Covid-19: Sindicalista pede reforço de meios de biossegurança

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Huambo – A secretária do Sindicato dos Enfermeiros na província do Huambo, Justina Nanhatxia Andrade Eculica, solicitou hoje, quarta-feira, o reforço dos meios de biossegurança nas unidades hospitalares para proteger os profissionais de saúde da covid-19.

Na sua intervenção, na 1ª Conferência Ordinária da organização sindical, da qual resultou na sua reeleição para mais um mandado de cinco anos, Justina Eculica considerou insuficientes os meios biossegurança colocados à disposição dos profissionais, daí a razão da solicitação do reforço.

Noutra parte das suas declarações, a interlocutora disse que vai, nos próximos cinco anos, continuar com a luta pela actualização da carreira dos profissionais de saúde.

A sindicalista fez saber ainda que o reforço da formação profissional, social e cultural dos associados e entidades empregadoras constituem igualmente as suas linhas de força para o cargo em que foi eleita.

Este sindicato conta com dois e 323 filiados que garantem assistência médica/medicamentosa a um universo de dois milhões, 519 mil e 309 habitantes que vivem no Planalto Central de Angola.

Até ao momento, as autoridades sanitárias da província do Huambo reportaram 77 casos activos, 73 recuperados e quatro óbitos.

Na sua intervenção, na 1ª Conferência Ordinária da organização sindical, da qual resultou na sua reeleição para mais um mandado de cinco anos, Justina Eculica considerou insuficientes os meios biossegurança colocados à disposição dos profissionais, daí a razão da solicitação do reforço.

Noutra parte das suas declarações, a interlocutora disse que vai, nos próximos cinco anos, continuar com a luta pela actualização da carreira dos profissionais de saúde.

A sindicalista fez saber ainda que o reforço da formação profissional, social e cultural dos associados e entidades empregadoras constituem igualmente as suas linhas de força para o cargo em que foi eleita.

Este sindicato conta com dois e 323 filiados que garantem assistência médica/medicamentosa a um universo de dois milhões, 519 mil e 309 habitantes que vivem no Planalto Central de Angola.

Até ao momento, as autoridades sanitárias da província do Huambo reportaram 77 casos activos, 73 recuperados e quatro óbitos.