Covid-19 mata 19 pessoas em sete dias

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Luanda – Dezanove pessoas infectadas pela Covid-19 perderam a vida, nos últimos sete dias (de 01 a 07 de Novembro), em Angola, representando um aumento de duas mortes em relação a última semana do mês de Outubro (de 25 a 31), que registou 17 óbitos.

Segundo dados apurados pela Angop, 12 do total de óbitos, registados na primeira semana de Novembro, são de Luanda, dois do Zaire, enquanto as províncias de Malanje, Uíge, Cuando Cubango, Benguela e Cabinda registaram uma morte cada.

Do total das pessoas que morreram nesse período, 15 são do sexo masculino e quatro feminino, cuja média das idades variou entre os 23 a 89 anos.

Além desses óbitos, nos últimos sete dias também registou-se um total de 1.530 novos casos positivos, representando uma baixa de 249 infectados, em relação ao mesmo período do último mês, que registou 1.779 doentes.

Quanto às pessoas recuperadas, no período em análise registou-se a recuperação de 1.124 cidadãos, superando o período homólogo, que contabilizou 1.062 curados.

Com o registo de quatro óbitos, 252 recuperados e 98 novos casos, nas últimas 24 horas, o país soma um acumulado de 307 mortes, 5.899 recuperações e 6.227 activos, perfazendo um total de 12.433 infectados, segundo o secretário de Estado para Saúde Pública, Franco Mufinda.

Com esses dados, Angola soma uma taxa de letalidade acumulada de 2.4 por cento, em África, e 3.2 por cento, no mundo.

Quanto à taxa de recuperações, o país regista um acumulado de 47.4 por cento, enquanto a taxa de positividade diária situa-se em 5.6 por cento e uma taxa média mensal ponderada de 10 por cento, relativamente ao mês de Outubro, período que se registou mais de metade do total de casos positivos, de acordo com Franco Mufinda.

Recentemente, em conferência de imprensa, a ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta, apontou a chegada tardia dos doentes nos hospitais como uma das causas da elevada taxa de mortalidade por covid-19 no país.

Apontou ainda o incumprimento das medidas de prevenção por parte dos cidadãos como a base da subida vertiginosa do número de casos em Angola.

Por conta disso, as autoridades sanitárias angolanas reiteram o apelo do cumprimento rigoroso e obrigatório do uso da máscara facial, da lavagem das mãos com água e sabão, do distanciamento físico entre as pessoas, entres outras medidas.

Segundo dados apurados pela Angop, 12 do total de óbitos, registados na primeira semana de Novembro, são de Luanda, dois do Zaire, enquanto as províncias de Malanje, Uíge, Cuando Cubango, Benguela e Cabinda registaram uma morte cada.

Do total das pessoas que morreram nesse período, 15 são do sexo masculino e quatro feminino, cuja média das idades variou entre os 23 a 89 anos.

Além desses óbitos, nos últimos sete dias também registou-se um total de 1.530 novos casos positivos, representando uma baixa de 249 infectados, em relação ao mesmo período do último mês, que registou 1.779 doentes.

Quanto às pessoas recuperadas, no período em análise registou-se a recuperação de 1.124 cidadãos, superando o período homólogo, que contabilizou 1.062 curados.

Com o registo de quatro óbitos, 252 recuperados e 98 novos casos, nas últimas 24 horas, o país soma um acumulado de 307 mortes, 5.899 recuperações e 6.227 activos, perfazendo um total de 12.433 infectados, segundo o secretário de Estado para Saúde Pública, Franco Mufinda.

Com esses dados, Angola soma uma taxa de letalidade acumulada de 2.4 por cento, em África, e 3.2 por cento, no mundo.

Quanto à taxa de recuperações, o país regista um acumulado de 47.4 por cento, enquanto a taxa de positividade diária situa-se em 5.6 por cento e uma taxa média mensal ponderada de 10 por cento, relativamente ao mês de Outubro, período que se registou mais de metade do total de casos positivos, de acordo com Franco Mufinda.

Recentemente, em conferência de imprensa, a ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta, apontou a chegada tardia dos doentes nos hospitais como uma das causas da elevada taxa de mortalidade por covid-19 no país.

Apontou ainda o incumprimento das medidas de prevenção por parte dos cidadãos como a base da subida vertiginosa do número de casos em Angola.

Por conta disso, as autoridades sanitárias angolanas reiteram o apelo do cumprimento rigoroso e obrigatório do uso da máscara facial, da lavagem das mãos com água e sabão, do distanciamento físico entre as pessoas, entres outras medidas.