Ministra reitera vacinação de profissionais de saúde como prioridade

  • Sílvia Paula Valentim Lutucuta, Ministra da Saúde
Catumbela – A ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta, reiterou hoje, quarta-feira, que a vacinação dos profissionais de saúde em todo o país constitui uma prioridade do Executivo, no âmbito das medidas de contenção da propagação da covid-19.

Angola já recebeu mais de um milhão de doses da vacina da astrazeneca e sinopharma, sendo que o plano nacional de imunização prevê vacinar cerca de 54 por cento da população, um total de 16.823.284 indivíduos maiores de 16 anos, no intuito de reduzir a mortalidade, o aumento de casos de Covid-19 e permitir a retoma das actividades económicas e sociais.

O país regista, até ao momento, 29.146 casos positivos, com 639 óbitos, 25.145 recuperados e 3.362 activos. Dos activos, 20 são críticos, 36 graves, 147 moderados, 74 leves e 3.085 assintomáticos.

Falando em Benguela, durante o acto central comemorativo ao Dia Internacional do Enfermeiro, que hoje se assinala, a ministra da Saúde sublinhou o empenho das autoridades de forma a garantir que todos os profissionais de saúde estejam vacinados contra covid-19, para protegerem as suas unidades e, também, os pacientes que tratam.

“O vírus existe e os profissionais podem contrair em qualquer sítio. Não só nas unidades sanitárias, como em casa ou na rua”, frisou, acentuando a ideia de que agora o mais importante é que estes profissionais da linha da frente no combate à Covid-19 estejam seguros, através da vacinação.

Sílvia Lutucuta fez questão de lembrar que pouco mais de 100 profissionais de saúde já foram infectados pelo novo coronavírus, desde o surgimento dos primeiros casos, em Angola, daí apelar para a necessidade do cumprimento das medidas de biossegurança por parte de todos.

Contudo, reconheceu o momento difícil que o país vive devido à pandemia, mas afiançou que o governo tem vindo a trabalhar para reduzir o impacto negativo da Covid-19, mormente nas unidades de saúde, citando como exemplo a vacinação dos profissionais dada a gravidade da doença.

Por seu turno, o bastonário da Ordem dos Enfermeiros de Angola, Paulo Luvualu, denunciou a “proliferação” de escolas de saúde um pouco por todo o país que, na sua óptica, só servem para ganharem dinheiro, em vez de apostarem na formação de profissionais com qualidade.

Para alterar o cenário, o responsável aponta a necessidade de abertura de escolas de saúde com cursos de enfermagem, inclusive formação especializada, quer pós-media, quer pós-graduada.

Também chamou a atenção para que haja igualdade de oportunidades entre a classe médica e de enfermagem em relação à abertura de cursos de especialidade em alguns hospitais do país.

Parafraseando a ministra da Saúde, o bastonário da Ordem dos Enfermeiros de Angola considera a enfermagem espinha dorsal do sector da saúde, particularmente em Angola, não obstante que tenha lamentado o facto de esta classe estar em quarto plano nas prioridades do Executivo.

Já a presidente do Sindicato Provincial dos Enfermeiros de Benguela, Helena Muteba, preferiu salientar o momento difícil que a classe atravessa, devido às condições laborais e salariais, cada vez mais incompatíveis com o actual custo de vida.

A sindicalista lamentou que, na sequência do último concurso público, 80 enfermeiros de Benguela, alguns dos quais com mais de 20 anos de serviço, foram obrigados a trabalhar em outras províncias, sem condições de alojamento adequadas.

Angola já recebeu mais de um milhão de doses da vacina da astrazeneca e sinopharma, sendo que o plano nacional de imunização prevê vacinar cerca de 54 por cento da população, um total de 16.823.284 indivíduos maiores de 16 anos, no intuito de reduzir a mortalidade, o aumento de casos de Covid-19 e permitir a retoma das actividades económicas e sociais.

O país regista, até ao momento, 29.146 casos positivos, com 639 óbitos, 25.145 recuperados e 3.362 activos. Dos activos, 20 são críticos, 36 graves, 147 moderados, 74 leves e 3.085 assintomáticos.

Falando em Benguela, durante o acto central comemorativo ao Dia Internacional do Enfermeiro, que hoje se assinala, a ministra da Saúde sublinhou o empenho das autoridades de forma a garantir que todos os profissionais de saúde estejam vacinados contra covid-19, para protegerem as suas unidades e, também, os pacientes que tratam.

“O vírus existe e os profissionais podem contrair em qualquer sítio. Não só nas unidades sanitárias, como em casa ou na rua”, frisou, acentuando a ideia de que agora o mais importante é que estes profissionais da linha da frente no combate à Covid-19 estejam seguros, através da vacinação.

Sílvia Lutucuta fez questão de lembrar que pouco mais de 100 profissionais de saúde já foram infectados pelo novo coronavírus, desde o surgimento dos primeiros casos, em Angola, daí apelar para a necessidade do cumprimento das medidas de biossegurança por parte de todos.

Contudo, reconheceu o momento difícil que o país vive devido à pandemia, mas afiançou que o governo tem vindo a trabalhar para reduzir o impacto negativo da Covid-19, mormente nas unidades de saúde, citando como exemplo a vacinação dos profissionais dada a gravidade da doença.

Por seu turno, o bastonário da Ordem dos Enfermeiros de Angola, Paulo Luvualu, denunciou a “proliferação” de escolas de saúde um pouco por todo o país que, na sua óptica, só servem para ganharem dinheiro, em vez de apostarem na formação de profissionais com qualidade.

Para alterar o cenário, o responsável aponta a necessidade de abertura de escolas de saúde com cursos de enfermagem, inclusive formação especializada, quer pós-media, quer pós-graduada.

Também chamou a atenção para que haja igualdade de oportunidades entre a classe médica e de enfermagem em relação à abertura de cursos de especialidade em alguns hospitais do país.

Parafraseando a ministra da Saúde, o bastonário da Ordem dos Enfermeiros de Angola considera a enfermagem espinha dorsal do sector da saúde, particularmente em Angola, não obstante que tenha lamentado o facto de esta classe estar em quarto plano nas prioridades do Executivo.

Já a presidente do Sindicato Provincial dos Enfermeiros de Benguela, Helena Muteba, preferiu salientar o momento difícil que a classe atravessa, devido às condições laborais e salariais, cada vez mais incompatíveis com o actual custo de vida.

A sindicalista lamentou que, na sequência do último concurso público, 80 enfermeiros de Benguela, alguns dos quais com mais de 20 anos de serviço, foram obrigados a trabalhar em outras províncias, sem condições de alojamento adequadas.