Executivo empenhado na melhoria dos serviços de saúde

  • Ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta
Luanda – O Executivo angolano está empenhado na construção de um sistema de saúde capaz de assegurar a cobertura universal, para garantir a equidade dos serviços sanitários e a coesão social.

Esta afirmação foi feita pela ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta, quando orientava o acto central em alusão ao Dia Mundial da Saúde que se assinalou sob o lema “Juntos por um mundo mais justo e mais saudável”.

A ministra lembrou que garantir o direito à saúde a todas as pessoas é um pressuposto consagrado na Constituição da República de Angola, com foco na qualidade dos cuidados.

Conforme a ministra, a materialização  destas aspirações torna-se mais desafiante e comprometidas pelo impacto da Covid-19 sobre os recursos económicos, financeiros e humanos não só em Angola, como no mundo.

A Covid-19, acrescentou, tornou-se também uma ameaça para se atingir as metas de desenvolvimento sustentável, que consideram os jovens como actores fundamentais para o desenvolvimento socioeconómico do país.  

Apelou à população para redobrar as medidas de biossegurança face às novas estirpes da pandemia que já circulam no país, evitando ajuntamentos, lavar as mãos e fazer o uso correcto da máscara.

Sílvia Lutucuta adiantou que para se criar um país moderno, justo e equitativo deve-se promover a participação activa dos jovens, particularmente meninas, nas tarefas de desenvolvimento, reduzindo a disparidade de género, incentivando o empoderamento das mulheres, aumentando a literacia em saúde como instrumento de mudança.

A governante destacou que o esforço do país no sentido de garantir a protecção da população de maior risco de adoecer ou de morrer em consequência da pandemia, mediante a vacinação gradual da população alvo, de acordo com o Plano Nacional de Vacinação contra a Covid-19, cujo objectivo é imunizar 15 milhões de cidadãos.

Segundo Sílvia Lutucuta, o sector da Saúde conseguiu, durante este ano difícil devido à Covid-19, dar resposta a problemas urgentes com a implementação de estratégias específicas de actuação, particularmente para a redução da mortalidade maternidade, neonatal e infantil e mal nutrição.

Sílvia Lutucuta frisou que a actuação do sector está ainda voltada ao controlo das grandes endemias, particularmente a tuberculose, malária e VIH/SIDA.

Realçou o esforço dos profissionais do sector da Saúde para garantir uma geração livre do VIH, bem como impulsionar programas para melhorar a saúde do adolescente e do jovem.

O Dia Mundial da Saúde, celebrado anualmente a 7 de Abril, é uma efeméride que serve para reflectir sobre a necessidade de se impulsionar a saúde para todos, criando condições para um futuro mais equitativo e inclusivo.

 

Esta afirmação foi feita pela ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta, quando orientava o acto central em alusão ao Dia Mundial da Saúde que se assinalou sob o lema “Juntos por um mundo mais justo e mais saudável”.

A ministra lembrou que garantir o direito à saúde a todas as pessoas é um pressuposto consagrado na Constituição da República de Angola, com foco na qualidade dos cuidados.

Conforme a ministra, a materialização  destas aspirações torna-se mais desafiante e comprometidas pelo impacto da Covid-19 sobre os recursos económicos, financeiros e humanos não só em Angola, como no mundo.

A Covid-19, acrescentou, tornou-se também uma ameaça para se atingir as metas de desenvolvimento sustentável, que consideram os jovens como actores fundamentais para o desenvolvimento socioeconómico do país.  

Apelou à população para redobrar as medidas de biossegurança face às novas estirpes da pandemia que já circulam no país, evitando ajuntamentos, lavar as mãos e fazer o uso correcto da máscara.

Sílvia Lutucuta adiantou que para se criar um país moderno, justo e equitativo deve-se promover a participação activa dos jovens, particularmente meninas, nas tarefas de desenvolvimento, reduzindo a disparidade de género, incentivando o empoderamento das mulheres, aumentando a literacia em saúde como instrumento de mudança.

A governante destacou que o esforço do país no sentido de garantir a protecção da população de maior risco de adoecer ou de morrer em consequência da pandemia, mediante a vacinação gradual da população alvo, de acordo com o Plano Nacional de Vacinação contra a Covid-19, cujo objectivo é imunizar 15 milhões de cidadãos.

Segundo Sílvia Lutucuta, o sector da Saúde conseguiu, durante este ano difícil devido à Covid-19, dar resposta a problemas urgentes com a implementação de estratégias específicas de actuação, particularmente para a redução da mortalidade maternidade, neonatal e infantil e mal nutrição.

Sílvia Lutucuta frisou que a actuação do sector está ainda voltada ao controlo das grandes endemias, particularmente a tuberculose, malária e VIH/SIDA.

Realçou o esforço dos profissionais do sector da Saúde para garantir uma geração livre do VIH, bem como impulsionar programas para melhorar a saúde do adolescente e do jovem.

O Dia Mundial da Saúde, celebrado anualmente a 7 de Abril, é uma efeméride que serve para reflectir sobre a necessidade de se impulsionar a saúde para todos, criando condições para um futuro mais equitativo e inclusivo.