Covid-19: OMS enaltece acção do governo angolano

  • Vacinadores em posto de vacinação
Luanda – A representante da Organização Mundial da Saúde, Djamila Cabral, enalteceu, em Luanda, o engajamento das autoridades angolanas no combate à pandemia da Covid-19.

Reagindo ao facto de Angola ter alcançado a cifra de mais de um milhão de vacinados, Djamila Cabral destaca o” forte engajamento e determinação demonstrados” desde o processo de elaboração atempada do plano de vacinação, a regulamentação, entre outros, o que resultou na resposta positiva da Covax e a aquisição de vacinas para a protecção dos angolanos.

“A OMS regozija-se de poder estar ao lado do Governo de Angola e das populações nesta empreitada para proteger a saúde de todos e salvar vidas”, reforçou a médica.

Dados disponíveis indicam que, até quarta-feira, haviam sido vacinados 1.222.819 cidadãos, sendo que 774.926 apanharam a primeira dose e 447.893 a segunda dose.

Para garantir o acesso seguro e equitativo às vacinas da Covid-19 e o sucesso da campanha de vacinação, as autoridades sanitárias angolanas desenvolveram, com o apoio dos parceiros um plano nacional, incluindo a priorização dos grupos alvos, que permitiu o reforço das infra-estruturas para a vacinação e a cadeia de frio, a formação de vacinadores, a gestão contínua da desinformação, a criação de um sistema de registo electrónico da vacinação, assim como a criação de centros de vacinação de alto rendimento.

A propósito, o representante do UNICEF em Angola, Ivan Yerovi, este é um marco digno de destaque. É um testemunho do trabalho árduo e do compromisso dos trabalhadores da saúde, funcionários do governo e todos os envolvidos na campanha.

“Não podemos descansar até que a família mais vulnerável de Angola esteja segura. Estamos todos juntos no apoio à esta campanha mundial de vacinação sem precedente. O UNICEF fará tudo o que tiver ao alcance no sentido de continuar a apoiar o Governo de Angola nos seus esforços de vacinar toda a população”.

Em Angola, actualmente, cerca de 30 mil doses de vacinas são administradas à população diariamente, na expectativa de alcançar a meta de pelo menos 20% da sua população, até ao final do ano.

No entanto, Ivan Yerovi  avança que o desafio da escassez e da desigualdade do acesso às vacinas contra a Covid-19 poderão comprometer as aspirações das autoridades sanitárias e dos angolanos.

No quadro do mecanismo Covx co-liderado pela Aliança Global para a Vacina e Imunização (Gav), OMS e Coalition for Epidemic Preparedness Innovations (CEPI), em parceria com o UNICEF e o Banco Mundial, Angola recebeu, até ao momento, um milhão 119 mil doses da vacina da Astrazeneca.

O plano nacional de vacinação prevê imunizar cerca de 54 por cento da população, um total de 16.823.284 indivíduos maiores de 16 anos, e reduzir a mortalidade, o aumento de casos de Covid-19 e permitir a retoma das actividades económicas e sociais.

Para além da vacina da AstraZeneca, o país está, igualmente, a administrar as vacinas da Pfizer, Sputnik e da Sinopharm.

Angola recebeu o  primeiro lote de 624 mil vacinas da Astrazeneca/Oxford, da iniciativa Covax, a 2 de Março, e começou o processo de vacinação a 3 do mesmo mês.

 

Reagindo ao facto de Angola ter alcançado a cifra de mais de um milhão de vacinados, Djamila Cabral destaca o” forte engajamento e determinação demonstrados” desde o processo de elaboração atempada do plano de vacinação, a regulamentação, entre outros, o que resultou na resposta positiva da Covax e a aquisição de vacinas para a protecção dos angolanos.

“A OMS regozija-se de poder estar ao lado do Governo de Angola e das populações nesta empreitada para proteger a saúde de todos e salvar vidas”, reforçou a médica.

Dados disponíveis indicam que, até quarta-feira, haviam sido vacinados 1.222.819 cidadãos, sendo que 774.926 apanharam a primeira dose e 447.893 a segunda dose.

Para garantir o acesso seguro e equitativo às vacinas da Covid-19 e o sucesso da campanha de vacinação, as autoridades sanitárias angolanas desenvolveram, com o apoio dos parceiros um plano nacional, incluindo a priorização dos grupos alvos, que permitiu o reforço das infra-estruturas para a vacinação e a cadeia de frio, a formação de vacinadores, a gestão contínua da desinformação, a criação de um sistema de registo electrónico da vacinação, assim como a criação de centros de vacinação de alto rendimento.

A propósito, o representante do UNICEF em Angola, Ivan Yerovi, este é um marco digno de destaque. É um testemunho do trabalho árduo e do compromisso dos trabalhadores da saúde, funcionários do governo e todos os envolvidos na campanha.

“Não podemos descansar até que a família mais vulnerável de Angola esteja segura. Estamos todos juntos no apoio à esta campanha mundial de vacinação sem precedente. O UNICEF fará tudo o que tiver ao alcance no sentido de continuar a apoiar o Governo de Angola nos seus esforços de vacinar toda a população”.

Em Angola, actualmente, cerca de 30 mil doses de vacinas são administradas à população diariamente, na expectativa de alcançar a meta de pelo menos 20% da sua população, até ao final do ano.

No entanto, Ivan Yerovi  avança que o desafio da escassez e da desigualdade do acesso às vacinas contra a Covid-19 poderão comprometer as aspirações das autoridades sanitárias e dos angolanos.

No quadro do mecanismo Covx co-liderado pela Aliança Global para a Vacina e Imunização (Gav), OMS e Coalition for Epidemic Preparedness Innovations (CEPI), em parceria com o UNICEF e o Banco Mundial, Angola recebeu, até ao momento, um milhão 119 mil doses da vacina da Astrazeneca.

O plano nacional de vacinação prevê imunizar cerca de 54 por cento da população, um total de 16.823.284 indivíduos maiores de 16 anos, e reduzir a mortalidade, o aumento de casos de Covid-19 e permitir a retoma das actividades económicas e sociais.

Para além da vacina da AstraZeneca, o país está, igualmente, a administrar as vacinas da Pfizer, Sputnik e da Sinopharm.

Angola recebeu o  primeiro lote de 624 mil vacinas da Astrazeneca/Oxford, da iniciativa Covax, a 2 de Março, e começou o processo de vacinação a 3 do mesmo mês.