Domingo celebra-se aniversário da Revolução dos Cravos

Luanda – Assinala-se neste domingo, 25 de Abril, em Portugal, o 47º aniversário da Revolução dos Cravos ou Dia da Liberdade, que facilitou a proclamação das independências dos países africanos colonizados pelos portugueses, tais como Angola, Cabo Verde, Moçambique e São Tomé e Príncipe.

As colónias portuguesas eram as mais antigas de África e foram umas das últimas a declarar independência.

O Dia da Liberdade foi resultante de um golpe de Estado militar, ocorrido neste dia, em 1974, que depôs o regime ditatorial do Estado Novo, vigente desde 1933.

Com o golpe, deu-se início a um processo que viria a terminar com a implantação de um regime democrático, com a entrada em vigor da nova Constituição a 25 de Abril de 1976.

Este golpe, conhecido pelos portugueses como 25 de Abril, foi conduzido pelo Movimento das Forças Armadas (MFA), composto por oficiais intermédios da hierarquia militar, na sua maioria capitães, que tinham participado na Guerra Colonial e que foram apoiados por oficiais milicianos, estudantes recrutados, muitos deles universitários.

Este movimento nasceu em 1973, baseado inicialmente em reivindicações corporativistas como a luta pelo prestígio das forças armadas, acabando por se estender ao regime político em vigor.

Após o golpe, foi criada a Junta de Salvação Nacional, responsável pela nomeação do Presidente da República, pelo programa do Governo Provisório e respectiva orgânica.

Assim, a 15 de Maio de 1974 o general António de Spínola foi nomeado Presidente da República.

Seguiu-se um período de grande agitação social, política e militar conhecido como o PREC (Processo Revolucionário Em Curso), marcado por manifestações, ocupações, governos provisórios, nacionalizações e confrontos militares, apenas terminado com o 25 de Novembro de 1975.

 

Estabilizada a conjuntura política, prosseguiram os trabalhos da Assembleia Constituinte para a nova constituição democrática, que entrou em vigor no dia 25 de Abril de 1976, o mesmo dia das primeiras eleições legislativas da nova República.

Na sequência destes eventos, foi instituído em Portugal um feriado nacional no dia 25 de Abril, denominado "Dia da Liberdade".

O cravo vermelho tornou-se o símbolo da Revolução de Abril de 1974.

Ao amanhecer, o povo começou a juntar-se nas ruas com os soldados revoltosos. Uma florista, que levava cravos para um hotel, entregou um cravo a um soldado, que o colocou no cano da espingarda. Outros o imitaram, colocando também cravos vermelhos nos canos das suas armas.

 

As colónias portuguesas eram as mais antigas de África e foram umas das últimas a declarar independência.

O Dia da Liberdade foi resultante de um golpe de Estado militar, ocorrido neste dia, em 1974, que depôs o regime ditatorial do Estado Novo, vigente desde 1933.

Com o golpe, deu-se início a um processo que viria a terminar com a implantação de um regime democrático, com a entrada em vigor da nova Constituição a 25 de Abril de 1976.

Este golpe, conhecido pelos portugueses como 25 de Abril, foi conduzido pelo Movimento das Forças Armadas (MFA), composto por oficiais intermédios da hierarquia militar, na sua maioria capitães, que tinham participado na Guerra Colonial e que foram apoiados por oficiais milicianos, estudantes recrutados, muitos deles universitários.

Este movimento nasceu em 1973, baseado inicialmente em reivindicações corporativistas como a luta pelo prestígio das forças armadas, acabando por se estender ao regime político em vigor.

Após o golpe, foi criada a Junta de Salvação Nacional, responsável pela nomeação do Presidente da República, pelo programa do Governo Provisório e respectiva orgânica.

Assim, a 15 de Maio de 1974 o general António de Spínola foi nomeado Presidente da República.

Seguiu-se um período de grande agitação social, política e militar conhecido como o PREC (Processo Revolucionário Em Curso), marcado por manifestações, ocupações, governos provisórios, nacionalizações e confrontos militares, apenas terminado com o 25 de Novembro de 1975.

 

Estabilizada a conjuntura política, prosseguiram os trabalhos da Assembleia Constituinte para a nova constituição democrática, que entrou em vigor no dia 25 de Abril de 1976, o mesmo dia das primeiras eleições legislativas da nova República.

Na sequência destes eventos, foi instituído em Portugal um feriado nacional no dia 25 de Abril, denominado "Dia da Liberdade".

O cravo vermelho tornou-se o símbolo da Revolução de Abril de 1974.

Ao amanhecer, o povo começou a juntar-se nas ruas com os soldados revoltosos. Uma florista, que levava cravos para um hotel, entregou um cravo a um soldado, que o colocou no cano da espingarda. Outros o imitaram, colocando também cravos vermelhos nos canos das suas armas.