Angola defende reforço da vigilância epidemiológica em África

  • Ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta, durante 74.ª Assembleia Mundial da Saúde
Luanda - A ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta, defendeu, neste sábado, o reforço das medidas de vigilância epidemiológica em África, para se evitar o surgimento da Pólio derivada da vacina tipo 2.

A governante, que discursava na 74.ª Assembleia Mundial da Saúde, disse que apesar da erradicação da Pólio na região africana, em 2020, é importante a vacinação e o cumprimento das medidas de vigilância epidemiológica, para se evitar surtos de Pólio Selvagem e Pólio derivada da vacina.

"Continuamos a ser assertivos e agora mais do que nunca em relação à biossegurança nos laboratórios, a partilha de dados de material genético para investigação, cumprindo com os pressupostos que estão plasmados no protocolo de Negoia do ano 2005", vincou.

Sílvia Lutucuta defendeu o posicionamento dos grupos africanos em relação às temáticas fundamentais da biossegurança nos laboratórios, protocolo de Negoia e a poliomielite.

Durante o certame, iniciado a 24 de Maio, foram abordadas questões relacionadas com a saúde pública, o manejo de casos, os medicamentos de outras doenças infecciosas e a resistência aos antibióticos.

Os delegados, que apontaram a Covid-19 como um desafio, enfatizaram a necessidade de se aumentar o acesso às vacinas, principalmente para os  países de baixa renda.

 

 

 

A governante, que discursava na 74.ª Assembleia Mundial da Saúde, disse que apesar da erradicação da Pólio na região africana, em 2020, é importante a vacinação e o cumprimento das medidas de vigilância epidemiológica, para se evitar surtos de Pólio Selvagem e Pólio derivada da vacina.

"Continuamos a ser assertivos e agora mais do que nunca em relação à biossegurança nos laboratórios, a partilha de dados de material genético para investigação, cumprindo com os pressupostos que estão plasmados no protocolo de Negoia do ano 2005", vincou.

Sílvia Lutucuta defendeu o posicionamento dos grupos africanos em relação às temáticas fundamentais da biossegurança nos laboratórios, protocolo de Negoia e a poliomielite.

Durante o certame, iniciado a 24 de Maio, foram abordadas questões relacionadas com a saúde pública, o manejo de casos, os medicamentos de outras doenças infecciosas e a resistência aos antibióticos.

Os delegados, que apontaram a Covid-19 como um desafio, enfatizaram a necessidade de se aumentar o acesso às vacinas, principalmente para os  países de baixa renda.