Lunda Sul reforça campanhas contra a malária

  • Director do Gabinete Provincial da Saúde na Lunda Sul,  Viegas de Almeida
  • Fachada da Maternidade Provincial da Lunda Sul
Saurimo – A distribuição gratuita de mosquiteiros impregnados com insecticida, a luta anti-vectorial com fumigação extra-domiciliar, sensibilização dos cidadãos e o reforço do saneamento básico nas zonas periféricas destacam-se nas acções de combate à malária realizadas pelo Governo da província da Lunda Sul.

Dados do gabinete da Saúde indicam que durante o primeiro trimestre do ano em curso foram registados 47 mil e 770 casos positivos da doença, que resultaram em 48 óbitos, destes 27 foram crianças.

Comparativamente ao mesmo período anterior, houve um aumento de 17 mil 770 casos.

Em declarações à ANGOP, o director do gabinete provincial da Saúde, Viegas de Almeida, revelou que até ao momento já foram distribuídos 87 mil e 800 mosquiteiros, com vista ao reforço do combate a malária, tendo em conta o elevado número de casos que se têm registado na região.

Sublinhou que constam ainda dos planos, o tratamento intermitente preventivo (TIP), o saneamento do meio ambiente, informação, educação das comunidades, o tratamento de uso de anti-malária recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Fez saber que acções do género têm se intensificado nos municípios, através da intervenção das administrações municipais e Agentes de Desenvolvimento Comunitários (Adecos) para que haja redução de casos e óbitos por malária e outras doenças, que afectam, sobretudo crianças e mulheres grávidas.

Viegas de Almeida apelou os cidadãos que beneficiam de mosquiteiros para o uso correcto, ao invés de utilizarem-no na pesca, protecção de culturas agrícolas, entre outros fins negativos, o que é reprovável, porque o equipamento é dispendioso para os cofres do Estado.

A malária em Angola representa um problema importante de saúde pública e é a primeira causa de morte e consultas médicas e de absentismo laboral e escolar, constituindo uma das principais causas de morbimortalidade pré-natal, aborto, parto prematuro, anemia em mulheres grávidas e causando mortalidade materna.

 

 

 

 

Dados do gabinete da Saúde indicam que durante o primeiro trimestre do ano em curso foram registados 47 mil e 770 casos positivos da doença, que resultaram em 48 óbitos, destes 27 foram crianças.

Comparativamente ao mesmo período anterior, houve um aumento de 17 mil 770 casos.

Em declarações à ANGOP, o director do gabinete provincial da Saúde, Viegas de Almeida, revelou que até ao momento já foram distribuídos 87 mil e 800 mosquiteiros, com vista ao reforço do combate a malária, tendo em conta o elevado número de casos que se têm registado na região.

Sublinhou que constam ainda dos planos, o tratamento intermitente preventivo (TIP), o saneamento do meio ambiente, informação, educação das comunidades, o tratamento de uso de anti-malária recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Fez saber que acções do género têm se intensificado nos municípios, através da intervenção das administrações municipais e Agentes de Desenvolvimento Comunitários (Adecos) para que haja redução de casos e óbitos por malária e outras doenças, que afectam, sobretudo crianças e mulheres grávidas.

Viegas de Almeida apelou os cidadãos que beneficiam de mosquiteiros para o uso correcto, ao invés de utilizarem-no na pesca, protecção de culturas agrícolas, entre outros fins negativos, o que é reprovável, porque o equipamento é dispendioso para os cofres do Estado.

A malária em Angola representa um problema importante de saúde pública e é a primeira causa de morte e consultas médicas e de absentismo laboral e escolar, constituindo uma das principais causas de morbimortalidade pré-natal, aborto, parto prematuro, anemia em mulheres grávidas e causando mortalidade materna.