Covid-19: Funcionários destacam imunização contra morbi-mortalidade

  • Cabinda: Campanha de vacinação retomou
Luena – Funcionários públicos vacinados hoje, no Luena, contra a Covid-19 destacaram a necessidade da imunização da população para se erradicar a pandemia e diminuir-se a morbi-mortalidade pelo coronavírus.

Na campanha iniciada esta segunda-feira, que prevê imunizar mil 860 funcionários públicos, destaque recai para técnicos da saúde, educação, membros do governo e forças de ordem e segurança começaram.

Na primeira fase da campanha vão ser imunizados treze mil e 860 pessoas, correspondendo ao número de doses da Astrazeneca disponivéis na província.

A propósito, a enfermeira Maria de Fátima, de 51 anos, disse que não sentiu qualquer reacção anormal após ser imunizada e incentiva a participação de toda população para se combater a doença.

A mesma opinião foi partilhada pelo enfermeiro André Silva, de 60 anos de idade, que se mostrou feliz por fazer parte do grupo prioritário.

Já João Carlos, efectivo da Polícia Nacional, destacou o nível de organização e espera que a vacina chegue a toda população.

Eduardo Matias, do governo provincial, diz-se saudável e afastou qualquer possibilidade da vacina ser dolorosa ou causadora de outras reacções adversas graves. “Estou bem, em todos os sentidos”, assegurou.

Em declarações à imprensa, o porta-voz da Comissão Multissectorial de Combate à Covid-19 no Moxico, Balde Barnabé, disse que neste primeiro dia prevê-se imunizar mais de três mil profissionais de todos os grupos prioritários.

Recordou que o processo vai ser contínuo, sendo que os profissionais dos restantes municípios da província começam a ser vacinados após o município sede.

Já o representante da OMS no Moxico, Gregório Janeiro, reiterou que a vacina da Astrazeneca é segura, com certificação internacional, apelando a adesão a campanha.

Por sua vez, o governador provincial, Gonçalves Muandumba, recordou aos grupos de profissionais que vão ser vacinados a necessidade de continuar a cumprir as medidas de biossegurança em vigor no país, principalmente, a utilização das máscaras faciais.

A província do Moxico registou 246 casos positivos, quatro mortes e nenhum caso activo da pandemia da Covid-19.

 

Na campanha iniciada esta segunda-feira, que prevê imunizar mil 860 funcionários públicos, destaque recai para técnicos da saúde, educação, membros do governo e forças de ordem e segurança começaram.

Na primeira fase da campanha vão ser imunizados treze mil e 860 pessoas, correspondendo ao número de doses da Astrazeneca disponivéis na província.

A propósito, a enfermeira Maria de Fátima, de 51 anos, disse que não sentiu qualquer reacção anormal após ser imunizada e incentiva a participação de toda população para se combater a doença.

A mesma opinião foi partilhada pelo enfermeiro André Silva, de 60 anos de idade, que se mostrou feliz por fazer parte do grupo prioritário.

Já João Carlos, efectivo da Polícia Nacional, destacou o nível de organização e espera que a vacina chegue a toda população.

Eduardo Matias, do governo provincial, diz-se saudável e afastou qualquer possibilidade da vacina ser dolorosa ou causadora de outras reacções adversas graves. “Estou bem, em todos os sentidos”, assegurou.

Em declarações à imprensa, o porta-voz da Comissão Multissectorial de Combate à Covid-19 no Moxico, Balde Barnabé, disse que neste primeiro dia prevê-se imunizar mais de três mil profissionais de todos os grupos prioritários.

Recordou que o processo vai ser contínuo, sendo que os profissionais dos restantes municípios da província começam a ser vacinados após o município sede.

Já o representante da OMS no Moxico, Gregório Janeiro, reiterou que a vacina da Astrazeneca é segura, com certificação internacional, apelando a adesão a campanha.

Por sua vez, o governador provincial, Gonçalves Muandumba, recordou aos grupos de profissionais que vão ser vacinados a necessidade de continuar a cumprir as medidas de biossegurança em vigor no país, principalmente, a utilização das máscaras faciais.

A província do Moxico registou 246 casos positivos, quatro mortes e nenhum caso activo da pandemia da Covid-19.