Hospital Geral do Uíge necessita de sangue  

Uíge - O Hospital Geral do Uíge tem carência de sangue para atender diariamente 25 a 30 pacientes e o stock actual regista apenas cinco litros, insuficiente para a demanda, apurou, neste sábado, a ANGOP.

No ano em curso já foram feitas 431 transfusões de sangue, sendo 200 na Hemoterapia da Maternidade e 231 na do atendimento geral.

Em entrevista à ANGOP, a chefe da hemoterapia do hospital, Helena António, afirmou que os grupos sanguíneos mais necessitados são Ab e Rh negativo.

O banco de urgência da área de pediatria do hospital registou, em 2020 e no corrente mês, uma média diária de 25 transfusões, uma situação que preocupa a todos, lamentou a responsável.

Em função disso, a responsável solicitou aos dadores de sangue para se solidarizarem com essa causa, para salvar vidas humanas. Apesar da unidade contar com 99 dadores, correspondente a 49 litros de sangue, a necessidade diária é gritante e ultrapassa essa oferta.

Como causa do aumento da transfusão de sangue, Helena António aponta o Paludismo, devido à falta de cuidados essenciais no combate dessa doença.

A técnica explicou que, antes da doação de sangue, o doador efectua um teste de malária e VIH-SIDA, dengue, hepatites, é-lhe medida a temperatura, entre outros exames.

Lembrou que, no ano passado, vários grupos estudantis, religiosos, políticos, militares e forças da ordem pública acorreram a unidade sanitária para doar sangue, iniciativa que apelou deve continuar no ano em curso.

No ano em curso já foram feitas 431 transfusões de sangue, sendo 200 na Hemoterapia da Maternidade e 231 na do atendimento geral.

Em entrevista à ANGOP, a chefe da hemoterapia do hospital, Helena António, afirmou que os grupos sanguíneos mais necessitados são Ab e Rh negativo.

O banco de urgência da área de pediatria do hospital registou, em 2020 e no corrente mês, uma média diária de 25 transfusões, uma situação que preocupa a todos, lamentou a responsável.

Em função disso, a responsável solicitou aos dadores de sangue para se solidarizarem com essa causa, para salvar vidas humanas. Apesar da unidade contar com 99 dadores, correspondente a 49 litros de sangue, a necessidade diária é gritante e ultrapassa essa oferta.

Como causa do aumento da transfusão de sangue, Helena António aponta o Paludismo, devido à falta de cuidados essenciais no combate dessa doença.

A técnica explicou que, antes da doação de sangue, o doador efectua um teste de malária e VIH-SIDA, dengue, hepatites, é-lhe medida a temperatura, entre outros exames.

Lembrou que, no ano passado, vários grupos estudantis, religiosos, políticos, militares e forças da ordem pública acorreram a unidade sanitária para doar sangue, iniciativa que apelou deve continuar no ano em curso.