MINSA quer envolvimento da sociedade na prevenção contra a malária  

  • Directora nacional para a Saúde pública, Helga Freitas
Luanda – A directora Nacional de Saúde Pública, Helga Freitas, destacou, nesta quarta-feira, a necessidade da participação activa das comunidades na prevenção contra a malária, com acções de limpeza e combate aos focos de lixo.  

Helga Freitas, que falava à imprensa no final da reunião da Comissão para a Política Social do Conselho de Ministros, frisou que, para além das acções antivectorial promovidas pelo Ministério da Saúde (MINSA), as comunidades devem abraçar também a causa, evitando a presença de lixo e charcos de águas paradas próximo das residenciais.

Os casos de malária, adiantou, sobem quando aumentam os vectores (mosquitos e lixo), sendo fundamental apostar-se nos determinantes de saúde, que engloba saneamento básico, água potável, energia e outros cuidados primários.

Dados disponíveis indicam que, em 2020, morreram, no país, 10 mil pessoas, sendo que dois mil 435 óbitos ocorreram em Luanda.

A província de Luanda registou, em 2020, no total, 835.202 casos de malária, mais 144.459 casos em relação ao ano de 2019.

Helga Freitas avançou ainda que o MINSA está a potenciar as unidades sanitárias com fármacos necessários para o tratamento de doentes, numa fase em que pode haver o aumento de casos tendo em conta as consequências provocadas pela época chuvosa.

A responsável considera fundamental que os cidadãos ganhem consciência para a necessidade de envolverem mais nas campanhas de combate à malária.

A malária ou paludismo é uma doença infecciosa transmitida por um mosquito, cujos sintomas mais comuns são a febre, fadiga, vómitos e dores de cabeça. Nos casos mais graves causa convulsões, coma ou morte.

Helga Freitas, que falava à imprensa no final da reunião da Comissão para a Política Social do Conselho de Ministros, frisou que, para além das acções antivectorial promovidas pelo Ministério da Saúde (MINSA), as comunidades devem abraçar também a causa, evitando a presença de lixo e charcos de águas paradas próximo das residenciais.

Os casos de malária, adiantou, sobem quando aumentam os vectores (mosquitos e lixo), sendo fundamental apostar-se nos determinantes de saúde, que engloba saneamento básico, água potável, energia e outros cuidados primários.

Dados disponíveis indicam que, em 2020, morreram, no país, 10 mil pessoas, sendo que dois mil 435 óbitos ocorreram em Luanda.

A província de Luanda registou, em 2020, no total, 835.202 casos de malária, mais 144.459 casos em relação ao ano de 2019.

Helga Freitas avançou ainda que o MINSA está a potenciar as unidades sanitárias com fármacos necessários para o tratamento de doentes, numa fase em que pode haver o aumento de casos tendo em conta as consequências provocadas pela época chuvosa.

A responsável considera fundamental que os cidadãos ganhem consciência para a necessidade de envolverem mais nas campanhas de combate à malária.

A malária ou paludismo é uma doença infecciosa transmitida por um mosquito, cujos sintomas mais comuns são a febre, fadiga, vómitos e dores de cabeça. Nos casos mais graves causa convulsões, coma ou morte.