Fundo Global apresenta em Benguela programa de combate a enfermidades

  • Pacientes numa unidade hospitalar
Benguela – O Fundo Global apresentou esta segunda-feira, na cidade de Benguela, o seu programa de financiamento de 103 milhões de dólares americanos para combater o VIH/Sida, a Malária, Tuberculose e a Covid-19, nas províncias de Benguela e do Cuanza sul.

O programa vai ser implementado num período de três anos (2021-2024), soube a ANGOP.

Durante a cerimónia de lançamento, a representante residente interina do Programa das Nações Unidas para Desenvolvimento (PNUD), Mamiosa Rangers, afirmou que nos últimos 18  meses Angola conseguiu reforçar a confiança do Fundo Global, apresentando resultados satisfatórios na implementação de projectos relacionados com estas doenças.

Deste montante, Usd 35 milhões serão para os programas de HIV, 31 para a malária, 15 para a tuberculose e 20,6 para a Covid-19, explicou Mamiosa Rangers, referindo-se a alocação dos valores.

Quanto  ao critério de selecção das duas províncias, a representante do PNUD justificou que se deveu ao elevado índice das doenças nestas localidades, principalmente o número de vítimas mortais por malária, referindo-se a crianças com menos de cinco anos de idade, e pacientes com tuberculose.

No caso de Benguela, o facto do governo americano estar representado por algumas organizações como a USA-Aid, teve grande influência na sua escolha, por facilitar o Fundo Global a mantêr sinergias com elas, em relação a manutenção do financiamento.

Sobre a fiscalização,  assegurou que vai ser medida pelo número de vidas salvas  e prevenção das doenças em cada criança, mulher grávida, jovem ou adolescente e em cada um dos habitantes de uma maneira geral.

“O PNUD vai monitorar o programa, através de contactos com o governo provincial, técnicos no terreno e outros parceiros envolvidos, e terá a obrigação de  reportar os resultados a cada seis meses”, sublinhou.

Para ela, este financiamento é uma oportunidade para o país apresentar resultados dentro das expectativas, na medida em que, o  sucesso poderá abrir portas para um modelo similar noutras  províncias, como as do Bié e Cuando Cubando.

Ao tomar a palavra, a presidente do Mecanismo de Coordenação Nacional (MCN) das subvenções do Fundo Global, Ana Ruth Luís, afirmou que a malária, a tuberculose e o HIV figuram como principais causas da morbilidade e  mortalidade em Angola, e também estão na origem do absentismo laboral, afectando uma série de sectores importantes no desenvolvimento do país.

Segundo ela, no ano de 2019, Benguela registou 25 mil, 697 casos de malária em cada 100 mil habitantes, com uma taxa de mortalidade de 21,4 por cento.

“É imperioso que continuemos com as nossas acções no sentido de combater fortemente essas doenças”, defendeu.

Na qualidade de anfitriã, a vice-governadora para o sector político, social e económico de Benguela, Deolinda Valiangula, revelou que o Governo provincial recebeu no dia 02 de Fevereiro deste ano uma equipa do PNUD, com a qual trabalhou na criação de condições administrativas para alcançar este objectivo.

Regozijou-se com o lançamento do projecto, afirmando que as autoridades provinciais estão “altamente comprometidas” com a causa da saúde dos cidadãos, por constituir uma prioridade no exercício da governação do Executivo angolano.

Para a implementação deste programa em Benguela, o PNUD tem como parceiros, o Ministério da Saúde (dono do projecto), os governos provinciais de Benguela e do Cuanza sul, a Organização Não Governamental ADPP e a World Vision.

O programa vai ser implementado num período de três anos (2021-2024), soube a ANGOP.

Durante a cerimónia de lançamento, a representante residente interina do Programa das Nações Unidas para Desenvolvimento (PNUD), Mamiosa Rangers, afirmou que nos últimos 18  meses Angola conseguiu reforçar a confiança do Fundo Global, apresentando resultados satisfatórios na implementação de projectos relacionados com estas doenças.

Deste montante, Usd 35 milhões serão para os programas de HIV, 31 para a malária, 15 para a tuberculose e 20,6 para a Covid-19, explicou Mamiosa Rangers, referindo-se a alocação dos valores.

Quanto  ao critério de selecção das duas províncias, a representante do PNUD justificou que se deveu ao elevado índice das doenças nestas localidades, principalmente o número de vítimas mortais por malária, referindo-se a crianças com menos de cinco anos de idade, e pacientes com tuberculose.

No caso de Benguela, o facto do governo americano estar representado por algumas organizações como a USA-Aid, teve grande influência na sua escolha, por facilitar o Fundo Global a mantêr sinergias com elas, em relação a manutenção do financiamento.

Sobre a fiscalização,  assegurou que vai ser medida pelo número de vidas salvas  e prevenção das doenças em cada criança, mulher grávida, jovem ou adolescente e em cada um dos habitantes de uma maneira geral.

“O PNUD vai monitorar o programa, através de contactos com o governo provincial, técnicos no terreno e outros parceiros envolvidos, e terá a obrigação de  reportar os resultados a cada seis meses”, sublinhou.

Para ela, este financiamento é uma oportunidade para o país apresentar resultados dentro das expectativas, na medida em que, o  sucesso poderá abrir portas para um modelo similar noutras  províncias, como as do Bié e Cuando Cubando.

Ao tomar a palavra, a presidente do Mecanismo de Coordenação Nacional (MCN) das subvenções do Fundo Global, Ana Ruth Luís, afirmou que a malária, a tuberculose e o HIV figuram como principais causas da morbilidade e  mortalidade em Angola, e também estão na origem do absentismo laboral, afectando uma série de sectores importantes no desenvolvimento do país.

Segundo ela, no ano de 2019, Benguela registou 25 mil, 697 casos de malária em cada 100 mil habitantes, com uma taxa de mortalidade de 21,4 por cento.

“É imperioso que continuemos com as nossas acções no sentido de combater fortemente essas doenças”, defendeu.

Na qualidade de anfitriã, a vice-governadora para o sector político, social e económico de Benguela, Deolinda Valiangula, revelou que o Governo provincial recebeu no dia 02 de Fevereiro deste ano uma equipa do PNUD, com a qual trabalhou na criação de condições administrativas para alcançar este objectivo.

Regozijou-se com o lançamento do projecto, afirmando que as autoridades provinciais estão “altamente comprometidas” com a causa da saúde dos cidadãos, por constituir uma prioridade no exercício da governação do Executivo angolano.

Para a implementação deste programa em Benguela, o PNUD tem como parceiros, o Ministério da Saúde (dono do projecto), os governos provinciais de Benguela e do Cuanza sul, a Organização Não Governamental ADPP e a World Vision.