Dezasseis passageiros testam positivos no rastreio pós-desembarque em Angola

  • Ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta (Arquivo)
Luanda- Dezasseis passageiros testaram positivo à Covid-19 durante o processo de testagem pós- desembarque, os últimos sete dias, no Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro, informou, neste sábado, a ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta. 

De acordo com um Decreto Executivo conjunto dos ministérios da Saúde, do Interior, das Relações Exteriores e dos Transportes, que suspende, temporariamente, a ligação aérea com o Brasil, África do Sul e Portugal, a partir deste domingo, 24, bem como a obrigatoriedade da testagem pós-desembarque, desde o último sábado (dia 16).

Segundo a também porta-voz da Comissão Interministerial de Combate e Prevenção á Covid-19, que fazia o balanço da operação dos voos de repatriamento dos cidadãos angolanos e estrangeiros residentes no país, neste período foram rastreados 6.296 viajantes transportados pela TAAG, TAP, entre outras operadoras.

Para a empreitada, a companhia aérea angolana, TAAG, efectuou 38 voos de repatriamento a partir das cidades de Lisboa (Portugal), Johannesburg  e Cape Town (África do Sul) e São Paulo (Brasil).

Conforme a governante, os casos positivos se encontram em isolamento institucional no centro da Barra do Kwanza e em unidades hoteleiras adaptadas a centro de quarentena institucional, ao cuidado da Clínica Girassol.

Os casos positivos, esclarece a governante, são imediatamente isolados e submetidos aos procedimentos como se tratassem de pacientes com a nova variante do Sars-Cov-2. “E os passageiros do mesmo voo são, para além do cumprimento da quarentena domiciliar, aconselhados ao cumprimento rigoroso do isolamento domiciliar”, reforçou a ministra.

Após o teste de RT-PCR e confirmados, as amostras são enviadas para o Instituto Nacional de Investigação de Saúde (INIS) onde é feita a análise da genotipagem (identificação da nova espécie do Sars- Cov-2, pela filogenetica).

Os passageiros com testes negativos, de acordo com a ministra, assinaram um termo de responsabilidade com instruções precisas, bem como dos locais onde devem fazer a testagem no final do período da quarentena e em caso de incumprimento são sujeitos a quarentena institucional e ao pagamento de multa.

Questionada sobre um surto hemorrágico que se regista em algumas províncias do país, a ministra ser já do conhecimento das autoridades sanitárias.

Explicou que as autoridades sanitárias angolanas estão a avaliar o surto malárico, acompanhado de fortes febres e hemorragias.

“As equipas de saúde pública estão a trabalhar. Já existem amostras em estudo nos laboratórios”, finalizou.

Para evitar a entrada da nova variante do Sars-Cov-2 detectado na África do Sul e no Reino Unido, as autoridades angolanas decidiram pela suspensão, temporária das ligações aéreas, marítimas e terrestres e a obrigatoriedade da testagem pós-desembarque dos passageiros.

A partir deste domingo, 24, os passageiros vindos de outros países deverão pagar os testes pós-desembarque, cujo valor não foi revelado.

De acordo com um Decreto Executivo conjunto dos ministérios da Saúde, do Interior, das Relações Exteriores e dos Transportes, que suspende, temporariamente, a ligação aérea com o Brasil, África do Sul e Portugal, a partir deste domingo, 24, bem como a obrigatoriedade da testagem pós-desembarque, desde o último sábado (dia 16).

Segundo a também porta-voz da Comissão Interministerial de Combate e Prevenção á Covid-19, que fazia o balanço da operação dos voos de repatriamento dos cidadãos angolanos e estrangeiros residentes no país, neste período foram rastreados 6.296 viajantes transportados pela TAAG, TAP, entre outras operadoras.

Para a empreitada, a companhia aérea angolana, TAAG, efectuou 38 voos de repatriamento a partir das cidades de Lisboa (Portugal), Johannesburg  e Cape Town (África do Sul) e São Paulo (Brasil).

Conforme a governante, os casos positivos se encontram em isolamento institucional no centro da Barra do Kwanza e em unidades hoteleiras adaptadas a centro de quarentena institucional, ao cuidado da Clínica Girassol.

Os casos positivos, esclarece a governante, são imediatamente isolados e submetidos aos procedimentos como se tratassem de pacientes com a nova variante do Sars-Cov-2. “E os passageiros do mesmo voo são, para além do cumprimento da quarentena domiciliar, aconselhados ao cumprimento rigoroso do isolamento domiciliar”, reforçou a ministra.

Após o teste de RT-PCR e confirmados, as amostras são enviadas para o Instituto Nacional de Investigação de Saúde (INIS) onde é feita a análise da genotipagem (identificação da nova espécie do Sars- Cov-2, pela filogenetica).

Os passageiros com testes negativos, de acordo com a ministra, assinaram um termo de responsabilidade com instruções precisas, bem como dos locais onde devem fazer a testagem no final do período da quarentena e em caso de incumprimento são sujeitos a quarentena institucional e ao pagamento de multa.

Questionada sobre um surto hemorrágico que se regista em algumas províncias do país, a ministra ser já do conhecimento das autoridades sanitárias.

Explicou que as autoridades sanitárias angolanas estão a avaliar o surto malárico, acompanhado de fortes febres e hemorragias.

“As equipas de saúde pública estão a trabalhar. Já existem amostras em estudo nos laboratórios”, finalizou.

Para evitar a entrada da nova variante do Sars-Cov-2 detectado na África do Sul e no Reino Unido, as autoridades angolanas decidiram pela suspensão, temporária das ligações aéreas, marítimas e terrestres e a obrigatoriedade da testagem pós-desembarque dos passageiros.

A partir deste domingo, 24, os passageiros vindos de outros países deverão pagar os testes pós-desembarque, cujo valor não foi revelado.