Administradora quer vigilância da sociedade no combate da malária

  • Administração Municipal de Saurimo
Saurimo – A administradora adjunta para a área Social e Económica do município de Saurimo, Francisca Manganda, pediu hoje, terça-feira, maior vigilância da sociedade e envolvimento nas acções de prevenção e combate à malária nas comunidades.

Em declarções à ANGOP a propósito do início da época chuvosa, afirmou ser necessário um trabalho conjunto e coordenado, que consiste na importância da gestão dos resíduos sólidos, charcos de águas e aposta na fumigação.

“Devemos reflectir sobre as incidências da doença na província que tem causado muitas mortes, assim como outras patologias, tais como a anemia em mulheres grávidas, e para conter a situação a vigilância deve ser reforçada, de formas a controlar o vector", sustentou.

Francisca Mangada explicou que a prevenção é o mais importante e barato que o próprio tratamento, razão pela quel  a população deve mudar de consciência ante o perigo da doença, bem como usarem sempre os mosquiteiros, ao invés de utilizarem na pesca, como habitualmente se observa em algumas zonas.

Apelou, igualmente, a população a apoiar as acções da administração municipal nas campanhas de limpeza, de modos a contribuírem para a redução da malária.

Destacou ainda a entrega colectiva e o compromisso de algumas igrejas contra a malária, unindo-se em torno do objectivo comum de erradicação da patologia.

De Janeiro à presente data, a província da Lunda Sul registou 121 óbitos, num universo de 37 mil casos positivos da malária.

 

 

 

Em declarções à ANGOP a propósito do início da época chuvosa, afirmou ser necessário um trabalho conjunto e coordenado, que consiste na importância da gestão dos resíduos sólidos, charcos de águas e aposta na fumigação.

“Devemos reflectir sobre as incidências da doença na província que tem causado muitas mortes, assim como outras patologias, tais como a anemia em mulheres grávidas, e para conter a situação a vigilância deve ser reforçada, de formas a controlar o vector", sustentou.

Francisca Mangada explicou que a prevenção é o mais importante e barato que o próprio tratamento, razão pela quel  a população deve mudar de consciência ante o perigo da doença, bem como usarem sempre os mosquiteiros, ao invés de utilizarem na pesca, como habitualmente se observa em algumas zonas.

Apelou, igualmente, a população a apoiar as acções da administração municipal nas campanhas de limpeza, de modos a contribuírem para a redução da malária.

Destacou ainda a entrega colectiva e o compromisso de algumas igrejas contra a malária, unindo-se em torno do objectivo comum de erradicação da patologia.

De Janeiro à presente data, a província da Lunda Sul registou 121 óbitos, num universo de 37 mil casos positivos da malária.