Recomendada responsabilidade face à subida de casos da Covid-19

  • Governador provincial da Huíla, Nuno Mahapi Dala
Lubango – O governador da Huíla, Nuno Mahapi, recomendou, quinta-feira, no Lubango, a população a reforçar a observância das medidas de biossegurança contra à Covid-19, face ao crescente número de casos da pandemia.

Até o momento a Huíla tem o registo de 598 casos da doença, 38 óbitos, 499 recuperados e 58 casos activos.

Nas últimas 24 horas, teve quatro casos novos e dois óbitos, números que têm sido constantes há duas semanas.

Em declarações à imprensa, após um encontro com a coordenadora residente da Organização das Nações Unidas (ONU) em Angola, Zahira Viran, o governante afirmou que a situação “é preocupante” e requer o despertar da responsabilidade de todos, porque ninguém está imune ao problema.

“Devemos continuar a divulgar as medidas de biossegurança e proteger-nos, pois a nossa situação não é boa”, reforçou.

Realçou que apesar dos hospitais estarem preparados para continuar a receber casos da Covid-19, os profissionais de saúde precisam que cada um se proteja para que a situação não continue a crescer como nos últimos dias, pois as condições de biossegurança estão criadas nas instituições, mas a única condição primária é a protecção.

Referiu que a situação da violação constante às medidas de biossegurança, não é um problema de polícia, mas da consciência individual, pois cada um deve perceber que a doença existe e mata.

Saúde reforça equipas rápidas de resposta

Ainda em relação à pandemia, o gabinete provincial da Saúde na Huíla reforçou esta semana a capacidade de resposta para actuar em alguns lugares, como estradas nacionais e fronteiras com outras províncias.

Em declarações à ANGOP, o porta-voz do gabinete provincial da Saúde na Huíla, Júlio Madaleno, disse que há três equipas de resposta rápida no Lubango, bem como uma para cada município, que começaram a intensificar os trabalhos desde a semana finda.

Avançou que as equipas estão a realizar campanhas de sensibilização em locais de aglomeração de pessoas e a verificar o cumprimento das medidas de biossegurança.

Até o momento a Huíla tem o registo de 598 casos da doença, 38 óbitos, 499 recuperados e 58 casos activos.

Nas últimas 24 horas, teve quatro casos novos e dois óbitos, números que têm sido constantes há duas semanas.

Em declarações à imprensa, após um encontro com a coordenadora residente da Organização das Nações Unidas (ONU) em Angola, Zahira Viran, o governante afirmou que a situação “é preocupante” e requer o despertar da responsabilidade de todos, porque ninguém está imune ao problema.

“Devemos continuar a divulgar as medidas de biossegurança e proteger-nos, pois a nossa situação não é boa”, reforçou.

Realçou que apesar dos hospitais estarem preparados para continuar a receber casos da Covid-19, os profissionais de saúde precisam que cada um se proteja para que a situação não continue a crescer como nos últimos dias, pois as condições de biossegurança estão criadas nas instituições, mas a única condição primária é a protecção.

Referiu que a situação da violação constante às medidas de biossegurança, não é um problema de polícia, mas da consciência individual, pois cada um deve perceber que a doença existe e mata.

Saúde reforça equipas rápidas de resposta

Ainda em relação à pandemia, o gabinete provincial da Saúde na Huíla reforçou esta semana a capacidade de resposta para actuar em alguns lugares, como estradas nacionais e fronteiras com outras províncias.

Em declarações à ANGOP, o porta-voz do gabinete provincial da Saúde na Huíla, Júlio Madaleno, disse que há três equipas de resposta rápida no Lubango, bem como uma para cada município, que começaram a intensificar os trabalhos desde a semana finda.

Avançou que as equipas estão a realizar campanhas de sensibilização em locais de aglomeração de pessoas e a verificar o cumprimento das medidas de biossegurança.