Covid-19: Munícipes pedem abertura de mais postos de vacinação

  • Vacinação contra a Covid-19 (arquivo)
Mbanza Kongo – Os munícipes de Mbanza Kongo, província do Zaire, solicitaram, esta quarta-feira, as autoridades sanitárias a abertura de mais postos de vacinação contra a Covid-19 para descongestionar o único posto existente na cidade.

Abordados pela ANGOP, os utentes mostraram-se agastados com as enchentes que se registam todos os dias no posto de vacinação criado no centro Materno Infantil, localizado no bairro 11 de Novembro, periferia da cidade.

Amélia Tomás, moradora do bairro Nkoko, a 45 quilómetros da sede municipal, disse estar a alguns dias em Mbanza Kongo para a toma da vacina, mas devido as enchentes ainda não foi vacinada.

“É muito cansativo e desgastante deslocar-se do Nkoko para Mbanza Kongo. As autoridades devem criar mais postos de vacinação para minimizar a situação”, solicitou.

Eduardo Masidivinga, proveniente da sede comunal de Kalambata, a cerca de 30 quilómetros de Mbanza Kongo, disse ter deixado a sua aldeia há três dias, mas ainda não conseguiu  tomar a vacina devido as enchentes.

“Deixei crianças pequenas em casa. Seria bom que as autoridades revissem a situação, abrindo mais postos de vacinação”, disse.

Moiséis Lumba pede a resolução desta situação que está a embaraçar a vida das populações, sobretudo os que vivem longe da sede municipal.

Por sua vez, o supervisor provincial do Programa Alargado de Vacinação (PAV), Kemalandua Matumona, disse que está prevista a abertura de mais postos de vacinação em Mbanza Kongo nos próximos dias, aguardando apenas algumas questões técnicas.

Informou que nas últimas duas semanas assiste-se uma adesão massiva de cidadãos aos postos de vacinação, com um registo de 300 a 400 pessoas por dia.

A província do Zaire já vacinou 11 mil e 361 utentes com a vacina da Astrazeneca e 8 mil e 51 com Johnson&Johnson estando também em curso a administração da vacina da Pfizer.

 

 

Abordados pela ANGOP, os utentes mostraram-se agastados com as enchentes que se registam todos os dias no posto de vacinação criado no centro Materno Infantil, localizado no bairro 11 de Novembro, periferia da cidade.

Amélia Tomás, moradora do bairro Nkoko, a 45 quilómetros da sede municipal, disse estar a alguns dias em Mbanza Kongo para a toma da vacina, mas devido as enchentes ainda não foi vacinada.

“É muito cansativo e desgastante deslocar-se do Nkoko para Mbanza Kongo. As autoridades devem criar mais postos de vacinação para minimizar a situação”, solicitou.

Eduardo Masidivinga, proveniente da sede comunal de Kalambata, a cerca de 30 quilómetros de Mbanza Kongo, disse ter deixado a sua aldeia há três dias, mas ainda não conseguiu  tomar a vacina devido as enchentes.

“Deixei crianças pequenas em casa. Seria bom que as autoridades revissem a situação, abrindo mais postos de vacinação”, disse.

Moiséis Lumba pede a resolução desta situação que está a embaraçar a vida das populações, sobretudo os que vivem longe da sede municipal.

Por sua vez, o supervisor provincial do Programa Alargado de Vacinação (PAV), Kemalandua Matumona, disse que está prevista a abertura de mais postos de vacinação em Mbanza Kongo nos próximos dias, aguardando apenas algumas questões técnicas.

Informou que nas últimas duas semanas assiste-se uma adesão massiva de cidadãos aos postos de vacinação, com um registo de 300 a 400 pessoas por dia.

A província do Zaire já vacinou 11 mil e 361 utentes com a vacina da Astrazeneca e 8 mil e 51 com Johnson&Johnson estando também em curso a administração da vacina da Pfizer.