Covid-19: Governador insta população a denunciar violadores de fronteira

  • Governador da província do Zaire, Pedro Makita Armando Júlia
Mbanza Kongo – O governador provincial do Zaire, Pedro Makita Armando Júlia, instou nesta segunda-feira a população residente no perímetro fronteiriço com a República Democrática do Congo (RDC) a colaborar com as autoridades, denunciando os violadores de fronteira.

Ao dirigir-se à população da vila fronteiriça do Nóqui, no quadro da sua jornada de campo, disse que, apesar de se verificar um ligeiro abrandamento de casos positivos da Covid-19 no país, a população, sobretudo a residente em zonas fronteiriças com a RDC não deve baixar a “guarda”, denunciando às autoridades todos que insistem em violar o Decreto Presidencial sobre o Estado de Calamidade.

Pediu para o cumprimento rigoroso das medidas de biossegurança para se evitar a propagação do vírus e o surgimento de novos casos desta pandemia.

“Não é pelo facto de termos beneficiado, há dias, um hospital de campanha para o tratamento e internamento de casos positivos da Covid-19, que vamos minimizar as medidas de biossegurança”, alertou.

Augurou que o novo hospital de campanha, aberto na cidade do Soyo, passe apenas a tratar casos antigos desta pandemia e não acolher novos casos da covid-19 na região.

Anunciou a entrada em funcionamento, no próximo mês de Abril, na vila do Nzeto, de um outro hospital de campanha com capacidade para 80 camas.

“São empreendimentos hospitalares que o Executivo está a erguer um pouco por todo o país para fazer face à pandemia”, referiu.

A província do Zaire, norte de Angola, contabiliza mais de 50 casos activos, 16 óbitos e 695 pacientes recuperados.  

A região partilha 310 quilómetros de fronteira com a RDC.

 

Ao dirigir-se à população da vila fronteiriça do Nóqui, no quadro da sua jornada de campo, disse que, apesar de se verificar um ligeiro abrandamento de casos positivos da Covid-19 no país, a população, sobretudo a residente em zonas fronteiriças com a RDC não deve baixar a “guarda”, denunciando às autoridades todos que insistem em violar o Decreto Presidencial sobre o Estado de Calamidade.

Pediu para o cumprimento rigoroso das medidas de biossegurança para se evitar a propagação do vírus e o surgimento de novos casos desta pandemia.

“Não é pelo facto de termos beneficiado, há dias, um hospital de campanha para o tratamento e internamento de casos positivos da Covid-19, que vamos minimizar as medidas de biossegurança”, alertou.

Augurou que o novo hospital de campanha, aberto na cidade do Soyo, passe apenas a tratar casos antigos desta pandemia e não acolher novos casos da covid-19 na região.

Anunciou a entrada em funcionamento, no próximo mês de Abril, na vila do Nzeto, de um outro hospital de campanha com capacidade para 80 camas.

“São empreendimentos hospitalares que o Executivo está a erguer um pouco por todo o país para fazer face à pandemia”, referiu.

A província do Zaire, norte de Angola, contabiliza mais de 50 casos activos, 16 óbitos e 695 pacientes recuperados.  

A região partilha 310 quilómetros de fronteira com a RDC.