Malnutrição mata 54 crianças no Moxico

Luena – Cinquenta e quatro crianças, menores de cinco anos, morreram vitima de malnutrição severa, em 2020, nas unidades sanitárias da província do Moxico, mais 29 óbitos em relação a 2019.

Em 2020 as autoridades registaram mil 650 casos de malnutrição, havendo uma diminuição de 823 ocorrências em relação ao ano anterior, com o município do Moxico (sede) a liderar a lista, com 552 casos, seguido do Luau (404), Léua (296), Alto Zambeze (224), Bundas (185), Camanongue (124), Luacano (102), Cameia (18) e Luchazes (14).

O aumento de mortes por malnutrição é justificado  pela Supervisora Provincial do Porgrama de Nutrição, Victorina Mariano, com a falta de produtos terapêuticos, como o plamply-nut, leite F100 e F75, que estão em escassez no Moxico, desde Maio do ano findo. 

Em declarações à ANGOP, lamentou que as restrições impostas pelas medidas de combate à Covid-19, com o encerramento, ao longo do ano passado, das fronteiras aéreas, tornou-se difícil a entrada destes produtos (plamply-nut, leite F100 e F75) importados ao país.

Victorina Mariano referiu que a maior parte das crianças falecida é oriunda das zonas rurais, e muitas delas chegaram já num estado avançado da doença, devido ao desmame precoce.

Para se minimizar a situação, os hospitais foram orinetados a adaptar o tratamento com outros tipos de leite industriais, enquanto para a terapia ambulatória, os pais e encarregados de educação são aconselhados a alimentarem os seus filhos com alimento do campo, sobretudo a farinha de milho e sumo de frutas.

Em 2020 as autoridades registaram mil 650 casos de malnutrição, havendo uma diminuição de 823 ocorrências em relação ao ano anterior, com o município do Moxico (sede) a liderar a lista, com 552 casos, seguido do Luau (404), Léua (296), Alto Zambeze (224), Bundas (185), Camanongue (124), Luacano (102), Cameia (18) e Luchazes (14).

O aumento de mortes por malnutrição é justificado  pela Supervisora Provincial do Porgrama de Nutrição, Victorina Mariano, com a falta de produtos terapêuticos, como o plamply-nut, leite F100 e F75, que estão em escassez no Moxico, desde Maio do ano findo. 

Em declarações à ANGOP, lamentou que as restrições impostas pelas medidas de combate à Covid-19, com o encerramento, ao longo do ano passado, das fronteiras aéreas, tornou-se difícil a entrada destes produtos (plamply-nut, leite F100 e F75) importados ao país.

Victorina Mariano referiu que a maior parte das crianças falecida é oriunda das zonas rurais, e muitas delas chegaram já num estado avançado da doença, devido ao desmame precoce.

Para se minimizar a situação, os hospitais foram orinetados a adaptar o tratamento com outros tipos de leite industriais, enquanto para a terapia ambulatória, os pais e encarregados de educação são aconselhados a alimentarem os seus filhos com alimento do campo, sobretudo a farinha de milho e sumo de frutas.