Bloco operatório do Nambuangongo operacional em 2023

Caxito – A entrada em funcionamento do bloco operatório do Hospital Municipal de Nambuangongo, província do Bengo, poderá acontecer em 2023, com a formação de três técnicos nas áreas de cirurgia e ginecologia obstétrica.

Inaugurado em 2012 e apetrechado a 90 por cento com tecnologia “de ponta”, esta ala do hospital municipal nunca funcionou por falta de técnicos qualificados para manusear o equipamento.

Neste momento, o hospital tem um técnico a ser formado em Luanda, enquanto outros dois seguirão para capital nos próximos dias, para uma formação que terá a duração de três anos.

Segundo o director da unidade hospitalar, Ngonda Kukonda, em declarações à ANGOP, o bloco continua sem médico cirurgião, anestesistas  e gineco-obstétricos  para atender eventuais casos de cesariana.

Por esta razão, oitenta por cento de pacientes com problemas cirúrgicos são transferidos  ou evacuados com urgência para o hospital provincial do Bengo, num percurso de cerca de 110 quilómetros.

Com mais de 70 camas para internamento,  o hospital atende em média, 130 pacientes com diversas patologias.

A unidade hospitalar tem banco de urgência, serviços de oftalmologia, neurologia, ortopedia, cardiologia, dermatologia, Raio X, ecografia, imagiologia e pediatria, estomatologia, hemoterapia, áreas de medicina, maternidade e farmácia.

Construído numa área de 3.200 metros quadrados, o  hospital tem neste momento 133 funcionários, entre médicos, enfermeiros, técnicos de diagnóstico e terapêutica e de apoio hospitalar, prevendo enquadrar mais 223.

Em Nambuangongo a rede hospitalar é composta por um hospital municipal, seis centros e 16 postos de saúde que são assegurados por 232 técnicos.

Estas unidades sanitárias estão distribuídas pelas comunas do Cage Mazumbo, Quixico, Zala, Gombe, Muxaluando, Quicunzo e Canacassala.

Com uma extensão de cinco mil e 603 quilómetros quadrados, o município do Nambuangongo tem uma população estimada  em 61 mil e 24 habitantes, maioritariamente camponesas.

 

Inaugurado em 2012 e apetrechado a 90 por cento com tecnologia “de ponta”, esta ala do hospital municipal nunca funcionou por falta de técnicos qualificados para manusear o equipamento.

Neste momento, o hospital tem um técnico a ser formado em Luanda, enquanto outros dois seguirão para capital nos próximos dias, para uma formação que terá a duração de três anos.

Segundo o director da unidade hospitalar, Ngonda Kukonda, em declarações à ANGOP, o bloco continua sem médico cirurgião, anestesistas  e gineco-obstétricos  para atender eventuais casos de cesariana.

Por esta razão, oitenta por cento de pacientes com problemas cirúrgicos são transferidos  ou evacuados com urgência para o hospital provincial do Bengo, num percurso de cerca de 110 quilómetros.

Com mais de 70 camas para internamento,  o hospital atende em média, 130 pacientes com diversas patologias.

A unidade hospitalar tem banco de urgência, serviços de oftalmologia, neurologia, ortopedia, cardiologia, dermatologia, Raio X, ecografia, imagiologia e pediatria, estomatologia, hemoterapia, áreas de medicina, maternidade e farmácia.

Construído numa área de 3.200 metros quadrados, o  hospital tem neste momento 133 funcionários, entre médicos, enfermeiros, técnicos de diagnóstico e terapêutica e de apoio hospitalar, prevendo enquadrar mais 223.

Em Nambuangongo a rede hospitalar é composta por um hospital municipal, seis centros e 16 postos de saúde que são assegurados por 232 técnicos.

Estas unidades sanitárias estão distribuídas pelas comunas do Cage Mazumbo, Quixico, Zala, Gombe, Muxaluando, Quicunzo e Canacassala.

Com uma extensão de cinco mil e 603 quilómetros quadrados, o município do Nambuangongo tem uma população estimada  em 61 mil e 24 habitantes, maioritariamente camponesas.