Covid-19: Técnicos de vacinação clamam por subsídios no Huambo

  • Vacinação contra Covid-19 na Casa da Juventude em Viana
Huambo - Os técnicos de saúde destacados na campanha de vacinação contra a Covid-19, na província do Huambo, clamam por subsídios, em recompensa ao sacrifício consentido no cumprimento da missão.

Na campanha de vacinação, iniciada a 26 Março nesta província, com a administração da primeira dose da vacina da Astrazeneca, estão envolvidos mais de 200 técnicos de saúde, entre mobilizadores, sensibilizadores, vacinadores e supervisores, além de voluntários.

Em declarações à ANGOP, alguns profissionais que optaram pelo anonimato afirmaram que desde o início da campanha que não recebem subsídios pelo cumprimento da missão.

Contra todas as expectativas, deploram o silêncio das autoridades locais, numa altura em que se encontram expostos ao risco iminente de contraírem a doença e perigarem as suas vidas e de familiares.

Apesar de não corroborar com a obrigatoriedade do pagamento dos referidos subsídios, o presidente do Sindicato dos Trabalhadores Administrativos da Saúde do Huambo, Félix Ulica, apela o bom censo das instituições afins no sentido de se recompensar os profissionais da saúde pelo esforço e entrega abnegada no combate à pandemia.

Conforme o sindicalista, a falta destes subsídios pode desincentivar os profissionais da linha da frente, no cumprimento das suas responsabilidades.

Em resposta, o chefe de departamento local de Saúde Pública, Celestino Máquina, demarcou-se de qualquer responsabilidade de pagamento de subsídios aos profissionais envolvidos na campanha.

“Não existe qualquer acordo que obrigue o Gabinete da Saúde pagar subsídios, pois os mesmos estão no cumprimento normal das suas funções”, declarou o responsável.

Explicou que desde o momento da selecção nos postos de trabalho, os profissionais foram, a princípio, avisados da não existência de remunerações, tendo, por isso, o espírito de missão e patriótico.

Desde o início da campanha de vacinação, foram imunizadas  31 mil e 609 pessoas com as duas doses da Astrazeneca, ao passo que dez mil e 435 receberam, nos últimos 15 dias, a primeira dose.

Até ao momento, o quadro epidemiológico desta província, no Planalto Central de Angola, reporta mil e 587 infecções, com mil e 108 recuperados, 66 óbitos e 413 em tratamento institucional e domiciliar.

Na campanha de vacinação, iniciada a 26 Março nesta província, com a administração da primeira dose da vacina da Astrazeneca, estão envolvidos mais de 200 técnicos de saúde, entre mobilizadores, sensibilizadores, vacinadores e supervisores, além de voluntários.

Em declarações à ANGOP, alguns profissionais que optaram pelo anonimato afirmaram que desde o início da campanha que não recebem subsídios pelo cumprimento da missão.

Contra todas as expectativas, deploram o silêncio das autoridades locais, numa altura em que se encontram expostos ao risco iminente de contraírem a doença e perigarem as suas vidas e de familiares.

Apesar de não corroborar com a obrigatoriedade do pagamento dos referidos subsídios, o presidente do Sindicato dos Trabalhadores Administrativos da Saúde do Huambo, Félix Ulica, apela o bom censo das instituições afins no sentido de se recompensar os profissionais da saúde pelo esforço e entrega abnegada no combate à pandemia.

Conforme o sindicalista, a falta destes subsídios pode desincentivar os profissionais da linha da frente, no cumprimento das suas responsabilidades.

Em resposta, o chefe de departamento local de Saúde Pública, Celestino Máquina, demarcou-se de qualquer responsabilidade de pagamento de subsídios aos profissionais envolvidos na campanha.

“Não existe qualquer acordo que obrigue o Gabinete da Saúde pagar subsídios, pois os mesmos estão no cumprimento normal das suas funções”, declarou o responsável.

Explicou que desde o momento da selecção nos postos de trabalho, os profissionais foram, a princípio, avisados da não existência de remunerações, tendo, por isso, o espírito de missão e patriótico.

Desde o início da campanha de vacinação, foram imunizadas  31 mil e 609 pessoas com as duas doses da Astrazeneca, ao passo que dez mil e 435 receberam, nos últimos 15 dias, a primeira dose.

Até ao momento, o quadro epidemiológico desta província, no Planalto Central de Angola, reporta mil e 587 infecções, com mil e 108 recuperados, 66 óbitos e 413 em tratamento institucional e domiciliar.