Covid-19: Angola com 414.769 vacinados

  • Vacinação contra a Covid-19 no Namibe
Luanda – A director Nacional da Saúde Pública, Helga Freitas, anunciou, nesta quarta-feira, a vacinação, em todo país, de 414.769 cidadãos, no âmbito da campanha nacional.

A responsável, que falava à imprensa no final da reunião da Comissão para a Política Social do Conselho de Ministros, frisou que o processo de vacinação decorre nas 18 províncias sem constrangimentos.    

Helga Freitas avançou a expectativa de em Maio se iniciar a administração da segunda dose da vacina aos já vacinados, para, a posterior, se atender o grupo de cidadãos maiores de 40 anos de idade.

Conforme a responsável, o país conta com vacinas suficientes para começar a se aplicar a segunda dose e consequentemente a segunda fase do processo de vacinação.

Ainda para o mês de Maio, adiantou, o país espera receber mais um lote de vacinas, sem, no entanto, avançar números.

O processo de vacinação, que teve início a 2 de Março, numa primeira fase, abrange profissionais de saúde, professores de todos os níveis de ensino, pessoas idosas com mais de 65 anos, efectivos dos órgãos de Defesa e Segurança, doentes  com drepanocitose e insuficiência renal crónica com mais de 18 anos de idade.

As autoridades sanitárias prevêem vacinar 54 por cento da população, um total de 16.823.284 indivíduos maiores de 16 anos.

O país recebeu até à presente data 824 mil doses de vacina.

A campanha de vacinação decorre nas províncias de Luanda, Cabinda, Benguela, Bengo, Huambo, Huíla, Cuanza Norte, Cuando Cubango, Cuanza Sul, Cunene, Malanje, Lunda Sul,  Lunda Norte, Namibe, Moxico.

O país espera receber, até ao final deste mês, 20 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19 da Johnson & Johnson, Pfizer e Sputnik.

Trata-se de um lote de 12 milhões de doses da vacina Sputnik, para imunizar seis milhões de pessoas, mais de quatro milhões da Johnson & Johnson e mais de um milhão da Pfizer.

Helga Freitas reforçou a mensagem sobre a necessidade de os cidadãos cumprirem, rigorosamente, as medidas de prevenção com o intuito de se evitar a propagação da doença, principalmente nesta altura em que o país regista a circulação das variantes sul-africana e inglesa.

 

A responsável, que falava à imprensa no final da reunião da Comissão para a Política Social do Conselho de Ministros, frisou que o processo de vacinação decorre nas 18 províncias sem constrangimentos.    

Helga Freitas avançou a expectativa de em Maio se iniciar a administração da segunda dose da vacina aos já vacinados, para, a posterior, se atender o grupo de cidadãos maiores de 40 anos de idade.

Conforme a responsável, o país conta com vacinas suficientes para começar a se aplicar a segunda dose e consequentemente a segunda fase do processo de vacinação.

Ainda para o mês de Maio, adiantou, o país espera receber mais um lote de vacinas, sem, no entanto, avançar números.

O processo de vacinação, que teve início a 2 de Março, numa primeira fase, abrange profissionais de saúde, professores de todos os níveis de ensino, pessoas idosas com mais de 65 anos, efectivos dos órgãos de Defesa e Segurança, doentes  com drepanocitose e insuficiência renal crónica com mais de 18 anos de idade.

As autoridades sanitárias prevêem vacinar 54 por cento da população, um total de 16.823.284 indivíduos maiores de 16 anos.

O país recebeu até à presente data 824 mil doses de vacina.

A campanha de vacinação decorre nas províncias de Luanda, Cabinda, Benguela, Bengo, Huambo, Huíla, Cuanza Norte, Cuando Cubango, Cuanza Sul, Cunene, Malanje, Lunda Sul,  Lunda Norte, Namibe, Moxico.

O país espera receber, até ao final deste mês, 20 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19 da Johnson & Johnson, Pfizer e Sputnik.

Trata-se de um lote de 12 milhões de doses da vacina Sputnik, para imunizar seis milhões de pessoas, mais de quatro milhões da Johnson & Johnson e mais de um milhão da Pfizer.

Helga Freitas reforçou a mensagem sobre a necessidade de os cidadãos cumprirem, rigorosamente, as medidas de prevenção com o intuito de se evitar a propagação da doença, principalmente nesta altura em que o país regista a circulação das variantes sul-africana e inglesa.