Atendimento humanizado concorre na procura de serviço hospitalar na província

Caxito – A melhoria na assistência médica e medicamentosa, consubstanciado no atendimento humanizado de pacientes, tem contribuído para o aumentado da procura dos serviços de saúde nas unidades sanitárias da província do Bengo, afirmou hoje, sábado, em Caxito, director interina do Gabinete Provincial da Saúde, Nsimba Nlandu.

A responsável, que falava no final de uma marcha em alusão o Dia Nacional do Trabalhador da Saúde, considerou satisfatória a acção dos técnicos nas unidades sanitárias, no tocante o atendimento humanizado das comunidades.

Referiu que apesar de se notar algumas melhorias no serviço de saúde, ainda persistem constrangimentos sociais que, de alguma forma, têm afectado a qualidade do serviço prestado pelos enfermeiros.

Por isso, disse, a saúde é um direito fundamental do cidadão por constituir um pilar para o desenvolvimento sustentável de um país, no âmbito do programa do Executivo que visa a melhoria do bem-estar das populações.

Segundo Nsimba Nlandu, a expansão da cobertura e sustentabilidade dos serviços tem tornado mais capaz dar-se solução aos problemas do sector, sublinhando que o trabalhador de saúde deve ter em conta nas suas reflexões a necessidade de redução da taxa de mortalidade.

A província do Bengo conta com uma rede sanitária constituída por seis hospitais municipais, dois gerais, 22 centros de saúde, um materno infantil e 73 postos de saúde assegurados por 2.222 trabalhadores, dos quais 160 médicos (nacionais e expatriados), 1.268 enfermeiros, 398 técnicos de diagnósticos e terapêuticos, 237 de apoio hospitalar e 158 do regime geral.

 

A responsável, que falava no final de uma marcha em alusão o Dia Nacional do Trabalhador da Saúde, considerou satisfatória a acção dos técnicos nas unidades sanitárias, no tocante o atendimento humanizado das comunidades.

Referiu que apesar de se notar algumas melhorias no serviço de saúde, ainda persistem constrangimentos sociais que, de alguma forma, têm afectado a qualidade do serviço prestado pelos enfermeiros.

Por isso, disse, a saúde é um direito fundamental do cidadão por constituir um pilar para o desenvolvimento sustentável de um país, no âmbito do programa do Executivo que visa a melhoria do bem-estar das populações.

Segundo Nsimba Nlandu, a expansão da cobertura e sustentabilidade dos serviços tem tornado mais capaz dar-se solução aos problemas do sector, sublinhando que o trabalhador de saúde deve ter em conta nas suas reflexões a necessidade de redução da taxa de mortalidade.

A província do Bengo conta com uma rede sanitária constituída por seis hospitais municipais, dois gerais, 22 centros de saúde, um materno infantil e 73 postos de saúde assegurados por 2.222 trabalhadores, dos quais 160 médicos (nacionais e expatriados), 1.268 enfermeiros, 398 técnicos de diagnósticos e terapêuticos, 237 de apoio hospitalar e 158 do regime geral.