Mais de 200 técnicos reforçam sector da Saúde no Cuanza Norte

Ndalatando – Duzentos e sessenta e cinco técnicos de Saúde de diversas especialidades, admitidos no concurso público de 2019, foram enquadrados esta semana, na província do Cuanza Norte.

Entre os profissionais, estão 34 médicos, dos quais um urologista e um imagiologista, que vão reforçar o quadro dos 115 já em funções na província.

No âmbito do referido concurso, foram igualmente admitidos 231 técnicos médios e superiores nas carreiras de enfermagem, diagnóstico e terapeuta, assim como administrativa e auxiliares.

Em declarações hoje à Angop, a propósito deste assunto, a directora do Gabinete Provincial da Saúde, Filomena Wilson, esclareceu que os hospitais provincial e  materno infantil (Cazengo, assim como o regional de Camabatela (município de Ambaca), receberam maior número de quadros, devido ao grande fluxo de pacientes que acorrem nestas unidades.

 Os demais técnicos foram distribuídos pelos outros oito municípios - Cambambe, Banga, Bolongongo, Lucala, Samba Cajú, Golungo Alto, Ngonguembo e Quiculungo.

A responsável regozijou-se com o facto de a província contar, pela primeira vez, com especialistas de nível superior na área de electromedicina,  considerando que vai contribuir para melhoria dos serviços de saúde na região.

Com essas admissões, o sector que tinha antes 1967 técnicos, passa agora a dois mil e 232 funcionários, dos quais 149 médicos, 860 técnicos médios e superiores de enfermagem, 101 técnicos de diagnóstico e terapeuta, 444 técnicos de apoio hospitalar e 447 da carreira geral.

De acordo com Filomena Wilson, apesar do aumento do número de profissionais, a  província tem ainda necessidade de mais 400 médicos, dos quais 82 especialistas de diferentes áreas e 300 enfermeiros, para assegurar a assistência sanitária regular à população.

Informou que a província debate-se ainda com a falta de especialistas nas áreas de pediatria, cirurgia, epidemiologia, psiquiatria, anestesia, obstetrícia, cuidados intensivos e medicina interna.

Regista também, continuou, carência de medicamentos essenciais para dar resposta ao programa de cuidados primários de saúde, virado, essencialmente, ao combate à malária, anemia, doenças bacterianas e outras.

A rede sanitária do Cuanza Norte é constituída por 136 unidades sanitárias, sendo 10 hospitais, 20 centros de saúde e 106 postos médicos, com uma capacidade de internamento de mil e 202 camas.

Entre os profissionais, estão 34 médicos, dos quais um urologista e um imagiologista, que vão reforçar o quadro dos 115 já em funções na província.

No âmbito do referido concurso, foram igualmente admitidos 231 técnicos médios e superiores nas carreiras de enfermagem, diagnóstico e terapeuta, assim como administrativa e auxiliares.

Em declarações hoje à Angop, a propósito deste assunto, a directora do Gabinete Provincial da Saúde, Filomena Wilson, esclareceu que os hospitais provincial e  materno infantil (Cazengo, assim como o regional de Camabatela (município de Ambaca), receberam maior número de quadros, devido ao grande fluxo de pacientes que acorrem nestas unidades.

 Os demais técnicos foram distribuídos pelos outros oito municípios - Cambambe, Banga, Bolongongo, Lucala, Samba Cajú, Golungo Alto, Ngonguembo e Quiculungo.

A responsável regozijou-se com o facto de a província contar, pela primeira vez, com especialistas de nível superior na área de electromedicina,  considerando que vai contribuir para melhoria dos serviços de saúde na região.

Com essas admissões, o sector que tinha antes 1967 técnicos, passa agora a dois mil e 232 funcionários, dos quais 149 médicos, 860 técnicos médios e superiores de enfermagem, 101 técnicos de diagnóstico e terapeuta, 444 técnicos de apoio hospitalar e 447 da carreira geral.

De acordo com Filomena Wilson, apesar do aumento do número de profissionais, a  província tem ainda necessidade de mais 400 médicos, dos quais 82 especialistas de diferentes áreas e 300 enfermeiros, para assegurar a assistência sanitária regular à população.

Informou que a província debate-se ainda com a falta de especialistas nas áreas de pediatria, cirurgia, epidemiologia, psiquiatria, anestesia, obstetrícia, cuidados intensivos e medicina interna.

Regista também, continuou, carência de medicamentos essenciais para dar resposta ao programa de cuidados primários de saúde, virado, essencialmente, ao combate à malária, anemia, doenças bacterianas e outras.

A rede sanitária do Cuanza Norte é constituída por 136 unidades sanitárias, sendo 10 hospitais, 20 centros de saúde e 106 postos médicos, com uma capacidade de internamento de mil e 202 camas.