Hospital de Maquela do Zombo com três serviços inoperantes

  • Hospital Municipal
Uíge - Os serviços de ortopedia, cirurgia e bioquímica, no Hospital Municipal de Maquela do Zombo, na província do Uíge, estão inoperantes desde a sua inauguração em 2019, devido à falta de especialistas.

Com 76 camas, a instituição funciona com 40 enfermeiros e apenas oito médicos para atender, em média diária, 85 pacientes que padecem de malária, doenças diarreicas e respiratórias agudas, febre tifóide, tuberculose e VIH/Sida.

A unidade sanitária possui serviços de internamento, urgência, pediatria, farmácia, análises clínicas, consultas externas, morgue, área de aconselhamento de VIH/Sida, vacinação, ginecologia, fisiologia e raio-x.

Em declarações à ANGOP, nesta terça-feira, o director interino desta instituição, Narciso Bambi, explicou que os doentes com patologias fora de serviço são transferidos para a capital da província (293 quilómetros), onde são assistidos.

Estevão Mena Bambi acrescentou que, de Janeiro a Abril do corrente ano, o hospital assistiu 22 mil e 139 pacientes acometidos por diversas patologias, sendo a malária, febre tifóide, hipertensão arterial, tuberculose e a má-nutrição as doenças mais frequentes.

O responsável manifestou, igualmente, a sua preocupação em relação à inoperância do único laboratório de análises clínicas, situação que condiciona a realização de diagnóstico aos doentes consultados.

Em relação aos médicos, disse que unidade sanitária necessita de especialistas em urologia, cuidados intensivos e de clínica geral, para reduzir a transferência de doentes à sede da província.

 

Com 76 camas, a instituição funciona com 40 enfermeiros e apenas oito médicos para atender, em média diária, 85 pacientes que padecem de malária, doenças diarreicas e respiratórias agudas, febre tifóide, tuberculose e VIH/Sida.

A unidade sanitária possui serviços de internamento, urgência, pediatria, farmácia, análises clínicas, consultas externas, morgue, área de aconselhamento de VIH/Sida, vacinação, ginecologia, fisiologia e raio-x.

Em declarações à ANGOP, nesta terça-feira, o director interino desta instituição, Narciso Bambi, explicou que os doentes com patologias fora de serviço são transferidos para a capital da província (293 quilómetros), onde são assistidos.

Estevão Mena Bambi acrescentou que, de Janeiro a Abril do corrente ano, o hospital assistiu 22 mil e 139 pacientes acometidos por diversas patologias, sendo a malária, febre tifóide, hipertensão arterial, tuberculose e a má-nutrição as doenças mais frequentes.

O responsável manifestou, igualmente, a sua preocupação em relação à inoperância do único laboratório de análises clínicas, situação que condiciona a realização de diagnóstico aos doentes consultados.

Em relação aos médicos, disse que unidade sanitária necessita de especialistas em urologia, cuidados intensivos e de clínica geral, para reduzir a transferência de doentes à sede da província.