Malária matou dez mil pessoas em 2020

  • Ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta
Luanda - Dez mil pessoas morreram de malária no país em 2020, mais três mil em relação ao ano 2019, segundo a ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta.

Em entrevista à Televisão Pública de Angola, a governante ressaltou que, com à Covid-19 muitas pessoas, com medo, deixaram de ir aos hospitais e doenças como a malária viram os números de vítimas subir.

Conforme a ministra, não houve negligência em relação a prevenção e combate à malária nem as outras, privilegiando a covid-19, ressaltando o investimento de três milhões de kwanzas em equipamentos e medicamentos.

Os casos de malária, adiantou, sobem quando aumentam os vectores (mosquitos e lixo), sendo fundamental apostar-se nos determinantes de saúde, que engloba saneamento básico, água potável, energia e outros cuidados primários.

“A preocupação com a malária não passa apenas pelo tratamento, mas pela prevenção”, ressaltou.

De acordo com a ministra, as autoridades sanitárias estão a trabalhar na melhoria da cadeia logística de distribuição de medicamentos para a malária, por ser um medicamento gratuito nas unidades sanitárias, para que chegue ao consumidor final sem constrangimentos.

Entretanto, a governante avançou que 25 mil profissionais, entre médicos, enfermeiros, técnicos de diagnóstico terapêutico e serviços gerais serão necessários no país para trabalhar nas infra-estruturas sanitárias construídas no âmbito do Programa de Intervenção Integrada nos Municípios (PIIM).

 

Em entrevista à Televisão Pública de Angola, a governante ressaltou que, com à Covid-19 muitas pessoas, com medo, deixaram de ir aos hospitais e doenças como a malária viram os números de vítimas subir.

Conforme a ministra, não houve negligência em relação a prevenção e combate à malária nem as outras, privilegiando a covid-19, ressaltando o investimento de três milhões de kwanzas em equipamentos e medicamentos.

Os casos de malária, adiantou, sobem quando aumentam os vectores (mosquitos e lixo), sendo fundamental apostar-se nos determinantes de saúde, que engloba saneamento básico, água potável, energia e outros cuidados primários.

“A preocupação com a malária não passa apenas pelo tratamento, mas pela prevenção”, ressaltou.

De acordo com a ministra, as autoridades sanitárias estão a trabalhar na melhoria da cadeia logística de distribuição de medicamentos para a malária, por ser um medicamento gratuito nas unidades sanitárias, para que chegue ao consumidor final sem constrangimentos.

Entretanto, a governante avançou que 25 mil profissionais, entre médicos, enfermeiros, técnicos de diagnóstico terapêutico e serviços gerais serão necessários no país para trabalhar nas infra-estruturas sanitárias construídas no âmbito do Programa de Intervenção Integrada nos Municípios (PIIM).