Covid-19: Angola detecta 64 casos da variante inglesa

  • Vacinação contra a Covid-19
Luanda - A ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta, anunciou, na segunda-feira, que Angola conta com 64 casos da variante inglesa.

Em conferência de imprensa de actualização de dados, a ministra afirmou que a maior parte dos pacientes que testaram positivo não têm registo de viagem ou contacto com viajantes.

“Os pacientes não são contactos de pessoas recém-chegadas de viagem e muito menos viajaram para o estrangeiro nos últimos meses”, disse, acrescentando que os casos foram detectados nos hospitais sentinela.

“Isto significa que já há circulação da estirpe inglesa em Luanda”, alertou, desmentindo as notícias que fazem referência sobre a existência de uma variante angolana.

De acordo com a ministra,  não condiz com a verdade, pois apenas foi diagnosticada uma variante em Angola durante o processo de triagem e testagem, no desembarque no Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro.

Sílvia Lutucuta esclareceu que o controlo das novas estirpes em Angola tem sido feito com testes por RT-PCR, após o desembarque.

Além disso, acresc en t o u , s ã o  t a m b é m realizados testes antígenos e quarentena de dez dias. “Findo esse período, é feita uma nova testagem e, se o resultado for negativo, é emitida a alta epidemiológica”, disse.

Para a ministra, uma das armas no combate à Covid-19 é a vigilância epidemiológica e laboratorial assertiva. “Estamos preocupados com o aumento de casos, nos últimos dias, em Luanda, principalmente em crianças, adolescentes e jovens, que acabam por morrer”, frisou, manifestando preocupação com a constante violação do Decreto Presidencial sobre a Situação de Calamidade Pública.

Sílvia Lutucuta recordou ainda que a  5 de Março foram apresentados os primeiros testes feitos pelo Instituto Nacional de Investigação em Saúde, em colaboração com o laboratório KRISP, e detectou-se 17 casos das novas variantes, sendo sete sul africana, cinco inglesa, uma nigeriana e três novas variantes em jogadores tanzanianos, todos diagnosticados logo após o desembarque no Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro, em Luanda.

A governante tranquilizou a população e apelou ao cumprimento das medidas de protecção individual e colectiva, para evitar uma segunda vaga da Covid-19 em Angola.

Sílvia Lutucuta exortou à população ao cumprimento das medidas básicas de protecção (lavagem regular das mãos, saída desnecessária às ruas, uso correcto da máscara  e evitar locais com aglomeração).

Em conferência de imprensa de actualização de dados, a ministra afirmou que a maior parte dos pacientes que testaram positivo não têm registo de viagem ou contacto com viajantes.

“Os pacientes não são contactos de pessoas recém-chegadas de viagem e muito menos viajaram para o estrangeiro nos últimos meses”, disse, acrescentando que os casos foram detectados nos hospitais sentinela.

“Isto significa que já há circulação da estirpe inglesa em Luanda”, alertou, desmentindo as notícias que fazem referência sobre a existência de uma variante angolana.

De acordo com a ministra,  não condiz com a verdade, pois apenas foi diagnosticada uma variante em Angola durante o processo de triagem e testagem, no desembarque no Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro.

Sílvia Lutucuta esclareceu que o controlo das novas estirpes em Angola tem sido feito com testes por RT-PCR, após o desembarque.

Além disso, acresc en t o u , s ã o  t a m b é m realizados testes antígenos e quarentena de dez dias. “Findo esse período, é feita uma nova testagem e, se o resultado for negativo, é emitida a alta epidemiológica”, disse.

Para a ministra, uma das armas no combate à Covid-19 é a vigilância epidemiológica e laboratorial assertiva. “Estamos preocupados com o aumento de casos, nos últimos dias, em Luanda, principalmente em crianças, adolescentes e jovens, que acabam por morrer”, frisou, manifestando preocupação com a constante violação do Decreto Presidencial sobre a Situação de Calamidade Pública.

Sílvia Lutucuta recordou ainda que a  5 de Março foram apresentados os primeiros testes feitos pelo Instituto Nacional de Investigação em Saúde, em colaboração com o laboratório KRISP, e detectou-se 17 casos das novas variantes, sendo sete sul africana, cinco inglesa, uma nigeriana e três novas variantes em jogadores tanzanianos, todos diagnosticados logo após o desembarque no Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro, em Luanda.

A governante tranquilizou a população e apelou ao cumprimento das medidas de protecção individual e colectiva, para evitar uma segunda vaga da Covid-19 em Angola.

Sílvia Lutucuta exortou à população ao cumprimento das medidas básicas de protecção (lavagem regular das mãos, saída desnecessária às ruas, uso correcto da máscara  e evitar locais com aglomeração).