Covid-19: Responsável descarta existência de circulação comunitária

  • Ilustração do Covid-19
Malanje,- O coordenador da sub-comissão de saúde da Comissão Provincial de Resposta à Covid-19 em Malanje, Avantino Sebastião, descartou, nesta terça-feira, a presença de circulação comunitária da doença na província, face aos vínculos epidemiológicos dos pacientes.

Falando em conferência de imprensa, o responsável justificou não haver quaisquer evidências de circulação comunitária da Covid-19, pelo que estudos estão a ser feitos no sentido de se apurar a origem dos casos, mas tudo indica serem importados.

Explicou que a seu tempo será apresentado o resultado da referida investigação e caso se afira a existência de circulação comunitária do vírus Sars-cov2 em Malanje caberá ao Ministério da Saúde anunciar para o país.

Esclareceu ainda que Malanje recebeu, nos últimos dias, mil testes rápidos, mas insuficientes para promover uma testagem massiva da população, daí que estão limitados para cidadãos que pretendam viajar para outros pontos do país ou direccionados.

Avantino Sebastião disse não haver necessidade de se instalar cercas sanitárias nos bairros endémicos da cidade de Malanje, apesar de se registar a subida dos casos, uma vez que há dispersão dos mesmos.

Precisou que é previsto a cerca sanitária apenas em casos de se registar números altos da Covid-19 na mesma área ou muito próximas, razão pela qual descartou-se a intenção inicialmente prevista para os bairros Cafukufuku, Maxinde e outros.

O responsável reiterou a necessidade de apoio moral as pessoas infectadas com a Covid-19 ao contrário da estigma e discriminação que vêm sofrendo, sobretudo nos bairros Cafukufuku e Maxinde, incluindo profissionais de saúde contaminados no exercício da função.

Avantino Sebastião realçou que devido a estigmatização muitos pacientes em isolamento domiciliar sentem-se deprimidos e evitam recorrer as unidades sanitárias para assistência de rotina ou em caso de agravamento do quadro clínico, o que tem obrigado certas pessoas a procurar serviços de medicina tradicional, colocando em risco de contaminação os seus contactos directos.

Noutra vertente, Avantino Sebastião fez saber que a província conta com 25 técnicos de saúde infectados e que 150 recrutados no concurso público de 2019 estão mobilizados e treinados para acudir a problemática da Covid-19 na província, caso a situação se agrave.

A província tem um registo de 2002 casos de Coronavírus, com 190 activos (188 em isolamento domiciliar e 3 internados no centro de tratamento do bairro Cahala), 10 recuperados e dois mortos.

Actualmente encontram-se 6 pacientes em quarentena domiciliar e 1 em institucional, sob acompanhamento das autoridades sanitárias.

A zona urbana e os bairros Maxinde, Vila Matilde, Ritondo, Cafukufuku, são os mais afectados.

Falando em conferência de imprensa, o responsável justificou não haver quaisquer evidências de circulação comunitária da Covid-19, pelo que estudos estão a ser feitos no sentido de se apurar a origem dos casos, mas tudo indica serem importados.

Explicou que a seu tempo será apresentado o resultado da referida investigação e caso se afira a existência de circulação comunitária do vírus Sars-cov2 em Malanje caberá ao Ministério da Saúde anunciar para o país.

Esclareceu ainda que Malanje recebeu, nos últimos dias, mil testes rápidos, mas insuficientes para promover uma testagem massiva da população, daí que estão limitados para cidadãos que pretendam viajar para outros pontos do país ou direccionados.

Avantino Sebastião disse não haver necessidade de se instalar cercas sanitárias nos bairros endémicos da cidade de Malanje, apesar de se registar a subida dos casos, uma vez que há dispersão dos mesmos.

Precisou que é previsto a cerca sanitária apenas em casos de se registar números altos da Covid-19 na mesma área ou muito próximas, razão pela qual descartou-se a intenção inicialmente prevista para os bairros Cafukufuku, Maxinde e outros.

O responsável reiterou a necessidade de apoio moral as pessoas infectadas com a Covid-19 ao contrário da estigma e discriminação que vêm sofrendo, sobretudo nos bairros Cafukufuku e Maxinde, incluindo profissionais de saúde contaminados no exercício da função.

Avantino Sebastião realçou que devido a estigmatização muitos pacientes em isolamento domiciliar sentem-se deprimidos e evitam recorrer as unidades sanitárias para assistência de rotina ou em caso de agravamento do quadro clínico, o que tem obrigado certas pessoas a procurar serviços de medicina tradicional, colocando em risco de contaminação os seus contactos directos.

Noutra vertente, Avantino Sebastião fez saber que a província conta com 25 técnicos de saúde infectados e que 150 recrutados no concurso público de 2019 estão mobilizados e treinados para acudir a problemática da Covid-19 na província, caso a situação se agrave.

A província tem um registo de 2002 casos de Coronavírus, com 190 activos (188 em isolamento domiciliar e 3 internados no centro de tratamento do bairro Cahala), 10 recuperados e dois mortos.

Actualmente encontram-se 6 pacientes em quarentena domiciliar e 1 em institucional, sob acompanhamento das autoridades sanitárias.

A zona urbana e os bairros Maxinde, Vila Matilde, Ritondo, Cafukufuku, são os mais afectados.