Zonas Francas vão ampliar oportunidades

  • Presidente da República orientou hoje a Xl Reunião Ordinária da Comissão Económica do Conselho de Ministros.
Luanda - O Executivo angolano pretende, com a criação das Zonas Francas, continuar a ampliar o leque de oportunidades e desenvolvimento do sector privado.

A informação foi prestada, nesta terça-feira, em Luanda, pelo ministro da Economia e Planeamento, Sérgio dos Santos, no final da reunião da Comissão Económica do Conselho de Ministros, que, sob orientação do Presidente da República, João Lourenço, aprovou o regulamento da Lei da criação das Zonas Francas no país.

Segundo o governante, com a materialização deste projecto, o Executivo vai criar mais infraestruturas e metodologias que permitam o investimento de nacionais e estrangeiros para criação de mais empregos.

Para Sérgio Santos, a criação das Zonas Francas a nível do país é um passo importante que coloca à disposição do sector privado as formas e metodologias do investimento em várias regiões de Angola.

A Lei das Zonas Francas estabelece os procedimentos e formalidades para a constituição, organização e funcionamento, enquanto mecanismo de desenvolvimento económico, social e instrumento de apoio ao investimento.


Agricultura e Indústria

Sérgio dos Santos disse que, neste III trimestre, os sectores da agricultura e indústria mantêm dinâmicas de crescimento, no âmbito do Plano de Desenvolvimento Nacional 2018/2022.

Para o governante, a resiliência das áreas da agricultura e indústria deve-se aos seus operadores e à combinação das políticas macroeconómicas que permitem o potencial crescimento destes sectores.

Agência Reguladora de Logística

Em relação à  proposta que aprovou a criação da Agência Reguladora de Certificação de Carga e Logística de Angola (ARCCLA), em substituição do Conselho Nacional de Carregadores (CNC), o ministro dos Transportes, Ricardo de Abreu, considerou-a uma mais valia.

Afirmou que a instituição vai assegurar a entrada do sector privado na gestão da plataforma de logísticas para dar uma dinâmica diferente ao sector.

“Com a criação da ARCCLA, poderemos acelerar o processo das concessões de algumas plataformas logísticas já identificadas”, ressaltou.

A informação foi prestada, nesta terça-feira, em Luanda, pelo ministro da Economia e Planeamento, Sérgio dos Santos, no final da reunião da Comissão Económica do Conselho de Ministros, que, sob orientação do Presidente da República, João Lourenço, aprovou o regulamento da Lei da criação das Zonas Francas no país.

Segundo o governante, com a materialização deste projecto, o Executivo vai criar mais infraestruturas e metodologias que permitam o investimento de nacionais e estrangeiros para criação de mais empregos.

Para Sérgio Santos, a criação das Zonas Francas a nível do país é um passo importante que coloca à disposição do sector privado as formas e metodologias do investimento em várias regiões de Angola.

A Lei das Zonas Francas estabelece os procedimentos e formalidades para a constituição, organização e funcionamento, enquanto mecanismo de desenvolvimento económico, social e instrumento de apoio ao investimento.


Agricultura e Indústria

Sérgio dos Santos disse que, neste III trimestre, os sectores da agricultura e indústria mantêm dinâmicas de crescimento, no âmbito do Plano de Desenvolvimento Nacional 2018/2022.

Para o governante, a resiliência das áreas da agricultura e indústria deve-se aos seus operadores e à combinação das políticas macroeconómicas que permitem o potencial crescimento destes sectores.

Agência Reguladora de Logística

Em relação à  proposta que aprovou a criação da Agência Reguladora de Certificação de Carga e Logística de Angola (ARCCLA), em substituição do Conselho Nacional de Carregadores (CNC), o ministro dos Transportes, Ricardo de Abreu, considerou-a uma mais valia.

Afirmou que a instituição vai assegurar a entrada do sector privado na gestão da plataforma de logísticas para dar uma dinâmica diferente ao sector.

“Com a criação da ARCCLA, poderemos acelerar o processo das concessões de algumas plataformas logísticas já identificadas”, ressaltou.