Centro de saúde do Chingo transfere serviços   

Sumbe – O Centro de Saúde do Chingo, município do Sumbe, (Cuanza Sul) começou, na terça-feira, a transferir os seus serviços para um local provisório junto ao Mercado da Feira, em consequência do incêndio registado na segunda-feira.

De acordo com dados obtidos pela ANGOP, o incêndio foi causado por um curto-circuito e provocou a destruição de camas para internamento, 12 equipamentos de esterilização a vapor, colchões, medicamentos, tambores esterilizadores utilizados na sala de parto e curativo, entre outros meios hospitalares.

A directora municipal da saúde no Sumbe, Maria Lussinga, avançou que não há condições para que os serviços continuem a ser prestados nesta unidade sanitária, razão pela qual estão a  transferir os serviços de consulta pré-natal, medicina, pediatria e vacinação para outro local.

“Vamos trabalhar num regime de 12 horas. Os pacientes internados foram distribuídos para os hospitais geral, maternidade e pediatria,  enquanto os pacientes que desejarem consultas externas poderão faze-los nos distintos postos de saúde na periferia, que serão reforçados com os médicos e enfermeiros do centro de saúde do Chingo”, avançou.

Por seu turno, a vice-governadora para o sector político, económico e social, Emília Chinawalile, assegurou que do Ministério da Saúde vêm camas e medicamentos para o reforço nas instalações provisórias.

“É a solução encontrada. Um antigo centro infantil, que será apenas para prestar serviços às parturientes”, reforçou.

O Centro de Saúde conta com três médicos, 57 enfermeiros e o pessoal administrativo.

De acordo com dados obtidos pela ANGOP, o incêndio foi causado por um curto-circuito e provocou a destruição de camas para internamento, 12 equipamentos de esterilização a vapor, colchões, medicamentos, tambores esterilizadores utilizados na sala de parto e curativo, entre outros meios hospitalares.

A directora municipal da saúde no Sumbe, Maria Lussinga, avançou que não há condições para que os serviços continuem a ser prestados nesta unidade sanitária, razão pela qual estão a  transferir os serviços de consulta pré-natal, medicina, pediatria e vacinação para outro local.

“Vamos trabalhar num regime de 12 horas. Os pacientes internados foram distribuídos para os hospitais geral, maternidade e pediatria,  enquanto os pacientes que desejarem consultas externas poderão faze-los nos distintos postos de saúde na periferia, que serão reforçados com os médicos e enfermeiros do centro de saúde do Chingo”, avançou.

Por seu turno, a vice-governadora para o sector político, económico e social, Emília Chinawalile, assegurou que do Ministério da Saúde vêm camas e medicamentos para o reforço nas instalações provisórias.

“É a solução encontrada. Um antigo centro infantil, que será apenas para prestar serviços às parturientes”, reforçou.

O Centro de Saúde conta com três médicos, 57 enfermeiros e o pessoal administrativo.