Covid-19: Mais de seis mil profissionais da saúde vacinados em três dias

  • Vacinação contra a Covid-19
Luanda – Seis mil cento e sessenta e nove profissionais da saúde foram já imunizados contra a Covid-19, em três dias de campanha, avançou, nesta segunda-feira, a ministra da Saúde Sílvia Lutucuta.

De acordo com a governante, que falava em conferência de imprensa, destes, 3.312 foram vacinados nesta segunda-feira, terceiro dia da vacinação em massa.

O Centro de Vacinação montado no Complexo Turístico Paz Flor tem capacidade para vacinar seis mil pessoas por dia.

Para terça-feira, de acordo com a ministra, o programa prevê o atendimento de pessoas maiores de 60 anos e com cormobilidades, entre os quais os doentes listados nos centros de hemodiálise.

Depois de Luanda, de acordo com as autoridades sanitárias, vão beneficiar da vacina os profissionais das províncias de Benguela e de Cabinda. Trata-se das três províncias do país com o maior número de casos activos de Covid-19.

Metas do Executivo

O processo de vacinação gizado pelo Executivo abrange, numa primeira fase, 20 por cento da população angolana, totalizando 6.419.534 de pessoas com exposição contínua, como os profissionais de saúde, de serviços sociais e da ordem e segurança pública, pessoas com cormobilidades de risco e de idade igual ou superior a 40 anos.

Angola recebeu  624 mil doses de vacina contra a Covid-19, no quadro da Iniciativa Covax. 

No total, estão previstos serem vacinados 52 por cento da população, um total de 16.823.284 de cidadãos maiores de 16 anos.

O país prevê receber, até ao final de Junho, 6.4 milhões de doses da AstraZeneca ou outras disponíveis para cobrir as necessidades da primeira etapa do Plano de Vacinação contra a Covid-19.

A vacina Astrazeneca, de fabrico indiano, é uma das três mais utilizadas no Mundo, para prevenir casos de infecção, tendo uma eficácia científica de quase 90 por cento.

O Governo angolano está a trabalhar com a iniciativa Covax, formada pela Aliança Global para Vacinas e Imunização, Organização Mundial de Saúde (OMS) e Coligação de Inovações na Preparação para as Epidemias (CEPI), a fim de garantir que o país tenha acesso às vacinas.

No quadro do combate e prevenção contra a Covid-19, o governo angolano desembolsou trinta e dois mil milhões de kwanzas. 

O país obteve, igualmente, o apoio das agências das Nações Unidas, avaliado em 6.2 milhões de dólares em reagentes e material de biossegurança.

 

De acordo com a governante, que falava em conferência de imprensa, destes, 3.312 foram vacinados nesta segunda-feira, terceiro dia da vacinação em massa.

O Centro de Vacinação montado no Complexo Turístico Paz Flor tem capacidade para vacinar seis mil pessoas por dia.

Para terça-feira, de acordo com a ministra, o programa prevê o atendimento de pessoas maiores de 60 anos e com cormobilidades, entre os quais os doentes listados nos centros de hemodiálise.

Depois de Luanda, de acordo com as autoridades sanitárias, vão beneficiar da vacina os profissionais das províncias de Benguela e de Cabinda. Trata-se das três províncias do país com o maior número de casos activos de Covid-19.

Metas do Executivo

O processo de vacinação gizado pelo Executivo abrange, numa primeira fase, 20 por cento da população angolana, totalizando 6.419.534 de pessoas com exposição contínua, como os profissionais de saúde, de serviços sociais e da ordem e segurança pública, pessoas com cormobilidades de risco e de idade igual ou superior a 40 anos.

Angola recebeu  624 mil doses de vacina contra a Covid-19, no quadro da Iniciativa Covax. 

No total, estão previstos serem vacinados 52 por cento da população, um total de 16.823.284 de cidadãos maiores de 16 anos.

O país prevê receber, até ao final de Junho, 6.4 milhões de doses da AstraZeneca ou outras disponíveis para cobrir as necessidades da primeira etapa do Plano de Vacinação contra a Covid-19.

A vacina Astrazeneca, de fabrico indiano, é uma das três mais utilizadas no Mundo, para prevenir casos de infecção, tendo uma eficácia científica de quase 90 por cento.

O Governo angolano está a trabalhar com a iniciativa Covax, formada pela Aliança Global para Vacinas e Imunização, Organização Mundial de Saúde (OMS) e Coligação de Inovações na Preparação para as Epidemias (CEPI), a fim de garantir que o país tenha acesso às vacinas.

No quadro do combate e prevenção contra a Covid-19, o governo angolano desembolsou trinta e dois mil milhões de kwanzas. 

O país obteve, igualmente, o apoio das agências das Nações Unidas, avaliado em 6.2 milhões de dólares em reagentes e material de biossegurança.