Covid-19: Cidadãos querem prorrogação na apresentação do certificado de vacina

  • Aglomeração da população no posto de vacinação da casa da Juventude em Viana
Luanda -  Os funcionários públicos, privados e estudantes maiores de 18 anos solicitaram, esta quinta-feira, em Luanda, ao Executivo a prorrogação do prazo para a apresentação do certificado de vacinação, cuja obrigatoriedade entra em vigor a partir de sexta-feira.

Como forma de conter a propagação da pandemia, começa a vigorar, esta sexta-feira, a obrigatoriedade da apresentação do certificado de vacina para se ter acesso a locais públicos ou fechados.

Os utentes apresentam como justificativa para a prorrogação do prazo as enchentes nos postos de vacinação na província de Luanda.

Numa ronda feita pela ANGOP em alguns postos de vacinação, verificou-se a preocupação dos utentes que procuram a todo custo a administração da primeira dose de vacina contra a Covid-19,  sendo mesmo obrigados a pernoitar nos locais de vacinação.

Para a jovem estudante Helena Luís, de 20 anos, que se deslocou ao posto de vacinação na União dos Escritores Angolanos, é necessário que o Executivo possa prolongar a data para entrada em vigor, uma vez que nem todos estão vacinados e existe grande enchente nos postos.   

“Os centros de vacinação estão abarrotados, somos obrigados a pernoitar no lado de fora para ocupar lugar, pois não poderemos nem assistir aulas ou entrar em instituições públicas e privadas", referiu.

Com uma média diária de mais de três mil vacinados, esta quinta-feira, o posto de vacinação da escola Muto-Ya-Kevela, regista uma certa fluidez,  o que agradou ao funcionário Norberto Pascoal, que não teve muitas dificuldades para ser vacinado.

“Sei que a partir de amanhã vai começar a exigência do cartão de vacina nas empresas, como não tinha feito a vacina em tempo oportuno tive de aguentar a fila”, referiu.

Apelou, por outro lado, ao Executivo no sentido de prorrogar a data para entrada em vigor do decreto, sublinhando que ainda há muitos por vacinar.   

Já no posto de vacinação do Chamavo, o jovem Hélder Faustino disse não ter outra solução se não “aguentar a enchente”, uma vez que é funcionário em um bar e tem de trabalhar para conseguir pagar as suas contas.

"Precisamos que o governo conceda mais algum tempo, pelo menos até Dezembro deste ano, para que todos possam ser vacinados”, considerou.

Segundo o Decreto Presidencial, a partir de sexta-feira, 15 de Outubro, as entidades públicas e privadas poderão, de forma a garantir o bem-estar dos utentes e demais trabalhadores, exigir a apresentação do cartão ou certificado de vacinação.

Como forma de conter a propagação da pandemia, começa a vigorar, esta sexta-feira, a obrigatoriedade da apresentação do certificado de vacina para se ter acesso a locais públicos ou fechados.

Os utentes apresentam como justificativa para a prorrogação do prazo as enchentes nos postos de vacinação na província de Luanda.

Numa ronda feita pela ANGOP em alguns postos de vacinação, verificou-se a preocupação dos utentes que procuram a todo custo a administração da primeira dose de vacina contra a Covid-19,  sendo mesmo obrigados a pernoitar nos locais de vacinação.

Para a jovem estudante Helena Luís, de 20 anos, que se deslocou ao posto de vacinação na União dos Escritores Angolanos, é necessário que o Executivo possa prolongar a data para entrada em vigor, uma vez que nem todos estão vacinados e existe grande enchente nos postos.   

“Os centros de vacinação estão abarrotados, somos obrigados a pernoitar no lado de fora para ocupar lugar, pois não poderemos nem assistir aulas ou entrar em instituições públicas e privadas", referiu.

Com uma média diária de mais de três mil vacinados, esta quinta-feira, o posto de vacinação da escola Muto-Ya-Kevela, regista uma certa fluidez,  o que agradou ao funcionário Norberto Pascoal, que não teve muitas dificuldades para ser vacinado.

“Sei que a partir de amanhã vai começar a exigência do cartão de vacina nas empresas, como não tinha feito a vacina em tempo oportuno tive de aguentar a fila”, referiu.

Apelou, por outro lado, ao Executivo no sentido de prorrogar a data para entrada em vigor do decreto, sublinhando que ainda há muitos por vacinar.   

Já no posto de vacinação do Chamavo, o jovem Hélder Faustino disse não ter outra solução se não “aguentar a enchente”, uma vez que é funcionário em um bar e tem de trabalhar para conseguir pagar as suas contas.

"Precisamos que o governo conceda mais algum tempo, pelo menos até Dezembro deste ano, para que todos possam ser vacinados”, considerou.

Segundo o Decreto Presidencial, a partir de sexta-feira, 15 de Outubro, as entidades públicas e privadas poderão, de forma a garantir o bem-estar dos utentes e demais trabalhadores, exigir a apresentação do cartão ou certificado de vacinação.