Covid-19: Comissão deixa de fazer testes em massa

  • Secretário de Estado para a saúde Pública Franco Mufinda
Luanda – A Comissão Multissetorial de Prevenção e Combate à Covid-19 deixou de realizar a testagem em massa, a título individual, conforme se observava anteriormente no país, para dar prioridade aos contactos directos de eventuais casos positivos, segundo o secretário de Estado para Saúde Pública, Franco Mufinda.

Ao actualizar os dados da Covid-19 das últimas 24 horas, Franco Mufinda justificou que, com essa medida, as autoridades sanitárias angolanas passam a testar os contactos directos de caso positivo.

Acrescentou que, doravante, a testagem também será reservada, essencialmente, aos profissionais de saúde, às pessoas suspeitas de Covid-19, assim como aos doentes internados ou em consulta ambulatória, afectadas por outras doenças, viajantes e cadáveres, independentemente da causa da morte.

Diante desse cenário, o secretário de Estado desencoraja os cidadãos e as instituições ou empresas a fazerem pedidos para a feitura da testagem individual ou em massa, sem obedecer os requisitos exigidos.

Apesar das limitações na testagem em massa, avançou, as autoridades sanitárias angolanas continuam a realizar estudos epidemiológicos em alguns conglomerados, como mercados e escolas, caso haja interesse da Comissão Multissectorial em aferir o comportamento da pandemia nesses locais.

Nas últimas 24 horas, foram processadas 2.513 amostras por RT-PCR, sendo 141 positivas e 2.372 negativas, com uma taxa de positividade de 5,6 por cento.

Desde que o país começou a testar internamente, em Março último, os laboratórios já  processaram um total de 217.706 amostras por biologia molecular RT-PCR, das quais 14.634 foram positivas e 203.072 negativas, com uma taxa de positividade de 6,7 por cento.

Além do teste de RT-PCR, o país também utiliza os exames rápidos Serológicos, de Elisa e o teste rápido de antígeno.
Detalhe dos testes.

O teste RT-PCR, o exame padrão-ouro para revelar quem está ou não com a covid-19, é feito através de uma zaragatoa introduzida no nariz ou na boca, mas a obtenção do seu resultado pode demorar 24 horas ou mais tempo.

Já o teste rápido Sorológico centra-se na colheita do sangue no dedo indicador, obtendo o resultado em 5 ou 10 minutos, mas serve apenas para aferir se a pessoa entrou em contacto com o vírus e o eliminou (caso reactivo/IGG), através do seu sistema imunológico, ou se ainda continua com a doença no organismo (caso reactivo/IGM).

O resultado desse teste é provisório e, em várias ocasiões, indica falso-positivo ou falso-negativo, sendo necessário recorrer ao teste de biologia molecular para obter o resultado definitivo.

Contrariamente ao teste rápido Sorológico, o Elisa é feito através da colheita do sangue numa das veias do braço, mas o seu resultado pode demorar uma hora.

Por outro lado, o teste de antígeno também é feito com uso da zaragatoa, mas o seu resultado é obtido em apenas 15 minutos.

Alguns especialistas/virologistas mostram ainda que o teste de antígeno, em determinadas situações, pode ser até melhor do que o RT-PCR (teste de biologia molecular), por, entre vários motivos, identificar quem está com a covid-19 em apenas 15 minutos, acertando em mais de 90% no diagnóstico.

Ao actualizar os dados da Covid-19 das últimas 24 horas, Franco Mufinda justificou que, com essa medida, as autoridades sanitárias angolanas passam a testar os contactos directos de caso positivo.

Acrescentou que, doravante, a testagem também será reservada, essencialmente, aos profissionais de saúde, às pessoas suspeitas de Covid-19, assim como aos doentes internados ou em consulta ambulatória, afectadas por outras doenças, viajantes e cadáveres, independentemente da causa da morte.

Diante desse cenário, o secretário de Estado desencoraja os cidadãos e as instituições ou empresas a fazerem pedidos para a feitura da testagem individual ou em massa, sem obedecer os requisitos exigidos.

Apesar das limitações na testagem em massa, avançou, as autoridades sanitárias angolanas continuam a realizar estudos epidemiológicos em alguns conglomerados, como mercados e escolas, caso haja interesse da Comissão Multissectorial em aferir o comportamento da pandemia nesses locais.

Nas últimas 24 horas, foram processadas 2.513 amostras por RT-PCR, sendo 141 positivas e 2.372 negativas, com uma taxa de positividade de 5,6 por cento.

Desde que o país começou a testar internamente, em Março último, os laboratórios já  processaram um total de 217.706 amostras por biologia molecular RT-PCR, das quais 14.634 foram positivas e 203.072 negativas, com uma taxa de positividade de 6,7 por cento.

Além do teste de RT-PCR, o país também utiliza os exames rápidos Serológicos, de Elisa e o teste rápido de antígeno.
Detalhe dos testes.

O teste RT-PCR, o exame padrão-ouro para revelar quem está ou não com a covid-19, é feito através de uma zaragatoa introduzida no nariz ou na boca, mas a obtenção do seu resultado pode demorar 24 horas ou mais tempo.

Já o teste rápido Sorológico centra-se na colheita do sangue no dedo indicador, obtendo o resultado em 5 ou 10 minutos, mas serve apenas para aferir se a pessoa entrou em contacto com o vírus e o eliminou (caso reactivo/IGG), através do seu sistema imunológico, ou se ainda continua com a doença no organismo (caso reactivo/IGM).

O resultado desse teste é provisório e, em várias ocasiões, indica falso-positivo ou falso-negativo, sendo necessário recorrer ao teste de biologia molecular para obter o resultado definitivo.

Contrariamente ao teste rápido Sorológico, o Elisa é feito através da colheita do sangue numa das veias do braço, mas o seu resultado pode demorar uma hora.

Por outro lado, o teste de antígeno também é feito com uso da zaragatoa, mas o seu resultado é obtido em apenas 15 minutos.

Alguns especialistas/virologistas mostram ainda que o teste de antígeno, em determinadas situações, pode ser até melhor do que o RT-PCR (teste de biologia molecular), por, entre vários motivos, identificar quem está com a covid-19 em apenas 15 minutos, acertando em mais de 90% no diagnóstico.