Fundo Global disponibiliza mais de 82 milhões de dólares para malária, Vih/Sida e tuberculose

  • Ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta (Arquivo)
Luanda – O Fundo Global para Angola disponibilizou, nesta segunda-feira, 82 milhões e 600 mil dólares para o apoio no combate à malária, Vih/Sida e tuberculose.

A informação foi avançada pela ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta, à margem da vídeo-conferência com o Fundo Global.

Sílvia Lutucuta esclareceu que a alocação do Fundo Global superou as expectativas, tendo em conta o aumento de USD 52 milhões para USD 82 milhões.

“É sinal de confiança que tem para com os angolanos na implementação dos projectos destinados a redução das doenças acima citadas”, frisou a ministra.

Conforme a governante, a implementação desta nova subvenção vai ser diferente das outras que foram de abrangência nacional e está subnacional.

O Fundo Global, avançou a ministra, vai financiar as três doenças nas províncias de Benguela e do Cuanza Sul, para além do apoio com o tratamento e diagnóstico. Consta também uma componente comunitária muito forte: trabalhar, fundamentalmente, na prevenção e controlo dessas patologias.

Segundo a ministra, estão agora em negociações e no plano operacional prevê até Maio terminar o actual e, a partir de um de Julho, começar a implementação nas províncias de Benguela e Cuanza Sul até 2024.

Sílvia Lutucuta reiterou que o Fundo Global tem sido um parceiro estratégico do Ministério da Saúde e contribui com 6.2 milhões de dólares que são traduzidos em matérias de laboratórios, testagem, reagentes RTPCR para alguns laboratórios do país.

“Vão ainda contribuir com teste rápido antigênico. Há previsão de, nos próximos tempos, adquirir material de biossegurança”, enfatizou.

A informação foi avançada pela ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta, à margem da vídeo-conferência com o Fundo Global.

Sílvia Lutucuta esclareceu que a alocação do Fundo Global superou as expectativas, tendo em conta o aumento de USD 52 milhões para USD 82 milhões.

“É sinal de confiança que tem para com os angolanos na implementação dos projectos destinados a redução das doenças acima citadas”, frisou a ministra.

Conforme a governante, a implementação desta nova subvenção vai ser diferente das outras que foram de abrangência nacional e está subnacional.

O Fundo Global, avançou a ministra, vai financiar as três doenças nas províncias de Benguela e do Cuanza Sul, para além do apoio com o tratamento e diagnóstico. Consta também uma componente comunitária muito forte: trabalhar, fundamentalmente, na prevenção e controlo dessas patologias.

Segundo a ministra, estão agora em negociações e no plano operacional prevê até Maio terminar o actual e, a partir de um de Julho, começar a implementação nas províncias de Benguela e Cuanza Sul até 2024.

Sílvia Lutucuta reiterou que o Fundo Global tem sido um parceiro estratégico do Ministério da Saúde e contribui com 6.2 milhões de dólares que são traduzidos em matérias de laboratórios, testagem, reagentes RTPCR para alguns laboratórios do país.

“Vão ainda contribuir com teste rápido antigênico. Há previsão de, nos próximos tempos, adquirir material de biossegurança”, enfatizou.