USD 20 milhões para combater malária - Embaixadora

  • Embaixadora dos Estados Unidos de América em ANgola, Nina Maria Fite.
Luanda – A embaixadora dos Estados Unidos da América (EUA), Nina Maria Fite, informou esta quarta-feira, em Luanda, que o seu governo tem disponíveis 20 milhões de dólares para o combate a malária em Angola, em 2021.

A diplomata fez este anúncio à imprensa, a margem de um Fórum da Mulher, sob o lema “A participação da mulher no desenvolvimento de Angola e os desafios face a Covid-19”, que se realiza na Mediateca de Luanda.

Nina Maria Fitre referiu que, os EUA, como maior doador no programa de combate a malária, está a trabalhar com os seus parceiros para em conjunto identificarem e realizarem os seus programas nas comunidades.

Acrescentou que o programa de combate a malária é abrangente por ser feito no domicílio das pessoas, que visa a distribuição de mosquiteiros, de telas contra mosquitos, enquanto nos centros e postos de saúde trabalham com mulheres grávidas, que são mais susceptíveis a doença.

Segundo a diplomata, o programa ao nível do sector da saúde está igualmente focado no combate ao Vih/Sida, com realce para as mulheres grávidas em postos, clínicas e centros de saúde, bem como no sector social na área da educação. 

Sobre o fórum, organizado pela Mediateca de Luanda e a embaixada dos EUA, reitorou  importância da mulher na sociedade e explicou que a inclusão feminina em todos os aspectos da sociedade torna as economias mais fortes e os países saem sempre a ganhar. 

Para si, os homens desempenham um papel integrante na garantia da inserção da mulher na sociedade.

“Precisamos apelar aos homens, particularmente os que ocupam posições de poder, que assumam a responsabilidade para que todas as suas mães, filhas, esposas tenham as mesmas oportunidades que lhes foram dadas na realização dos seus objectivos profissionais e pessoais”, aconselhou.

Durante o fórum foram abortados três painéis com os temas “A participação da mulher nas políticas de desenvolvimentos de Angola, desafios e oportunidades”;  “Empreendedorismo feminino em tempo de Covid-19, desafios oportunidades” e  “Desafios das mulheres no ambiente profissional”.

A diplomata fez este anúncio à imprensa, a margem de um Fórum da Mulher, sob o lema “A participação da mulher no desenvolvimento de Angola e os desafios face a Covid-19”, que se realiza na Mediateca de Luanda.

Nina Maria Fitre referiu que, os EUA, como maior doador no programa de combate a malária, está a trabalhar com os seus parceiros para em conjunto identificarem e realizarem os seus programas nas comunidades.

Acrescentou que o programa de combate a malária é abrangente por ser feito no domicílio das pessoas, que visa a distribuição de mosquiteiros, de telas contra mosquitos, enquanto nos centros e postos de saúde trabalham com mulheres grávidas, que são mais susceptíveis a doença.

Segundo a diplomata, o programa ao nível do sector da saúde está igualmente focado no combate ao Vih/Sida, com realce para as mulheres grávidas em postos, clínicas e centros de saúde, bem como no sector social na área da educação. 

Sobre o fórum, organizado pela Mediateca de Luanda e a embaixada dos EUA, reitorou  importância da mulher na sociedade e explicou que a inclusão feminina em todos os aspectos da sociedade torna as economias mais fortes e os países saem sempre a ganhar. 

Para si, os homens desempenham um papel integrante na garantia da inserção da mulher na sociedade.

“Precisamos apelar aos homens, particularmente os que ocupam posições de poder, que assumam a responsabilidade para que todas as suas mães, filhas, esposas tenham as mesmas oportunidades que lhes foram dadas na realização dos seus objectivos profissionais e pessoais”, aconselhou.

Durante o fórum foram abortados três painéis com os temas “A participação da mulher nas políticas de desenvolvimentos de Angola, desafios e oportunidades”;  “Empreendedorismo feminino em tempo de Covid-19, desafios oportunidades” e  “Desafios das mulheres no ambiente profissional”.