Covid-19: Cidadãos continuam negligentes

  • Ilustração do  Covid-19
Malanje - Apesar da província de Malanje ter registado mais de 100 casos positivos da Covid-19, a maioria dos cidadãos que acorrem nas Caixas bancárias automáticas (ATMS) e nos estabelecimentos comerciais, com destaque para armazéns grossistas, continuam negligentes ao cumprimento das medidas de prevenção da doença.

Essa realidade foi constatada hoje (quarta-feira) nesta cidade, pela Angop, durante uma ronda, dando conta que os armazéns localizados no bairro Ritondo e os ATMs são os mais visados, registando-se consideráveis desrespeitos ao distanciamento físico e o uso correcto de máscaras faciais.

Nestes locais, muitos cidadãos aparentemente esclarecidos sobre as medidas de biossegurança simplesmente as desobedecem por negligência.

As enchentes registam-se também nas paragens de táxis e outros lugares públicos onde, apesar de existirem pontos de água, muitos utentes ignoram a lavagem das mãos.

Alguns cidadãos entrevistados pela Angop alegam que a insuficiência de caixas automáticas nos bancos e, muitas vezes, a falta de dinheiro nestes terminais eletrónicos, provavelmente estejam na base das enchentes e consequentemente desrespeito as medidas de prevenção da Covid-19.

José Cadiango precisou que, enquanto prevalecer as dificuldades de dinheiro, a situação das enchentes nos ATMs vai continuar.

“ Uma vez que a tendência das pessoas é encontrar um caixa vazio e, quando não acontece, todos os clientes optam por se aglomerar num só, desrespeitando o distanciamento físico”, asseverou.

Luciano Garcia disse que, nos últimos dias, os clientes chegam a ficar até quatro a cinco horas na fila de entrada do balcão de um banco ou nos ATMs para levantamento de dinheiro, condição que força a desobediência as medidas de biossegurança.

Já a cidadã Albertina Samuel alinha no mesmo diapasão e admite que as necessidades obrigam o ajuntamento, porquanto a maior parte dos cidadãos, sobretudo funcionários públicos, têm os seus dinheiros depositados nos bancos e, no final de cada mês, há essa tendência de enchentes para os devidos levantamentos salariais, transferências ou outras transações bancárias.

Para a gerente do Banco BCI, Josina Mateus, as medidas de biossegurança na sua instituição estão totalmente asseguradas e os clientes são obrigados a cumpri-las.

“ Quer no acesso ao ATM e ao interior do banco, o indivíduo tem de inicialmente lavar as mãos com água e sabão e desinfectar com álcool em gel”, indicou.

Precisou que a instituição tem trabalhado com a Polícia Nacional na manutenção da ordem, fazendo com que o cumprimento das medidas de biossegurança seja obrigatório.

Malanje já registou até ao momento 163 casos positivos da Covid-19, dos quais um recuperado e um morto.

Essa realidade foi constatada hoje (quarta-feira) nesta cidade, pela Angop, durante uma ronda, dando conta que os armazéns localizados no bairro Ritondo e os ATMs são os mais visados, registando-se consideráveis desrespeitos ao distanciamento físico e o uso correcto de máscaras faciais.

Nestes locais, muitos cidadãos aparentemente esclarecidos sobre as medidas de biossegurança simplesmente as desobedecem por negligência.

As enchentes registam-se também nas paragens de táxis e outros lugares públicos onde, apesar de existirem pontos de água, muitos utentes ignoram a lavagem das mãos.

Alguns cidadãos entrevistados pela Angop alegam que a insuficiência de caixas automáticas nos bancos e, muitas vezes, a falta de dinheiro nestes terminais eletrónicos, provavelmente estejam na base das enchentes e consequentemente desrespeito as medidas de prevenção da Covid-19.

José Cadiango precisou que, enquanto prevalecer as dificuldades de dinheiro, a situação das enchentes nos ATMs vai continuar.

“ Uma vez que a tendência das pessoas é encontrar um caixa vazio e, quando não acontece, todos os clientes optam por se aglomerar num só, desrespeitando o distanciamento físico”, asseverou.

Luciano Garcia disse que, nos últimos dias, os clientes chegam a ficar até quatro a cinco horas na fila de entrada do balcão de um banco ou nos ATMs para levantamento de dinheiro, condição que força a desobediência as medidas de biossegurança.

Já a cidadã Albertina Samuel alinha no mesmo diapasão e admite que as necessidades obrigam o ajuntamento, porquanto a maior parte dos cidadãos, sobretudo funcionários públicos, têm os seus dinheiros depositados nos bancos e, no final de cada mês, há essa tendência de enchentes para os devidos levantamentos salariais, transferências ou outras transações bancárias.

Para a gerente do Banco BCI, Josina Mateus, as medidas de biossegurança na sua instituição estão totalmente asseguradas e os clientes são obrigados a cumpri-las.

“ Quer no acesso ao ATM e ao interior do banco, o indivíduo tem de inicialmente lavar as mãos com água e sabão e desinfectar com álcool em gel”, indicou.

Precisou que a instituição tem trabalhado com a Polícia Nacional na manutenção da ordem, fazendo com que o cumprimento das medidas de biossegurança seja obrigatório.

Malanje já registou até ao momento 163 casos positivos da Covid-19, dos quais um recuperado e um morto.