Chevron financia reabilitação da Maternidade do Lubango  

Lubango – A antiga estrutura da Maternidade do Lubango “Irene Neto”, instalada numa área de quarto mil e 855 metros quadrados, no centro da cidade, vai ser reabilitada e requalificada num período de 14 meses, graças a um financiamento de dez milhões, 754 mil e 88 dólares da Chevron, através da sua participada Cabinda Gulf Oil Company.

A estrutura, que clamava por uma urgente reabilitação, deixou de funcionar em Dezembro de 2018, altura em que foram transferidos provisoriamente os serviços da maternidade “Irene Neto” para algumas dependências do Hospital Central do Lubango, “Dr. António Agostinho Neto”, onde funciona até ao momento.

A empreitada vai estar a cargo da empresa Mota Engil Angola, com a fiscalização da Soapro, após o auto de consignação efectuado nessa quarta-feira, no Lubango, com assinatura da executora, do financiador e do governo local.

Ao falar no acto, por plataforma virtual, o representante da empresa financiadora, Miguel Cassule, afirmou que o objectivo é contribuir para a redução da mortalidade e morbilidade materno infantil na província.

Realçou que com a conclusão da obra esperam melhoria dar condições de habitabilidade dos profissionais e utentes, aumento da capacidade instalada, desde os leitos, serviços de urgências, internamento, cirurgia, ambulatório, consultas, entre serviços, assim como o aumento da capacidade dos serviços de especialidade.

Já o secretário de Estado da Saúde Pública, Franco Mufina, que também participou virtualmente no lançamento, referiu tratar-se de mais um empreendimento que vai poder estar à disposição da população, contribuindo para a redução da mortalidade materno-infantil.

Salientou que a ideia é baixar a morte por doença, sendo que um dos indicadores para se minimizar a situação é o de trabalhar constantemente para se ter as infra-estruturas melhoradas.  

Por sua vez, o governador da Huíla, Luís Nunes disse ser uma “prenda de Natal”, uma obra ansiada pelos populares, após dois anos de paralisação. Há satisfação em ver o seu início e esperam depois 420 dias poder pôr à disposição dos huilanos os serviços na estrutura.

Agradeceu ao Presidente da República, João Lourenço por ter posto a estrutura como uma prioridade, assim como a Chevron que num momento difícil, como o que se está a viver, não descurou a da responsabilidade social da empresa.   

A empreitada contempla trabalhos de demolição e remoção dos revestimentos, abertura e tapamento dos roços, execução das fundações e estruturas de betão armado, reabilitação do reservatório de água, montagem da cobertura e das paredes em alvenaria, rebocos em paredes interiores e exteriores, impermeabilização de coberturas planas e áreas húmidas.

A obra terá ainda a execução das betonilhas, aplicação de revestimentos de pavimento e paredes, pintura, tratamento de rebocos, aplicação de tecto falso, reabilitação das janelas e portas, instalação eléctrica e de gases medicinais, reabilitação das instalações hidráulicas, dos elevadores entre outros.

Participou igualmente  do evento, forma virtual, o Secretário de Estado para Recursos Minerais, Jânio Corrêa Victor, a representar  o  Ministro dos Recursos Minerais Petróleo e Gás, Diamantino Azevedo.

A Cabinda Gulf Oil Company Limited é uma empresa totalmente participada da Chevron, representa a unidade operacional em Angola e uma grande presença no mercado energético angolano. Constitui um dos maiores produtores petrolíferos no país e a maior empregadora petrolífera estrangeira.

 

A estrutura, que clamava por uma urgente reabilitação, deixou de funcionar em Dezembro de 2018, altura em que foram transferidos provisoriamente os serviços da maternidade “Irene Neto” para algumas dependências do Hospital Central do Lubango, “Dr. António Agostinho Neto”, onde funciona até ao momento.

A empreitada vai estar a cargo da empresa Mota Engil Angola, com a fiscalização da Soapro, após o auto de consignação efectuado nessa quarta-feira, no Lubango, com assinatura da executora, do financiador e do governo local.

Ao falar no acto, por plataforma virtual, o representante da empresa financiadora, Miguel Cassule, afirmou que o objectivo é contribuir para a redução da mortalidade e morbilidade materno infantil na província.

Realçou que com a conclusão da obra esperam melhoria dar condições de habitabilidade dos profissionais e utentes, aumento da capacidade instalada, desde os leitos, serviços de urgências, internamento, cirurgia, ambulatório, consultas, entre serviços, assim como o aumento da capacidade dos serviços de especialidade.

Já o secretário de Estado da Saúde Pública, Franco Mufina, que também participou virtualmente no lançamento, referiu tratar-se de mais um empreendimento que vai poder estar à disposição da população, contribuindo para a redução da mortalidade materno-infantil.

Salientou que a ideia é baixar a morte por doença, sendo que um dos indicadores para se minimizar a situação é o de trabalhar constantemente para se ter as infra-estruturas melhoradas.  

Por sua vez, o governador da Huíla, Luís Nunes disse ser uma “prenda de Natal”, uma obra ansiada pelos populares, após dois anos de paralisação. Há satisfação em ver o seu início e esperam depois 420 dias poder pôr à disposição dos huilanos os serviços na estrutura.

Agradeceu ao Presidente da República, João Lourenço por ter posto a estrutura como uma prioridade, assim como a Chevron que num momento difícil, como o que se está a viver, não descurou a da responsabilidade social da empresa.   

A empreitada contempla trabalhos de demolição e remoção dos revestimentos, abertura e tapamento dos roços, execução das fundações e estruturas de betão armado, reabilitação do reservatório de água, montagem da cobertura e das paredes em alvenaria, rebocos em paredes interiores e exteriores, impermeabilização de coberturas planas e áreas húmidas.

A obra terá ainda a execução das betonilhas, aplicação de revestimentos de pavimento e paredes, pintura, tratamento de rebocos, aplicação de tecto falso, reabilitação das janelas e portas, instalação eléctrica e de gases medicinais, reabilitação das instalações hidráulicas, dos elevadores entre outros.

Participou igualmente  do evento, forma virtual, o Secretário de Estado para Recursos Minerais, Jânio Corrêa Victor, a representar  o  Ministro dos Recursos Minerais Petróleo e Gás, Diamantino Azevedo.

A Cabinda Gulf Oil Company Limited é uma empresa totalmente participada da Chevron, representa a unidade operacional em Angola e uma grande presença no mercado energético angolano. Constitui um dos maiores produtores petrolíferos no país e a maior empregadora petrolífera estrangeira.