Ministra da Saúde admite aumento de casos de malária em Angola

  • Sílvia Lutucuta, Ministra da Saúde
Luanda – A ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta, admitiu esta quinta-feira, em Luanda, que Angola enfrenta uma situação "crítica e desafiante" em relação à malária, doença que afectou mais de dois milhões de pacientes nos últimos cinco meses.

Ao intervir numa conferência de imprensa para apresentar o ponto de situação da doença, a governante precisou que foram registados, só neste período, um total de cinco mil e 573 óbitos.

Conforme a ministra, as autoridades registaram, em cinco meses, uma taxa de mortalidade na ordem de 0,1 por cento entre os casos atendidos nas diferentes unidades sanitárias do país.

Afirmou, entretanto, que apesar do aumento de casos de malária, houve decréscimo no número de óbitos em relação aos notificados em 2020, sem especificar os dados comparativos.

Em termos de casos positivos, Sílvia Lutucuta apontou o mês de Abril como o mais crítico, face ao aumento de 322 mil e 717 doentes, embora tenha havido  decréscimo de 102 óbitos.


 
De acordo com os dados avançados aos jornalistas, o maior índice de mortalidade da doença registou-se em crianças menores de cinco anos e em gestantes, tendo as províncias mais afectadas sido as de Luanda, Lunda Norte, Malanje, Huambo, Uíge, Benguela, Bié e Huíla.

Anunciou que, em função do aumento de casos, o Executivo angolano vai continuar a fazer investimentos para minimizar o impacto da malária nas unidades hospitalares, sublinhando, no entanto, que o combate efectivo da doença vai exigir um "esforço multisectorial".

Na conferência de imprensa, a governante referiu-se ao reforço das orientações metodológicas e supervisão, à implementação do Plano de Contingência Multissectorial e ao Plano de Emergência Anti-virose, tendo sublinhado que, devido ao aumento de casos, criou-se unidades satélites para o tratamento da malária e dengue, além de terem reforçado os equipamentos e medicamentos.

Noutro domínio, informou que foram diagnosticados, nos últimos cinco meses, 249 casos de dengue, sem óbitos, dos quais 160 no Namibe, 43 em Luanda, 33 em Cabinda e 30 no Uíge, as mais afectadas.

Ao intervir numa conferência de imprensa para apresentar o ponto de situação da doença, a governante precisou que foram registados, só neste período, um total de cinco mil e 573 óbitos.

Conforme a ministra, as autoridades registaram, em cinco meses, uma taxa de mortalidade na ordem de 0,1 por cento entre os casos atendidos nas diferentes unidades sanitárias do país.

Afirmou, entretanto, que apesar do aumento de casos de malária, houve decréscimo no número de óbitos em relação aos notificados em 2020, sem especificar os dados comparativos.

Em termos de casos positivos, Sílvia Lutucuta apontou o mês de Abril como o mais crítico, face ao aumento de 322 mil e 717 doentes, embora tenha havido  decréscimo de 102 óbitos.


 
De acordo com os dados avançados aos jornalistas, o maior índice de mortalidade da doença registou-se em crianças menores de cinco anos e em gestantes, tendo as províncias mais afectadas sido as de Luanda, Lunda Norte, Malanje, Huambo, Uíge, Benguela, Bié e Huíla.

Anunciou que, em função do aumento de casos, o Executivo angolano vai continuar a fazer investimentos para minimizar o impacto da malária nas unidades hospitalares, sublinhando, no entanto, que o combate efectivo da doença vai exigir um "esforço multisectorial".

Na conferência de imprensa, a governante referiu-se ao reforço das orientações metodológicas e supervisão, à implementação do Plano de Contingência Multissectorial e ao Plano de Emergência Anti-virose, tendo sublinhado que, devido ao aumento de casos, criou-se unidades satélites para o tratamento da malária e dengue, além de terem reforçado os equipamentos e medicamentos.

Noutro domínio, informou que foram diagnosticados, nos últimos cinco meses, 249 casos de dengue, sem óbitos, dos quais 160 no Namibe, 43 em Luanda, 33 em Cabinda e 30 no Uíge, as mais afectadas.