Enfermeiros defendem instituições de ensino com condições técnicas

  • Porta-voz da Ordem dos Enfermeiros de Angola, Adão Chimuanji
Luanda- O Presidente do Conselho Provincial de Enfermagem de Luanda, Adão Chimuanji, pediu hoje (sábado) mais rigor na legalização das escolas de enfermagem para que exista maior e melhor qualidade de técnicos inseridos no mercado de trabalho .

Adão Chimuanji que falava à margem do workshop com o tema “ Analise da qualidade da formação de enfermagem nas instituições de ensino e o seu impacto na qualidade “ considerou que ainda hoje são vistos, em Luanda, institutos que não cumprem com os requisitos para leccionar, contribuindo para a fraca qualidade dos técnicos.

O responsável faz saber que a formação está ligada a dois factores que são a parte teoria e a prática, mas muitas escolas apenas obedecem o primeiro requisito que tem a ver com a teoria, e deixam os seus alunos sem  acesso a um laboratório.

Membro da Ordem dos Enfermeiros de Angola,  Adão Chimuanji lamentou ainda o facto de os finalistas não realizarem estágios nas unidades hospitares, considerando ser necessário criar mecanismos para que estes alunos sejam enquadrados nas várias instituições sanitárias existentes em Luanda para melhorar as suas capacidades.

O responsável mostrou-se solidário com a classe dos enfermeiros que tem realizado um esforço enorme para cumprir a sua missão e  com os desafios que existem em Luanda.

O workshop “ Analise da qualidade de formação de enfermagem nas instituições de ensino e o seu impacto na qualidade “  teve como prelectores  Judith Candeias , Henrique Pimentel e Susana Sumbelelo.

A actividade decorreu na sede da Ordem dos Enfermeiros de Angola (Conselho de Enfermagem de Luanda) e enquadrou-se no Dia do Trabalhador da Saúde que hoje se comemora em homenagem ao médico Américo Boavida.   

Adão Chimuanji que falava à margem do workshop com o tema “ Analise da qualidade da formação de enfermagem nas instituições de ensino e o seu impacto na qualidade “ considerou que ainda hoje são vistos, em Luanda, institutos que não cumprem com os requisitos para leccionar, contribuindo para a fraca qualidade dos técnicos.

O responsável faz saber que a formação está ligada a dois factores que são a parte teoria e a prática, mas muitas escolas apenas obedecem o primeiro requisito que tem a ver com a teoria, e deixam os seus alunos sem  acesso a um laboratório.

Membro da Ordem dos Enfermeiros de Angola,  Adão Chimuanji lamentou ainda o facto de os finalistas não realizarem estágios nas unidades hospitares, considerando ser necessário criar mecanismos para que estes alunos sejam enquadrados nas várias instituições sanitárias existentes em Luanda para melhorar as suas capacidades.

O responsável mostrou-se solidário com a classe dos enfermeiros que tem realizado um esforço enorme para cumprir a sua missão e  com os desafios que existem em Luanda.

O workshop “ Analise da qualidade de formação de enfermagem nas instituições de ensino e o seu impacto na qualidade “  teve como prelectores  Judith Candeias , Henrique Pimentel e Susana Sumbelelo.

A actividade decorreu na sede da Ordem dos Enfermeiros de Angola (Conselho de Enfermagem de Luanda) e enquadrou-se no Dia do Trabalhador da Saúde que hoje se comemora em homenagem ao médico Américo Boavida.