COVID-19: Cidadãos desrespeitam distanciamento físico

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Malanje - A ingente necessidade de se deslocar, sobretudo de casa para o trabalho, escola e outros pontos, nas primeiras horas do dia, tem forçado o desrespeito ao distanciamento físico dos cidadãos nas paragens e interior de táxis, na cidade de Malanje.

Essa situação resultante da insuficiência de viaturas de prestação de serviço público coloca em risco de contágio e disseminação da Covid-19, tendo em conta ao ajuntamento que se regista nas paragens, aliado ao excesso de lotação nos táxis.

Numa ronda efectuada hoje, terça-feira, pela Angop, apurou-se que fruto das dificuldades de transporte, muitos taxistas encurtam as rotas e, por conta disso, muitos cidadãos optam por moto-táxis, vulgos kupapatas, embora reconheçam o perigo que correm.

Os locais de carregamento e descarregamento de passageiros e mercadorias mais afluídos são, essencialmente, os mercados da Cangambo e Cateba, bem como as paragens de táxi do Restaurante Triângulo, Jardim Municipal e Nosso Super, onde a paciência e o ajuntamento de pessoas são os principais cartazes para quem quer apanhar um táxi.

O serviço de transportes colectivos em Malanje é feito, maioritariamente, através de autocarros e viaturas ligeiras, vulgo "candongueiros", mas em número reduzido para atender a demanda populacional, o que tem estado na base da sobrelotação de passageiros.

Entretanto, o director do Gabinete Provincial dos Transportes, Tráfego e Mobilidade Urbana, Edgar Ndala, disse que recentemente a província beneficiou de nove autocarros para o serviço urbano, mas são insuficientes para cobrir as rotas.

Recordou que devido às restrições resultantes da Covid-19, as viaturas só podem ter uma lotação de 75 por cento, o que contribui na dificuldade de acesso ao táxi.

Actualmente, o Gabinete controla cerca de 800 viaturas legais ao serviço de táxi.

Com as enchentes de passageiros que se regista nos últimos dias nas paragens de táxi, os preços da corrida oscilam entre os 200, 300 e 400 kwanzas, contra os 150 anteriores.

Malanje conta com o registo de 203 casos de Covid-19, com um morto e nove recuperados

 

Essa situação resultante da insuficiência de viaturas de prestação de serviço público coloca em risco de contágio e disseminação da Covid-19, tendo em conta ao ajuntamento que se regista nas paragens, aliado ao excesso de lotação nos táxis.

Numa ronda efectuada hoje, terça-feira, pela Angop, apurou-se que fruto das dificuldades de transporte, muitos taxistas encurtam as rotas e, por conta disso, muitos cidadãos optam por moto-táxis, vulgos kupapatas, embora reconheçam o perigo que correm.

Os locais de carregamento e descarregamento de passageiros e mercadorias mais afluídos são, essencialmente, os mercados da Cangambo e Cateba, bem como as paragens de táxi do Restaurante Triângulo, Jardim Municipal e Nosso Super, onde a paciência e o ajuntamento de pessoas são os principais cartazes para quem quer apanhar um táxi.

O serviço de transportes colectivos em Malanje é feito, maioritariamente, através de autocarros e viaturas ligeiras, vulgo "candongueiros", mas em número reduzido para atender a demanda populacional, o que tem estado na base da sobrelotação de passageiros.

Entretanto, o director do Gabinete Provincial dos Transportes, Tráfego e Mobilidade Urbana, Edgar Ndala, disse que recentemente a província beneficiou de nove autocarros para o serviço urbano, mas são insuficientes para cobrir as rotas.

Recordou que devido às restrições resultantes da Covid-19, as viaturas só podem ter uma lotação de 75 por cento, o que contribui na dificuldade de acesso ao táxi.

Actualmente, o Gabinete controla cerca de 800 viaturas legais ao serviço de táxi.

Com as enchentes de passageiros que se regista nos últimos dias nas paragens de táxi, os preços da corrida oscilam entre os 200, 300 e 400 kwanzas, contra os 150 anteriores.

Malanje conta com o registo de 203 casos de Covid-19, com um morto e nove recuperados