Covid-19: Centro de Vacinação com capacidade para seis mil pessoas dia

  • Técnicos da saúde no centro de vacinação contra a Covid-19
Luanda – O Centro de Vacinação montado pelo Ministério da Saúde no Complexo Turístico Paz Flor, em Luanda, tem capacidade para vacinar seis mil pessoas por dia.

Segundo a ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta, que falava à imprensa à margem do segundo dia de vacinação contra a Covid-19, as equipas criadas estão em condições de atender, sem constrangimentos, o público, no caso particular os profissionais da saúde ao longo da semana.

A ministra avançou estarem listados, até à presente data, 15 mil profissionais de saúde para receber a primeira dose da vacina, sendo que a segunda deverá ser aplicada dentro de 8 semanas.

Para terça-feira, de acordo com a ministra, o programa prevê o atendimento de pessoas maiores de 60 anos e com cormobilidades, entre os quais os doentes listados nos centros de hemodiálise.

Sílvia Lutucuta frisou existirem equipas de vacinação avançada na Zona Económica, no KM27 e nos Centros de Hemodiálise para ajudar a descentralizar o processo de vacinação.

Conforme a ministra, há necessidade de se manter o controlo, rigor, supervisão para melhor tratar da vacinação das pessoas.

A ministra realçou a segurança da vacina, apelando, por esta razão aos angolanos a se dirigirem aos locais a serem, previamente, indicados para serem imunizados.

Dados disponíveis indicam a imunização de 900 profissionais da saúde no primeiro dia, sábado, em sessão ocorrida no pavilhão multiusos do Kilamba.

Depois de Luanda, de acordo com as autoridades sanitárias, vão beneficiar da vacina os profissionais das províncias de Benguela e de Cabinda. Trata-se das três províncias do país com o maior número de casos activos de Covid-19.

O processo de vacinação gizado pelo Executivo abrange, numa primeira fase, 20 por cento da população angolana, totalizando 6.419.534 de pessoas com exposição contínua, como os profissionais de saúde, de serviços sociais e da ordem e segurança pública, pessoas com cormorbilidades de risco e de idade igual ou superior a 40 anos.

Angola recebeu, na terça-feira, 624 mil doses de vacina contra a Covid-19, no quadro da Iniciativa Covax. 

No total, estão previstos serem vacinados 52 por cento da população, um total de 16.823.284 de cidadãos maiores de 16 anos.

O país prevê receber, até ao final de Junho, 6.4 milhões de doses da AstraZeneca ou outras disponíveis para cobrir as necessidades da primeira etapa do Plano de Vacinação contra a Covid-19.

A vacina Astrazneka, de fabrico indiano, é uma das três mais utilizadas no Mundo, para prevenir casos de infecção, tendo uma eficácia científica de quase 90 por cento.

O Governo angolano está a trabalhar com a iniciativa Covax, formada pela Aliança Global para Vacinas e Imunização, Organização Mundial de Saúde (OMS) e Coligação de Inovações na Preparação para as Epidemias (CEPI), a fim de garantir que o país tenha acesso às vacinas.

No quadro do combate e prevenção contra a Covid-19, o governo angolano desembolsou trinta e dois mil milhões de kwanzas. 

O país obteve, igualmente, o apoio das agências das Nações Unidas, avaliado em 6.2 milhões de dólares em reagentes e material de biossegurança.

 

 

 

Segundo a ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta, que falava à imprensa à margem do segundo dia de vacinação contra a Covid-19, as equipas criadas estão em condições de atender, sem constrangimentos, o público, no caso particular os profissionais da saúde ao longo da semana.

A ministra avançou estarem listados, até à presente data, 15 mil profissionais de saúde para receber a primeira dose da vacina, sendo que a segunda deverá ser aplicada dentro de 8 semanas.

Para terça-feira, de acordo com a ministra, o programa prevê o atendimento de pessoas maiores de 60 anos e com cormobilidades, entre os quais os doentes listados nos centros de hemodiálise.

Sílvia Lutucuta frisou existirem equipas de vacinação avançada na Zona Económica, no KM27 e nos Centros de Hemodiálise para ajudar a descentralizar o processo de vacinação.

Conforme a ministra, há necessidade de se manter o controlo, rigor, supervisão para melhor tratar da vacinação das pessoas.

A ministra realçou a segurança da vacina, apelando, por esta razão aos angolanos a se dirigirem aos locais a serem, previamente, indicados para serem imunizados.

Dados disponíveis indicam a imunização de 900 profissionais da saúde no primeiro dia, sábado, em sessão ocorrida no pavilhão multiusos do Kilamba.

Depois de Luanda, de acordo com as autoridades sanitárias, vão beneficiar da vacina os profissionais das províncias de Benguela e de Cabinda. Trata-se das três províncias do país com o maior número de casos activos de Covid-19.

O processo de vacinação gizado pelo Executivo abrange, numa primeira fase, 20 por cento da população angolana, totalizando 6.419.534 de pessoas com exposição contínua, como os profissionais de saúde, de serviços sociais e da ordem e segurança pública, pessoas com cormorbilidades de risco e de idade igual ou superior a 40 anos.

Angola recebeu, na terça-feira, 624 mil doses de vacina contra a Covid-19, no quadro da Iniciativa Covax. 

No total, estão previstos serem vacinados 52 por cento da população, um total de 16.823.284 de cidadãos maiores de 16 anos.

O país prevê receber, até ao final de Junho, 6.4 milhões de doses da AstraZeneca ou outras disponíveis para cobrir as necessidades da primeira etapa do Plano de Vacinação contra a Covid-19.

A vacina Astrazneka, de fabrico indiano, é uma das três mais utilizadas no Mundo, para prevenir casos de infecção, tendo uma eficácia científica de quase 90 por cento.

O Governo angolano está a trabalhar com a iniciativa Covax, formada pela Aliança Global para Vacinas e Imunização, Organização Mundial de Saúde (OMS) e Coligação de Inovações na Preparação para as Epidemias (CEPI), a fim de garantir que o país tenha acesso às vacinas.

No quadro do combate e prevenção contra a Covid-19, o governo angolano desembolsou trinta e dois mil milhões de kwanzas. 

O país obteve, igualmente, o apoio das agências das Nações Unidas, avaliado em 6.2 milhões de dólares em reagentes e material de biossegurança.