazenamento de produtos alimentares.

O ministro Ricardo de Abreu adianta que o projecto será edificado numa área de cinco mil 600 hectares e contemplará reservatórios hidrocarbonetos e um conjunto de energias renováveis.

Por este motivo, disse contar com o apoio do sector privado especializado, com capacidade técnica e financeira para a implementação da zona franca de desenvolvimento integrado da Barra do Dande.

Por sua vez, o ministro da Indústria e do Comércio, Victor dos Santos Fernandes, ao prestar declarações deu a conhecer que o país contará, nos próximos quatro meses, com uma reserva estratégica alimentar, visando a estabilização dos preços dos produtos da cesta básica.

Adiantou que a reserva estratégica deverá ser gerida por uma entidade privado, a ser definida por concurso público.

Víctor Fernandes sublinhou que pretende-se criar uma cadeia funcional e articulada que deverá adquirir bens de produção nacional e fomentar outros de que o mercado necessite.

De acordo com o ministro, a estratégia permitirá, igualmente, adquirir também mercadorias para reservá-las e colocá-las no mercado quando houver necessidade.

Já o ministro da Agricultura e Pescas, António Francisco de Assis, disse que o Executivo projecta a construção de infra-estruturas para a retenção de água na época chuva no sentido de evitar os efeitos nefastos da estiagem.

Declarou que pretende-se, com isso, massificar os sistemas de regadio pelo país para garantir a estabilidade nos cultivos e na segurança alimentar das populações.

Depois de reconhecer alguma dificuldade financeira, explicou que nas zonas com rios, lagoas e riachos deverão ser construidas esquemas de regadio com recursos às obras hidráulicas para conduzir a água às zonas de cultivo, incentivas a produção nas baixas e trabalhar com culturas resistentes à seca, como a madioca e a batata doce.

Francisco de Assis afirmou ser intenção assegurar meios de pastagem lá onde o gado estiver e educar as comunidades a dar aos animais outros alimentos para além do capim.

Em declarações à imprensa no final da reunião da Comissão Económica do Conselho de Ministros, Ricardo de Abreu referiu que o projecto torna-se num “grande passo” rumo à diversificação económica e de integração de Angola no contexto global de rotas comerciais com capacidade de produção doméstica.  

Explicou que o projecto visa assegurar as reservas estratégicas de combustíveis, ao ser adjacente ao terminal oceânico da SONANGOL, e a criação de infra-estruturas de armazenamento de produtos alimentares.

O ministro Ricardo de Abreu adianta que o projecto será edificado numa área de cinco mil 600 hectares e contemplará reservatórios hidrocarbonetos e um conjunto de energias renováveis.

Por este motivo, disse contar com o apoio do sector privado especializado, com capacidade técnica e financeira para a implementação da zona franca de desenvolvimento integrado da Barra do Dande.

Por sua vez, o ministro da Indústria e do Comércio, Victor dos Santos Fernandes, ao prestar declarações deu a conhecer que o país contará, nos próximos quatro meses, com uma reserva estratégica alimentar, visando a estabilização dos preços dos produtos da cesta básica.

Adiantou que a reserva estratégica deverá ser gerida por uma entidade privado, a ser definida por concurso público.

Víctor Fernandes sublinhou que pretende-se criar uma cadeia funcional e articulada que deverá adquirir bens de produção nacional e fomentar outros de que o mercado necessite.

De acordo com o ministro, a estratégia permitirá, igualmente, adquirir também mercadorias para reservá-las e colocá-las no mercado quando houver necessidade.

Já o ministro da Agricultura e Pescas, António Francisco de Assis, disse que o Executivo projecta a construção de infra-estruturas para a retenção de água na época chuva no sentido de evitar os efeitos nefastos da estiagem.

Declarou que pretende-se, com isso, massificar os sistemas de regadio pelo país para garantir a estabilidade nos cultivos e na segurança alimentar das populações.

Depois de reconhecer alguma dificuldade financeira, explicou que nas zonas com rios, lagoas e riachos deverão ser construidas esquemas de regadio com recursos às obras hidráulicas para conduzir a água às zonas de cultivo, incentivas a produção nas baixas e trabalhar com culturas resistentes à seca, como a madioca e a batata doce.

Francisco de Assis afirmou ser intenção assegurar meios de pastagem lá onde o gado estiver e educar as comunidades a dar aos animais outros alimentos para além do capim.