Covid-19: Comissão descarta testes em massa na Lunda Norte

  • Ilustração do Covid-19
Dundo – A porta-voz da Comissão Multissectorial de Resposta a Covid-19 na Lunda Norte, Filomena Simão, afirmou, hoje, segunda-feira, no Dundo, que a actual situação epidemiológica na região não recomenda a realização de testes em massa nas comunidades.

Em declarações à Angop, Filomena Simão disse que a situação epidemiológica na Lunda Norte ainda é estável e não apresenta grandes ameaças de propagação da pandemia.

Fez saber que as autoridades estão a priorizar os contactos rastreados dos 56 casos positivos activos, para os testes com zaragatoa, descartando, por enquanto, testagem em massa nas comunidades, apesar de a província já registar contaminação local da Covid-19.

“Por enquanto não precisamos realizar testes em massa, porque epidemiologicamente a situação não nos obriga, vamos continuar a reforçar a vigilância e as medidas de biossegurança nas instituições públicas, fronteiras e postos de controlo inter-provincial”, sublinhou.

Avançou que a província recebeu recentemente três mil testes, sendo dois mil rápidos e mil zaragatoas, que estão a permitir a testagem de cidadãos que tiveram contactos com os oito casos positivos activos.

Por outro lado, fez saber que os pacientes estão a ser assistidos no Hospital de Campanha e nas suas residências.

A província da Lunda Norte, que partilha uma vasta fronteira com a República Democrática do Congo (RDC), tem o registo de 57 casos positivos, sendo 56 activos e um recuperado.

 

Em declarações à Angop, Filomena Simão disse que a situação epidemiológica na Lunda Norte ainda é estável e não apresenta grandes ameaças de propagação da pandemia.

Fez saber que as autoridades estão a priorizar os contactos rastreados dos 56 casos positivos activos, para os testes com zaragatoa, descartando, por enquanto, testagem em massa nas comunidades, apesar de a província já registar contaminação local da Covid-19.

“Por enquanto não precisamos realizar testes em massa, porque epidemiologicamente a situação não nos obriga, vamos continuar a reforçar a vigilância e as medidas de biossegurança nas instituições públicas, fronteiras e postos de controlo inter-provincial”, sublinhou.

Avançou que a província recebeu recentemente três mil testes, sendo dois mil rápidos e mil zaragatoas, que estão a permitir a testagem de cidadãos que tiveram contactos com os oito casos positivos activos.

Por outro lado, fez saber que os pacientes estão a ser assistidos no Hospital de Campanha e nas suas residências.

A província da Lunda Norte, que partilha uma vasta fronteira com a República Democrática do Congo (RDC), tem o registo de 57 casos positivos, sendo 56 activos e um recuperado.