Hospitais de referência em Malanje “ameaçam” paralisar serviços

Malanje - Os Hospitais Regional de Malanje e provincial materno-infantil podem paralisar os serviços de cirurgia, ortopedia e ginecologia-obstetrícia, a partir do mês de Abril próximo, devido à cessação de contrato dos médicos expatriados das referidas especialidades.

A informação foi prestada hoje (quarta-feira), pelo director do Gabinete Provincial da Saúde, Avantino Sebastião, sublinhando que as referidas unidades dispunham, há 10 anos, de pelo menos 40 médicos especialistas expatriados, entre norte-coreanos, russos e cubanos.

O número baixou para 10, tendo em conta a saída gradual dos mesmos do país.

O responsável disse urgir a necessidade de se preencher tais vagas, visto que, ao contrário, dever-se-á transferir pacientes para hospitais especializados das províncias de Luanda, Cuanza Norte ou Uíge.

Disse que o Hospital Provincial Materno-infantil poderá ser o mais lesado, porque conta com apenas uma médica gineco-obstetra de nacionalidade cubana, que vai cessar o contrato já em Fevereiro, numa altura em que a unidade recebe diariamente elevado número de mulheres com necessidade de intervenção cirúrgica.

Diante deste quadro, Avantino Sebastião teme um cenário “nebuloso”, pelo que solicitou a intervenção urgente do Ministério da Saúde, com vista a assegurar os referidos serviços.

“Podemos até pôr um médico de Medicina Geral a atender crianças, mas não podemos obviamente mandá-los para o bloco operatório”, frisou.

Lembrou que Malanje conta com cinco médicos especialistas, mas grande parte dos quais na área de gestão hospitalar, daí que se enviou recentemente 25 médicos para o curso de especialidade em Luanda.  

Por outro lado, informou que a província perdeu 10 vagas para médicos especialistas nos dois últimos concursos públicos por falta de candidatos.

A informação foi prestada hoje (quarta-feira), pelo director do Gabinete Provincial da Saúde, Avantino Sebastião, sublinhando que as referidas unidades dispunham, há 10 anos, de pelo menos 40 médicos especialistas expatriados, entre norte-coreanos, russos e cubanos.

O número baixou para 10, tendo em conta a saída gradual dos mesmos do país.

O responsável disse urgir a necessidade de se preencher tais vagas, visto que, ao contrário, dever-se-á transferir pacientes para hospitais especializados das províncias de Luanda, Cuanza Norte ou Uíge.

Disse que o Hospital Provincial Materno-infantil poderá ser o mais lesado, porque conta com apenas uma médica gineco-obstetra de nacionalidade cubana, que vai cessar o contrato já em Fevereiro, numa altura em que a unidade recebe diariamente elevado número de mulheres com necessidade de intervenção cirúrgica.

Diante deste quadro, Avantino Sebastião teme um cenário “nebuloso”, pelo que solicitou a intervenção urgente do Ministério da Saúde, com vista a assegurar os referidos serviços.

“Podemos até pôr um médico de Medicina Geral a atender crianças, mas não podemos obviamente mandá-los para o bloco operatório”, frisou.

Lembrou que Malanje conta com cinco médicos especialistas, mas grande parte dos quais na área de gestão hospitalar, daí que se enviou recentemente 25 médicos para o curso de especialidade em Luanda.  

Por outro lado, informou que a província perdeu 10 vagas para médicos especialistas nos dois últimos concursos públicos por falta de candidatos.