Hospital Walter Strangway com 70 por cento do equipamento a funcionar

  • Bié: Fachada do  Hospital Walter Strangway
Cuito – Setenta por cento do equipamento instalado no Hospital “Walter Strangway”, na província do Bié, já está funcional, fruto do reforço de mais de 40 médicos especializados, em Maio deste ano.

A unidade sanitária tem capacidade de internar 230 doentes e dispõe de mil e 507 funcionários, entre médicos, enfermeiros, administrativos e auxiliares de limpeza.

Inaugurado pelo Presidente da República, João Lourenço, a 12 de Outubro de 2020, além do Bié, atende pacientes provenientes das províncias de Luanda, Benguela, Huambo, Cuando Cubango, sobretudo, na área de hemodiálise.

O hospital tem mais de 20 serviços, tais como pediatria, medicina, consulta externa, cardiologia, nefrologia, cirurgia geral e plástica, dermatologia, fisioterapia, estomatologia, gastrenterologia, ginecologia e obstetrícia, análises clínicas, ortopedia, hemodiálise, traumatologia, raio-X, urologia, anatomia patológica e outras.

Em declarações  à ANGOP, o director da unidade sanitária, David Abel, informou que, por insuficiência de pessoal especializado, os serviços de anatomia patológica, cirurgia plástica estão condicionados. Afirmou que tal situação já é de domínio do sector de tutela.

Por não dispor de orçamento próprio para suportar as despesas para o funcionamento, o Ministério da Saúde assegura o fornecimento de medicamentos essenciais e material gastáveis e de biossegurança, aquisição de meios rolantes, assim como pagamento de energia eléctrica. 

Já o governo do Bié tem assumido a alimentação dos doentes e do pessoal em serviço, aquisição de alguns fármacos, lubrificantes e combustíveis, trabalhos de limpeza e de segurança, entre outras despesas.

 

A unidade sanitária tem capacidade de internar 230 doentes e dispõe de mil e 507 funcionários, entre médicos, enfermeiros, administrativos e auxiliares de limpeza.

Inaugurado pelo Presidente da República, João Lourenço, a 12 de Outubro de 2020, além do Bié, atende pacientes provenientes das províncias de Luanda, Benguela, Huambo, Cuando Cubango, sobretudo, na área de hemodiálise.

O hospital tem mais de 20 serviços, tais como pediatria, medicina, consulta externa, cardiologia, nefrologia, cirurgia geral e plástica, dermatologia, fisioterapia, estomatologia, gastrenterologia, ginecologia e obstetrícia, análises clínicas, ortopedia, hemodiálise, traumatologia, raio-X, urologia, anatomia patológica e outras.

Em declarações  à ANGOP, o director da unidade sanitária, David Abel, informou que, por insuficiência de pessoal especializado, os serviços de anatomia patológica, cirurgia plástica estão condicionados. Afirmou que tal situação já é de domínio do sector de tutela.

Por não dispor de orçamento próprio para suportar as despesas para o funcionamento, o Ministério da Saúde assegura o fornecimento de medicamentos essenciais e material gastáveis e de biossegurança, aquisição de meios rolantes, assim como pagamento de energia eléctrica. 

Já o governo do Bié tem assumido a alimentação dos doentes e do pessoal em serviço, aquisição de alguns fármacos, lubrificantes e combustíveis, trabalhos de limpeza e de segurança, entre outras despesas.