Covid-19: Combate à pandemia gasta mais de 100 milhões de kwanzas

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Malanje - Pelo menos 115 milhões de kwanzas foram gastos pela Comissão Técnica Provincial de Resposta à Covid-19 na aquisição de meios de biossegurança, formação de técnicos e outras despesas tendentes ao combate à pandemia em Malanje.

De acordo com o coordenador da sub-comissão de saúde da Comissão Provincial de Resposta à Covid-19 em Malanje, Avantino Sebastião, o valor em causa foi alocado faseadamente, sendo 75 milhões de kwanzas no início da pandemia, em Março último, 10 milhões de kwanzas nos quatro meses seguintes e 30 milhões de kwanzas em Outubro deste ano.

O responsável precisou que, ainda assim, as necessidades são acentuadas, pelo que a sub-comissão de saúde elaborou e apresentou um orçamento de 30 milhões de kwanzas mensais, a ser cabimentado a partir de 2021, caso seja aprovado e o quadro epidemiológico da Covid-19 permaneça.

Por outro lado, Avantino Sebastião repudiou informações que dão conta que os lixos hospitalares decorrentes do manuseio dos casos da doença têm tratamento inadequado, representando perigo às pessoas, por serem falsas e infundadas.

Entretanto, reiterou a necessidade da contínua observância das medidas de prevenção, através do cumprimento das regras de biossegurança, face a tendência da subida dos casos da doença no país e na província, em particular.

Malanje tem o registo de 2002 casos do novo Coronavírus, com 189 activos, 10 recuperados e três mortos, sendo a zona urbana e os bairros Maxinde, Vila Matilde, Ritondo e Cafukufuku, os mais afectados.

Actualmente encontram-se seis pacientes em quarentena domiciliar e um em institucional, sob acompanhamento das autoridades sanitárias.

 

 

 

De acordo com o coordenador da sub-comissão de saúde da Comissão Provincial de Resposta à Covid-19 em Malanje, Avantino Sebastião, o valor em causa foi alocado faseadamente, sendo 75 milhões de kwanzas no início da pandemia, em Março último, 10 milhões de kwanzas nos quatro meses seguintes e 30 milhões de kwanzas em Outubro deste ano.

O responsável precisou que, ainda assim, as necessidades são acentuadas, pelo que a sub-comissão de saúde elaborou e apresentou um orçamento de 30 milhões de kwanzas mensais, a ser cabimentado a partir de 2021, caso seja aprovado e o quadro epidemiológico da Covid-19 permaneça.

Por outro lado, Avantino Sebastião repudiou informações que dão conta que os lixos hospitalares decorrentes do manuseio dos casos da doença têm tratamento inadequado, representando perigo às pessoas, por serem falsas e infundadas.

Entretanto, reiterou a necessidade da contínua observância das medidas de prevenção, através do cumprimento das regras de biossegurança, face a tendência da subida dos casos da doença no país e na província, em particular.

Malanje tem o registo de 2002 casos do novo Coronavírus, com 189 activos, 10 recuperados e três mortos, sendo a zona urbana e os bairros Maxinde, Vila Matilde, Ritondo e Cafukufuku, os mais afectados.

Actualmente encontram-se seis pacientes em quarentena domiciliar e um em institucional, sob acompanhamento das autoridades sanitárias.